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Visita ao Detran do Paraná é primeira parada de Renan Filho com nova etapa da caravana “Na Boleia do Brasil”

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Na Boleia do Brasil, projeto do Ministério dos Transportes que leva a agenda ministerial diretamente às obras em andamento pelo país, percorre, a partir desta terça-feira (27), a região Sul.

A primeira parada da comitiva, liderada por Renan Filho, será no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) do Paraná, onde o ministro dos Transportes irá acompanhar a implantação do programa CNH do Brasil. Desde o lançamento da iniciativa, que desburocratiza e facilita o acesso à primeira habilitação, mais de 150 mil paranaenses solicitaram o documento. Além disso, 22 mil motoristas foram beneficiados com a gratuidade da renovação automática para bons condutores no estado. Somadas as taxas que eram anteriormente exigidas, já houve uma redução de R$7 milhões em custos para a população do Paraná.

Já em Santa Catarina, a programação prevê vistorias à duplicação da BR-280/SC e à construção do Túnel do Morro do Vieira, entre Schroeder e Jaraguá do Sul. As melhorias nas estradas receberam aproximadamente R$1,7 bilhão.

A caravana também fará uma parada no Ponto de Parada e Descanso (PPD) de Palhoça, onde o ministro irá falar sobre o projeto para o Morro dos Cavalos.

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No Rio Grande do Sul, o destaque entre as ações previstas é a entrega da ponte sobre o Rio Camaquã, nas proximidades do município de Cristal. A duplicação da estrutura vai garantir maior fluidez ao trânsito da região, uma das principais rotas para escoamento da produção ao Porto de Rio Grande, pela BR-116/RS.

A caravana “Na Boleia do Brasil” teve início em novembro de 2025, quando Renan Filho deixou Brasília em uma viagem de caminhão rumo à COP30, em Belém (PA). Desde então, a comitiva já passou pelo Sudeste e agora segue, até sexta-feira (30), pela região Sul.

Cobertura de imprensa
Não há necessidade de credenciamento prévio para os jornalistas interessados na cobertura das visitas.

Serviço
Início da caravana ‘Na Boleia do Brasil’ – edição Sul
Data: Terça-feira, 27 de janeiro
Horário: 7h30
Local: sede do DNIT – Avenida Victor Ferreira do Amaral, 1.500 – Tarumã, Curitiba (PR)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Brasil

Mercado Livre de Energia: entenda como funciona a migração e as regras para contratação de energia

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O Mercado Livre de Energia é a modalidade em que os consumidores habilitados podem escolher de quem comprar energia elétrica e negociar condições contratuais diretamente com fornecedores, geradores ou comercializadores, ampliando a competitividade. Nesse ambiente, é possível definir aspectos como preço, quantidade de energia contratada, prazo de fornecimento, forma de pagamento e, em alguns casos, a origem da energia adquirida.

Todos os consumidores conectados em média e alta tensão, classificados no Grupo A (tensão igual ou superior a 2,3 kV), já estão aptos a migrar. Se a carga individual do consumidor for menor que 500 kW, a participação exige a intermediação de um agente varejista, que gerencia a compra e assume a representação do consumidor junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse formato simplifica toda a gestão da comercialização no mercado livre para consumidores com pequenas cargas.

No Brasil, a comercialização ocorre em dois ambientes:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR) – A energia é fornecida pelas distribuidoras com condições definidas pela regulação setorial.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL) – As condições comerciais são negociadas entre compradores e vendedores.

Como funciona a contratação?

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No Mercado Livre de Energia, o fornecimento do serviço da entrega da energia para o consumidor continua utilizando a rede da distribuidora local, que permanece responsável pela entrega e manutenção do serviço de energia elétrica. A diferença está no modelo comercial, o consumidor segue pagando pelo uso da rede de distribuição (fio), mas ganha a liberdade de negociar o preço e as condições da energia diretamente com geradores, comercializadores ou produtores independentes.

Essa modalidade envolve diferentes agentes do setor elétrico:

  • Geradores – Responsáveis pela produção da energia elétrica;
  • Comercializadores – Realizam a compra e venda da energia;
  • Consumidores livres e especiais – Empresas e unidades consumidoras habilitadas a contratar energia no ACL;
  • Distribuidoras – Responsáveis pela operação e manutenção das redes de distribuição; e
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – Entidade responsável pelo registro dos contratos e pela contabilização e liquidação das operações de mercado.

Quando os consumidores de baixa tensão poderão migrar?

A partir do final de 2027 os consumidores atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV), como pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais e indústrias de menor porte, hospitais e escolas, poderão exercer o direito de escolha do seu fornecedor de energia, de acordo com o Decreto nº 13.097/2026. Segundo o texto do regulamento, a abertura de mercado ocorrerá nas seguintes datas para esses consumidores: 

  • Em novembro de 2027 – Todos os consumidores industriais e comerciais com qualquer carga e tensão poderão começar a migrar para o mercado livre;
  • Em novembro de 2028 – Para todos os demais consumidores.
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O texto estabelece o prazo mínimo para que esses consumidores comuniquem à distribuidora a escolha de um novo fornecedor de energia elétrica, de acordo com as próprias necessidades, e determina as regras que precisarão ser obedecidas para fazer a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Isso inclui requisitos para formalizar a opção, representação por agentes varejistas e prestação de informações aos consumidores. O texto também disciplina o chamado Supridor de Última Instância (SUI), que é quem vai garantir a energia elétrica ao consumidor, caso o novo fornecedor dele tenha algum problema.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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