Agro
Vinícola Garibaldi lança experiência de enoturismo com almoço colonial e degustação na Serra Gaúcha
A Cooperativa Vinícola Garibaldi, em Garibaldi, na região da Serra Gaúcha, ampliou sua oferta de enoturismo com o lançamento da experiência “Almoço na Vinícola Garibaldi”. A iniciativa integra visita guiada, degustação de vinhos e espumantes e almoço colonial, reforçando a proposta de vivência cultural completa no meio rural.
Voltada a grupos, a novidade destaca a valorização da história da cooperativa, da hospitalidade e da gastronomia típica da imigração italiana que marca a identidade da região.
Experiência de enoturismo reforça turismo rural na Vinícola Garibaldi
O novo roteiro foi desenvolvido para proporcionar uma imersão na cultura do vinho e na tradição local. A experiência combina conhecimento técnico sobre a produção de vinhos e espumantes com elementos culturais e gastronômicos.
Durante a visita, os participantes têm contato com a história da cooperativa, que completa 95 anos de atuação no setor vitivinícola, além de conhecer etapas do processo produtivo.
Roteiro inclui visita guiada, degustação e almoço colonial típico
A programação inicia com uma visita guiada pelas instalações da vinícola, apresentando os processos de elaboração dos produtos e a trajetória da cooperativa ao longo de sua história.
Na sequência, os visitantes participam de um almoço colonial típico, acompanhado de degustação orientada de cinco rótulos selecionados de vinhos e espumantes, harmonizados com os pratos servidos.
Ao final da experiência, cada participante recebe uma taça de vidro como lembrança.
Gastronomia típica destaca tradição da imigração italiana na Serra Gaúcha
O cardápio do almoço valoriza a culinária tradicional da região, fortemente influenciada pela imigração italiana. Entre os pratos servidos estão galeto, polenta brustolada com queijo, massa à bolonhesa, radicci com bacon, maionese caseira e sagu com creme como sobremesa.
A proposta reforça a integração entre enogastronomia e cultura regional, elemento central do enoturismo na Serra Gaúcha.
Experiência tem duração de 90 minutos e exige agendamento prévio
Com duração aproximada de 90 minutos, a atividade é voltada para grupos e requer agendamento com pelo menos 15 dias de antecedência, além de pagamento antecipado.
Os valores variam conforme o tamanho do grupo:
- R$ 105,00 por pessoa para grupos com 40 participantes ou mais
- R$ 115,00 por pessoa para grupos entre 20 e 39 pessoas
Vinícola Garibaldi amplia portfólio de experiências enoturísticas
A nova atração passa a integrar o conjunto de experiências já oferecidas no complexo enoturístico da vinícola. Entre elas está o roteiro “Uma História para Degustar”, que apresenta a trajetória da cooperativa e a influência das estações na produção das uvas, com degustações em ambientes temáticos.
Também fazem parte do portfólio experiências como:
- “Taça & Trufa”, com degustação de vinhos, espumantes e trufas artesanais
- “Desperte seus Sentidos”, com degustação às cegas de rótulos premium
- “Taça & Prosa”, focado em harmonização de espumantes e métodos de produção
Agendamentos para o Almoço na Vinícola Garibaldi
As reservas devem ser feitas com antecedência pelo WhatsApp (54) 99196-5577 ou pelo e-mail [email protected].
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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