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Viaje Legal: 5 coisas para conferir antes de viajar

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Viajar pelo Brasil é uma experiência incrível. De norte a sul, nosso país oferece uma diversidade única de paisagens e culturas, reservando um tipo de roteiro ideal para cada perfil de viajante. Seja para curtir as praias do Nordeste, o frio das serras do Sul ou a natureza exuberante da Amazônia, há sempre um novo destino esperando para ser descoberto.

No entanto, para que o passeio seja perfeito e sem imprevistos, é fundamental estar atento a alguns detalhes antes mesmo de fazer as malas. O planejamento vai além da escolha do hotel e das passagens; envolve garantir que os serviços contratados sejam seguros, legais e que a documentação de todos os passageiros esteja em dia para evitar dores de cabeça no meio do caminho.

Pensando nisso, o Ministério do Turismo separou orientações essenciais para garantir uma viagem tranquila. Confira abaixo as 5 dicas fundamentais:

1. Verificação no Cadastur

Antes de fechar contrato com qualquer agência de viagens, guia de turismo ou meio de hospedagem, verifique se o prestador possui o selo do Cadastur. Esse cadastro do Ministério do Turismo garante que a empresa ou profissional atua na legalidade e segue as normas de segurança e qualidade exigidas pelo governo brasileiro.

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Como conferir: Acesse o site oficial do Cadastur clicando aqui.

2. Documentação e Saúde

Não saia de casa sem conferir a validade do seu RG ou CNH, pois documentos de identificação com foto são obrigatórios para embarques e check-ins em hotéis. Além disso, a saúde não pode ficar de fora: tenha sempre à mão o Cartão Nacional de Saúde (SUS) ou a carteirinha do plano de saúde, além do comprovante de vacinação atualizado, que é exigido para a entrada em alguns parques nacionais e áreas de preservação.

Atenção: crianças e adolescentes exigem documentações judiciais ou extrajudiciais específicas para viajar. Para conferir as regras detalhadas, clique aqui.

3. Planejamento do Roteiro

O Brasil é um país de dimensões continentais, o que exige um planejamento detalhado. Pesquise previamente sobre o clima do destino na época da viagem, as formas de pagamento aceitas no local e a acessibilidade dos atrativos. Estudar o roteiro é crucial para evitar transtornos, principalmente para quem viaja com crianças, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida.

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4. Direitos do Consumidor e Denúncias

Caso enfrente problemas com serviços contratados, como overbooking, cancelamentos indevidos ou má prestação de serviços, utilize os canais oficiais de apoio:

Consumidor.gov.br: para resolver conflitos diretamente com as empresas.

Disque 100 ou 180: Canais para denúncias de violação de direitos humanos ou violência contra a mulher.

Fale com o MTur: o site do Ministério do Turismo possui canais de ouvidoria para relatar irregularidades no setor.

5. Seguro Viagem

Imprevistos não escolhem hora, nem lugar. A contratação de um seguro viagem é recomendada mesmo para roteiros nacionais, pois oferece cobertura para emergências médicas, extravio de bagagem e até cancelamento de voos. Viajar segurado é a garantia de que, se algo sair do planejado, você terá o suporte necessário sem custos extras inesperados.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Seminário Brasil Saudável reúne organizações e sociedade civil para discutir caminhos para a eliminação de doenças determinadas socialmente

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O 3º Seminário do Programa Brasil Saudável reúne, neste domingo (16), na capital federal, representantes do poder público, instituições de ensino e pesquisa, organismos internacionais, entidades da área da saúde e organizações da sociedade civil para discutir estratégias de enfrentamento dos determinantes sociais e das desigualdades que impactam as condições de saúde da população. As atividades contam com a moderação técnica do Ministério da Saúde (MS) e apresentam como eixo central o caminho para eliminação das doenças determinadas socialmente.

Os debates têm como foco aproximar diferentes perspectivas e experiências, fortalecendo a construção coletiva de estratégias para enfrentar condições sociais, econômicas, ambientais e territoriais que contribuem para a persistência de doenças e desigualdades em saúde. O evento acontece como atividade prévia do 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, o MedTrop 2026, considerado maior encontro multidisciplinar sobre doenças infecciosas, parasitárias e saúde pública da América Latina, e promove discussões em torno da integração entre ciência, políticas públicas, participação social e ações intersetoriais. São aguardadas, durante a semana, cerca de 4 mil pessoas no evento.

Em sua fala inicial, a secretária adjunta de Vigilância em Saúde e Ambiente do MS, Marília Santini, explicou que o diferencial da abordagem debatida no seminário é integrar o tema das doenças socialmente determinadas sob uma nova perspectiva. “Não o tratamos apenas como uma questão clínica, mas como um desafio social complexo, marcado pela desigualdade. Compreendemos que a solução depende de fatores estruturais, como o acesso à água potável, saneamento básico, melhoria das condições de moradia e aumento da renda. O grande desafio, é promover uma mudança de hábitos e de cultura”, declarou.

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Santini contextualizou, ainda, que as parcerias de trabalho eram focadas estritamente em doenças específicas, como a malária ou o tracoma – o que muda com um novo olhar trazido pelo Brasil Saudável. “Com o Programa Brasil Saudável ampliamos essa rede e passamos a focar na melhoria das condições do território, visando prevenir diversas enfermidades de forma integrada”, disse.

A programação, que acontece até o fim do dia, recebeu, ainda, na mesa de abertura, representantes da Rede Brasileira em Pesquisa em Tuberculose (Rede TB), do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Coletivo da Sociedade Civil no Programa Brasil Saudável, da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Painéis temáticos

No período da manhã, o primeiro painel abordou o tema “Saúde nos Trópicos e os desafios contemporâneos para a eliminação das doenças determinadas socialmente no Sul Global”. Os expositores falaram sobre o panorama e os desafios atuais para a eliminação dessas doenças, além dos obstáculos para a implementação de programas públicos nos territórios. Também foram discutidas as relações entre mudanças climáticas, desigualdades territoriais e proteção dos territórios tradicionais, assim como a importância da participação social e da articulação intersetorial.

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O segundo painel trouxe enfoque para diferentes formas de racismo, iniquidades e direito à saúde. A mesa ampliou o debate sobre os determinantes sociais da saúde a partir das experiências de diferentes populações. Entre os temas discutidos destacam-se racismo, território e direito à saúde, violências e exclusão social da população negra, iniquidades e direitos dos povos indígenas, além de racismo estrutural.

No período da tarde, o terceiro painel debate a proteção social e convergência de políticas públicas. Em pauta serão discutidos determinantes sociais e as interseccionalidades, as vulnerabilidades que atravessam territórios e gerações, a intersetorialidade no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e o enfrentamento das iniquidades vivenciadas pela população LGBTQIAPN+. O quarto e último painel tem como objetivo amplificar o olhar a respeito de ciência, inovação e implementação territorial, e destaca, também, a contribuição da pesquisa e da produção de conhecimento para o enfrentamento dos determinantes sociais.

No encerramento será apresentada a sistematização das atividades e realizada discussão sobre perspectivas para fortalecer ações intersetoriais entre ciência, gestão e sociedade civil na eliminação das doenças determinadas socialmente. As participações destacam que o enfrentamento das doenças determinadas socialmente exige uma atuação articulada entre diferentes setores do Estado e da sociedade, com políticas públicas capazes de considerar as especificidades dos territórios e as diferentes situações de vulnerabilidade que influenciam o processo saúde-doença.

Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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