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Agro

Vetanco fortalece parceria com produtores de ovos em Roraima e impulsiona desenvolvimento da avicultura regional

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Ação técnica fortalece relação com produtores de ovos no Norte do Brasil

Entre os dias 4 e 6 de fevereiro, a Vetanco, referência em soluções para saúde animal, realizou uma visita técnica a avicultores de postura comercial em Boa Vista, um dos polos mais importantes da produção de ovos no Norte do Brasil.

A iniciativa, desenvolvida em parceria com a Basevet, teve como objetivo estreitar o relacionamento com os produtores locais, compreender as particularidades do sistema produtivo regional e oferecer suporte técnico direto aos avicultores.

Troca de experiências e suporte técnico especializado

Durante os três dias de atividades, a equipe da Vetanco visitou propriedades avícolas na região, promovendo diálogo aberto com os produtores e oferecendo orientações voltadas à melhoria da eficiência produtiva, sanidade das aves e qualidade dos ovos.

O encontro também permitiu discutir os principais desafios enfrentados pelos sistemas de produção, como condições climáticas, manejo sanitário e adoção de tecnologias.

Segundo David Felipe, coordenador de território Norte e Nordeste da Vetanco, o contato direto com os produtores é essencial para entender as demandas do campo:

“A visita nos ajudou a compreender melhor as necessidades da região e a desenvolver soluções que realmente agreguem valor aos negócios. Estar próximo do produtor e de nossos distribuidores é essencial para fortalecer toda a cadeia avícola”, destacou.

Expansão da presença da Vetanco e oportunidades de mercado

Além da troca técnica, a visita também teve caráter estratégico, com o objetivo de ampliar a presença do portfólio da Vetanco em Roraima e consolidar a parceria com a Basevet como distribuidora local.

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De acordo com David Felipe, o mercado de ovos no estado vive um momento de forte expansão, impulsionado por investimentos em tecnologia e pela ampliação do consumo regional.

“O setor avícola de Roraima está em crescimento acelerado, com foco no abastecimento local, no atendimento de mercados próximos como o Amazonas e, futuramente, na exportação para países vizinhos”, afirmou o coordenador.

Produção de ovos em Roraima cresce mais de 160% em uma década

Segundo dados da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM), o estado de Roraima produziu cerca de 13,5 milhões de dúzias de ovos de galinha em 2024, mais que o dobro do volume registrado dez anos antes, quando a produção era de 5,1 milhões de dúzias.

O avanço reflete o aumento dos investimentos em infraestrutura, nutrição e biosseguridade, além do fortalecimento das parcerias entre empresas de tecnologia veterinária, distribuidores e produtores locais.

Vetanco reforça compromisso com o desenvolvimento regional

A ação em Boa Vista integra o plano da Vetanco de aproximar suas soluções do campo e fortalecer a produtividade de pequenos e médios produtores nas regiões Norte e Nordeste. A empresa destaca que o foco está em levar inovação, qualidade e suporte técnico contínuo às propriedades, contribuindo para a sustentabilidade e competitividade da avicultura brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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