Política Paraná
Vereadores de esquerda radicalizam durante a diplomação
O que era para ser um evento apartidário organizado pela Justiça Eleitoral de Curitiba, a diplomação dos vereadores e suplentes da Câmara Municipal de Curitiba acabou se tornando um exemplo de como o radicalismo estará nas veias de alguns parlamentares de esquerda, em especial as calouras Professora Angela (Psol) e Vanda Assis (PT), ligada a tendência MS (Militância Socialista), a mesma do deputado federal Tadeu Veneri (PT).
As duas vereadoras calouras exibiram cartazes contra o bolsonarismo quando foram pegar os diplomas de eleitas, mas a manifestação serviu para mostrar que os seguidores de Jair Bolsonaro (PT) são em maior número em Curitiba e no Paraná, a dupla terminou vaiada por mais de 80% dos presentes no auditório de uma universidade no Campo Comprido, para ficar claro a insatisfação,
Se não bastasse a manifestação espontânea dos convidadas, ambas levaram puxões de orelhas dos juízes da Justiça Eleitoral, aplaudidos pela maioria do público.
A Câmara Municipal de Curitiba na 19ª legislatura será composta pela maioria de vereadores de direita e extrema-direita, o que deve provocar debates acirrados a partir de fevereiro de 2025.
O Psol é um partido contraditório, as tendências pregam lições de Trótski, Lenin e Marx, alguns militantes deixaram a legenda para se unir a direita.
O PT com Lula vive um período de crise, ainda não está claro se Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá para a reeleição e as tendências estão divididas entre investir na permanêcia do atual presidente ou se a sigla começa a procurar desde já um herdeiro para 2026.

Professora Angela (Foto: Luiz Costa)
Política Paraná
PT acredita no potencial de Enio Verri para 2026
A eleição para o governo do Paraná nos bastidores anda a mil por hora, quando você acha que sabe tudo, acaba descobrindo que não sabe nada, porque as transformações ocorrem sem controle, agora o presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva (PT) suspendeu o aumento de 6% na conta de luz, para beneficiar os paranaenses e quem sabe, a candidatura do petista Enio Verri, presidente de Itaipu, ao governo do Paraná.
Indo para o terceiro ano no comando da estatal, pouca coisa mudou em Itaipu, a torração de grana continua e tem ONG que irá receber R$ 600 milhões assim sem mais nem menos, sem um controle do Tribunal de Contas da União, o festival conhecido como Janjapaloosa que o diga como a entidade é boazinha para alguns setores ligados ao governo federal.
Mesmo assim, o PT do Paraná acredita no potencial de Enio Verri para a eleição de quatro de outubro de 2026, por enquanto, o paranaense nem sabe que ele existe, apenas na região de Maringá, com há investimentos maciços nos meios de comunicação, o ex-deputado federal ganha um pouco de visibilidade.
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