Paraná
Vencedores do concurso Café Qualidade Paraná serão divulgados nesta quinta-feira
Os vencedores do 21ª concurso Café Qualidade Paraná serão divulgados nesta quinta-feira (30), em Mandaguari, no Norte do Estado. Participaram da disputa 132 lotes — 89 na categoria natural e 43 processados pelo método cereja descascado —, originados de todas as regiões produtoras do Estado. A lista dos cafeicultores que disputam o prêmio pode ser conferida AQUI.
Processamento natural, ou via seca, é o método em que os frutos são secados inteiros. No cereja descascado, também chamado de via úmida, retira-se a polpa do grão antes da secagem.
“Há 21 anos o concurso vem promovendo a bebida, o cafeicultor e o potencial das regiões produtoras paranaenses”, afirma o economista Paulo Sérgio Franzini, secretário-executivo da Câmara Setorial do Café, entidade que organiza a disputa.
São esperados mais de 300 participantes no encontro, entre cafeicultores, técnicos e lideranças do setor.
A avaliação dos cafés inscritos tem duas etapas. Na primeira, são analisadas as características físicas segundo os critérios da COB (Classificação Oficial Brasileira). O objetivo é detectar defeitos como grãos quebrados ou avariados por insetos. Foram aprovados 91 lotes, 60 da categoria natural e 31 de cereja descascado, nessa avaliação.
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Sustentabilidade: IDR-Paraná difunde conhecimento na 20ª Jornada de Agroecologia
Na segunda fase, a prova de xícara, uma equipe de 11 experientes julgadores avaliou aroma, doçura, acidez, corpo, sabor, gosto remanescente e balanço da bebida com a metodologia da Associação de Cafés Especiais (SCA, na sigla em inglês).
PRÊMIO – Nas duas categorias, os finalistas classificados até o terceiro lugar têm garantida a compra de seu lote pela cotação da bolsa de valores brasileira (B3) na quarta-feira (29), acrescida de 50% de bônus.
PATROCÍNIO – O concurso Café Qualidade Paraná é patrocinado pela Amiste Cafés, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Bratac Seda, Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa), Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal), Crea-PR, Faep (Federação da Agricultura do Paraná), Fetaep (Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná), Grupo Dois Irmãos, Integrada Cooperativa Agroindustrial, e Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), Prefeitura de Mandaguari, Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), Sicredi (Sistema de Crédito Cooperativo) e Sociedade Rural do Paraná.
A Câmara Setorial do Café do Estado do Paraná, a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná) e Associação dos Engenheiros-Agrônomos de Londrina organizam a disputa.
Serviço
21° Concurso Café Qualidade Paraná
Solenidade de divulgação e premiação dos vencedores
Data: 30/11 (quinta-feira)
Horário: 9h
Local: Associação Atlética Cocari, situada na BR 376, km 395, em Mandaguari
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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