Paraná
Universidades estaduais entram em recesso acadêmico nesta quarta-feira
As universidades estaduais do Paraná iniciam o recesso das aulas nesta quarta-feira (20), com previsão de retorno das atividades acadêmicas em janeiro de 2024. Desde 2021, as instituições estaduais de ensino superior atuam para alinhar os calendários acadêmicos, afetados em razão da pandemia do novo coronavírus.
A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) adequou o dela ao longo deste ano e as demais instituições planejam regularizar os períodos acadêmicos no decorrer 2024. A expectativa é que todas estejam com os calendários das atividades de ensino regulares a partir de 2025.
Na UEPG, os estudantes retornarão às atividades em 19 de fevereiro, com início do ano letivo de 2024.
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) retoma as atividades em 8 janeiro, dando continuidade ao segundo semestre letivo de 2023. Assim também será nas demais. As universidades estaduais de Londrina (UEL) e do Centro-Oeste (Unicentro) voltam no dia 22 de janeiro (concluindo calendário 2023). Na sequência, em 1º de fevereiro, começam as aulas das universidades estaduais do Oeste do Paraná (Unioeste), do Norte do Paraná (UENP) e do Paraná (Unespar).
Atualmente, a UEM, a Unicentro e a UENP estão tramitando nos conselhos superiores as propostas para os respectivos calendários acadêmicos referentes ao ano letivo de 2024.
Confira as datas de retorno das atividades nas universidades estaduais:
UEL – 22 de janeiro
UEM – 8 de janeiro
UEPG – 19 de janeiro
Unioeste – 1º de fevereiro
Unicentro – 22 de janeiro
UENP – 1º de fevereiro
Unespar – 1º de fevereiro
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira
O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).
Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz
A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.
De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.
Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.
A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.
Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.
Processo 0001701-26.2025.8.16.0122
Matérias anteriores
09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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