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UEPG inaugura prédio que vai atender ações culturais e extensionistas

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A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) inaugurou nesta segunda-feira (25) o Edifício Fausi Azis Chagury, anexo ao Cine Teatro Pax. A instituição fechou um ciclo de 16 anos desde o primeiro pedido de construção. O prédio, de 4.407,06 m², possui investimento total de R$ 6,7 milhões e será administrado pela Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (Proex). O edifício foi construído com investimento de diversas fontes de recursos – R$ 4,5 milhões da Secretaria da Ciências Tecnologia e Ensino Superior, R$ 1,7 milhão de verba federal e R$ 530 mil próprios. 

O anexo do Cine Teatro Pax é disposto em quatro pavimentos, todos acessíveis por meio de dois elevadores. O primeiro será destinado à Proex e o segundo andar servirá de espaço para atividades do Centro de Pesquisa e Pós-Graduação em Direito (Ceppodi). Os dois últimos pavimentos já abrigam equipes do Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância (Nutead) e TV Educativa (TVE-UEPG).

A construção foi concebida para ser executada em etapas, sendo que a primeira versão do projeto arquitetônico elaborada e aprovada nos órgãos competentes em 2007. Na primeira fase das obras, foram executados os serviços preliminares de infraestrutura, superestrutura e cobertura. A segunda etapa contemplou vedação; esquadrias; revestimentos; pisos; instalações hidrossanitárias, pluviais e prevenção de incêndio; instalações elétricas, telefônicas e de lógica; sistemas de sonorização e iluminação; serviços complementares, além de serviços de elevadores e paisagismo.

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Após a realização do projeto, orçamento e organizações dos editais, a Prefeitura do Campus (Precam) iniciou o processo de fiscalização da obra, na instalação de guarda corpo e corrimão das escadas e rampas; instalação das portas internas; assentamento de porcelanato nas fachadas; assentamento do paver para calçamento; pintura interna e externa; além da instalação de dois elevadores, com capacidade de oito passageiros cada.

O reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, agradeceu todas as equipes e autoridades envolvidas para a conclusão das obras. A decisão de nomear o prédio anexo como Edifício Fausi Azis Chagury partiu dele, como homenagem ao docente que atuou na UEPG e faleceu neste ano. “É uma forma de reconhecer os relevantes serviços prestados à instituição pelo professor Fausi, que sempre atuou em prol do desenvolvimento da universidade”, afirma. 

“É uma honra receber este magnífico prédio, que passa a integrar a estrutura da Proex. O espaço irá propiciar a criação de ações extensionistas, voltadas ao interesse social”, complementa a pró-reitora da Proex, Beatriz Nadal.

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PRESENÇAS – Participaram da cerimônia os secretários Sandro Alex (Infraestrutura e Logística) e Marcelo Rangel (Inovação, Modernização e Transformação Digital); o vice-reitor da UEPG, Ivo Mottin Demiate; o prefeito do câmpus, Elias Pereira; o presidente do Conselho Estadual de Educação do Paraná e professor da UEPG, João Carlos Gomes; e autoridades municipais.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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