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Trichoderma ESALQ 1306 aumenta produtividade do milho em até 60% mesmo sob seca, revela estudo internacional

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Estudo internacional comprova eficácia do Trichoderma no milho

Um estudo internacional liderado pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) demonstrou que a cepa Trichoderma harzianum ESALQ 1306 pode aumentar a produtividade do milho em até 60% mesmo em condições de déficit hídrico.

A pesquisa contou com a participação de instituições brasileiras e internacionais, incluindo a Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS), Unesp, Embrapa, a University of Antwerp (Bélgica) e a Princess Nourah University (Arábia Saudita).

O artigo, intitulado “Mitigating drought effects in maize with Trichoderma harzianum (strain ESALQ 1306): a bioinoculant for sustainable agriculture”, está disponível neste link. https://pse.agriculturejournals.cz/artkey/pse-202510-0005_mitigating-drought-effects-in-maize-with-trichoderma-harzianum-strain-8211-esalq-1306-a-bioinoculant-for.php

Como a cepa melhora a produtividade do milho

O segredo do desempenho da ESALQ 1306 está no estímulo ao crescimento radicular, ampliando a área de absorção de água e nutrientes do solo. Isso aumenta a tolerância das plantas ao estresse hídrico, garantindo maior consistência e uniformidade na lavoura.

Além disso, a cepa oferece controle biológico eficiente contra nematoides e patógenos do solo, combinando proteção e bioestimulação em um único organismo vivo.

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Thiago Castro, gerente de P&D da Koppert Brasil, destaca:

“A cepa ESALQ 1306 traduz ciência de ponta em performance agronômica. Ao fortalecer o sistema radicular e mitigar o impacto da seca, ela entrega produtividade com resiliência, exatamente o que o agricultor precisa.”

Colaboração científica e validação internacional

O estudo reuniu diversos pesquisadores, como Renato Lustosa Sobrinho, técnico da UEMS e pesquisador associado na University of Antwerp, e Prof.ª Dra. Taciane Finatto, entre outros especialistas brasileiros e internacionais.

A pesquisa reforça a autoridade tecnológica da Koppert e consolida a ESALQ 1306 como ferramenta estratégica para uma agricultura sustentável e de alta performance, especialmente em cenários de variabilidade climática e estresse hídrico.

Da ciência para o campo

Desenvolvida em parceria com a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP), a cepa integra o portfólio da Koppert Brasil e é compatível com práticas de manejo consolidadas, como tratamento de sementes, manejo de solo, nutrição equilibrada e rotação de culturas.

Segundo Castro:

“Soluções biológicas com base científica sólida respondem a riscos como clima, sanidade e eficiência de insumos. Nosso papel é conectar essa evidência à operação do produtor, gerando resultados reais com responsabilidade e sustentabilidade.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Inflação acelera para famílias de baixa renda em abril e energia pesa no orçamento, aponta Ipea

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A inflação voltou a acelerar para as famílias de baixa renda em abril, pressionada principalmente pelos aumentos nos preços da energia elétrica, medicamentos e alimentos básicos. Os dados são do indicador de inflação por faixa de renda divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo o levantamento, a inflação das famílias com renda mensal de até R$ 2.299,82 avançou de 0,85% em março para 0,92% em abril, tornando essa faixa a mais impactada pela alta do custo de vida no período.

Enquanto isso, as demais faixas de renda registraram desaceleração inflacionária ao longo do mês.

Energia elétrica e medicamentos lideram pressão inflacionária

De acordo com o Ipea, os principais responsáveis pela aceleração da inflação entre as famílias mais vulneráveis foram os reajustes da energia elétrica e dos produtos farmacêuticos.

A conta de luz subiu 0,72% em abril, enquanto os medicamentos registraram alta de 1,8%, ampliando a pressão sobre o orçamento doméstico das famílias de menor renda.

O instituto destaca que os gastos com energia e saúde possuem peso maior na composição das despesas das camadas mais pobres da população, o que explica o impacto mais intenso da inflação nesse grupo.

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No acumulado entre janeiro e abril de 2026, a inflação para as famílias com renda de até R$ 2.299,82 chegou a 2,66%.

Apesar da aceleração recente, o Ipea ressalta que, no acumulado dos últimos 12 meses, essa faixa ainda apresenta a menor inflação entre todos os estratos de renda, com variação de 3,83%.

Alimentos seguem pressionando inflação no Brasil

Para o conjunto das famílias brasileiras, independentemente da renda, os alimentos continuaram entre os principais vetores de pressão inflacionária em abril.

Entre os produtos que registraram maiores aumentos de preços estão:

  • arroz: 2,5%;
  • feijão carioca: 3,5%;
  • batata: 6,6%;
  • carnes: 1,6%;
  • ovos: 1,7%;
  • leite: 13,7%.

A alta dos alimentos mantém preocupação entre consumidores e setores ligados ao abastecimento e ao agronegócio, especialmente diante da volatilidade dos custos de produção e das pressões climáticas e logísticas.

Saúde e combustíveis também impactaram orçamento das famílias

Outro grupo que apresentou forte impacto inflacionário foi o de saúde e cuidados pessoais. O avanço foi puxado pelo aumento dos artigos de higiene pessoal, com alta de 1,6%, além dos reajustes dos serviços médicos, que subiram 1%.

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Os combustíveis também contribuíram para a pressão inflacionária em abril. Segundo o levantamento, os preços registraram alta de 1,8%, influenciados pelas tensões geopolíticas internacionais envolvendo o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.

O cenário mantém o custo de vida pressionado no país e reforça a preocupação com o poder de compra das famílias, especialmente das camadas de menor renda.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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