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Três cafeicultores mineiros representam o Brasil em prêmio internacional da illycaffè em Roma

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A illycaffè celebra o 10º aniversário do Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy, uma das premiações mais prestigiadas do setor, que reconhece produtores de café de excelência em todo o mundo. Criado em homenagem a Ernesto Illy, filho do fundador da empresa, o prêmio destaca três décadas de parceria com cafeicultores comprometidos com a qualidade e a sustentabilidade.

Neste ano, 27 finalistas de nove países disputam o título de “Best of the Best” e o “Coffee Lovers’ Choice”, em cerimônia marcada para 6 de novembro, na sede da FAO, em Roma (Itália).

Brasil em destaque: três mineiros entre os finalistas

O Brasil é novamente destaque na competição. Os três cafeicultores brasileiros finalistas são todos de Minas Gerais e venceram o 34º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso. São eles:

  • Dimas Mendes Bastos, da Fazenda Serra de São Bento (Matas de Minas)
  • Fazenda Sequoia Minas, localizada na Chapada de Minas
  • Leda Terezinha Castellani Pereira Lima, da Fazenda Nova Esperança (Sul de Minas)

Os produtores representam o país entre 27 concorrentes internacionais, que fornecem cafés de alta qualidade para a illycaffè.

Finalistas de nove países concorrem ao prêmio internacional

Além do Brasil, concorrem produtores da Costa Rica, El Salvador, Etiópia, Guatemala, Honduras, Índia, Nicarágua e Ruanda. As amostras foram cuidadosamente analisadas pelos laboratórios da illycaffè, que avaliaram aspectos de qualidade, aroma e sustentabilidade com base na safra 2024/2025.

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Entre os selecionados estão fazendas e cooperativas reconhecidas por sua excelência, como:

  • Costa Rica: Coopelibertad R.L., CoopeSabalito R.L. e Coope Tarrazú R.L.
  • El Salvador: Finca Agua Caliente, Finca Bolívar e Finca Villa Mercedes.
  • Etiópia: Gerema Adere Washing Station Plc, Guji Uraga Tracon Washing Station e Legudi Trading P.L.C.
  • Guatemala: Finca Buena Vista, Finca Hojarales e Small Producers de Santa Cruz Naranjo.
  • Honduras: Finca Loma Linda, Finca Rancho Escondido e Finca Rio Frio.
  • Índia: Igoor Estate, Margolly Estate e Nullore Estate.
  • Nicarágua: Finca D’Andrea, Finca Los Arroyos e Finca Santa Matilde.
  • Ruanda: Muhura Coffee Washing Station, Mush Onyi Coffee Washing Station e Ngamba Coffee Washing Station.
Cerimônia e avaliação internacional em Roma

Na cerimônia de Roma, os representantes de cada país conhecerão os nove cafés finalistas que avançarão para a etapa final do prêmio. As amostras serão avaliadas por um júri internacional multidisciplinar, composto por chefs, jornalistas, degustadores e especialistas em café, que definirão o vencedor do título Best of the Best.

Paralelamente, consumidores de diferentes partes do mundo poderão participar de degustações às cegas, elegendo seu favorito para o Coffee Lovers’ Choice — uma categoria que reflete a preferência do público.

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Sustentabilidade como essência da produção

De acordo com Andrea Illy, presidente da illycaffè, a premiação representa o compromisso da marca com a sustentabilidade e a inovação no cultivo do café.

“Acreditamos que a busca pela qualidade deve andar de mãos dadas com a sustentabilidade, criando o que chamamos de ‘qualidade sustentável’. As práticas regenerativas melhoram as colheitas, aumentam a resiliência e reduzem o impacto ambiental. Este prêmio é um agradecimento a todos que, ano após ano, produzem o melhor café do mundo”, destacou Illy.

Sobre o Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy

Lançado em 2015, durante a Expo Milão, o Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy celebra produtores que se destacam por suas práticas sustentáveis e pela qualidade excepcional de seus grãos. A iniciativa reforça o compromisso da illycaffè com um modelo de produção responsável e resiliente diante das mudanças climáticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Turismo rural ganha nova força na Zona da Mata com inauguração da Rota Ferrovia da Bocaina em Minas Gerais

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A Zona da Mata Mineira ganha um novo atrativo turístico e econômico nesta semana com a inauguração da Rota Ferrovia da Bocaina, iniciativa que une turismo rural, cultura, gastronomia, hospedagem e experiências no campo para impulsionar o desenvolvimento regional.

O projeto foi estruturado com apoio técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) e da Instância de Governança Regional (IGR) Serras de Ibitipoca, em parceria com produtores rurais, empreendedores locais e as prefeituras de Lima Duarte, Olaria e Bom Jardim de Minas.

A programação oficial de lançamento acontece entre os dias 3 e 6 de junho e deve atrair cerca de 300 visitantes para a região, consolidando uma nova opção de turismo rural em um dos cenários mais preservados de Minas Gerais.

Turismo rural como motor de desenvolvimento no campo

A abertura oficial da rota será realizada na quarta-feira (3), no Rancho Minas Forno, localizado na comunidade de Cachoeira de São Bento, zona rural de Lima Duarte.

O evento contará com a palestra “Turismo Rural e Desenvolvimento: Parcerias que Transformam Vidas no Campo”, ministrada pela coordenadora técnica estadual de Turismo Rural e Artesanato da Emater-MG, Thatiana Daniella Garcia.

Além da solenidade de inauguração, a programação inclui caminhada ecológica, passeio ciclístico, lançamento de livro e atividades voltadas à valorização do patrimônio natural, histórico e cultural da região.

A expectativa dos organizadores é fortalecer o turismo rural como uma importante fonte complementar de renda para agricultores familiares e empreendedores do meio rural.

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Rota conecta propriedades rurais, gastronomia e natureza

A Rota Ferrovia da Bocaina reúne 21 empreendimentos distribuídos entre restaurantes, pousadas, bares, propriedades rurais e atrativos turísticos.

Os estabelecimentos estão localizados nas comunidades de Cachoeira de São Bento, Rosa Gomes, Souza do Rio Grande, São José do Palmital, São Domingos da Bocaina, Capoeira Grande, Dois Córregos e Viegas, abrangendo os municípios de Lima Duarte, Olaria e Bom Jardim de Minas.

Com aproximadamente 85 quilômetros de extensão, o roteiro está situado entre a Serra Negra e a Serra de Ibitipoca, uma das regiões turísticas mais conhecidas de Minas Gerais.

Além das belezas naturais, o trajeto preserva vestígios do antigo ramal ferroviário que, no passado, deveria ligar os municípios de Lima Duarte e Bom Jardim de Minas, agregando valor histórico à experiência dos visitantes.

Projeto fortalece renda e sustentabilidade nas comunidades rurais

De acordo com a extensionista da Emater-MG, Roberta Brangioni, a iniciativa tem potencial para ampliar as oportunidades econômicas das comunidades envolvidas e estimular o desenvolvimento rural sustentável.

A proposta busca integrar a atividade agropecuária ao turismo, criando novas fontes de receita para famílias rurais e fortalecendo pequenos negócios locais ligados à gastronomia, hospedagem, artesanato e lazer.

Segundo a extensionista, o projeto também contribui para a valorização da identidade cultural das comunidades e para a permanência das famílias no campo por meio da diversificação das atividades econômicas.

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Trabalho começou em 2024 com participação das comunidades

A construção da rota teve início em 2024, durante o II Seminário Regional de Turismo Rural promovido pela Emater-MG.

A iniciativa surgiu após a demanda apresentada por uma produtora rural interessada em desenvolver um roteiro turístico capaz de conectar os atrativos da região.

A partir disso, técnicos da Emater-MG, da IGR Serras de Ibitipoca e representantes dos municípios realizaram diagnósticos participativos utilizando a metodologia Mexpar para identificar potencialidades locais, oportunidades de negócios e necessidades de qualificação.

O trabalho incluiu visitas técnicas, orientações sobre boas práticas agropecuárias, manipulação de alimentos, atendimento ao turista e serviços de hospedagem.

Infraestrutura e novos investimentos devem ser estimulados

Para o técnico da IGR Serras de Ibitipoca, Márcio Lucinda, a nova rota também poderá impulsionar investimentos em infraestrutura e serviços nas comunidades rurais.

A expectativa é que o aumento do fluxo de visitantes incentive melhorias em acessos, sinalização, equipamentos turísticos e oferta de serviços, ampliando a competitividade da região no mercado de turismo de experiência.

Com a inauguração da Rota Ferrovia da Bocaina, a Zona da Mata Mineira fortalece sua posição como destino de turismo rural e reforça uma tendência cada vez mais presente no agronegócio brasileiro: a integração entre produção rural, preservação ambiental, cultura local e geração de renda no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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