Agro
Touro Edank Jabaquara lidera Sumário de Fêmeas Jovens e fortalece Padrão GENEX no Gir Leiteiro
O touro Edank TE Jabaquara, integrante da bateria Leite Zebu da GENEX, reafirma seu protagonismo no melhoramento genético do Gir Leiteiro. Ele se destacou como principal padreador do Sumário de Fêmeas Jovens ABCGIL 2025, divulgado durante a ExpoLeite/ExpoGil Nacional, evidenciando sua influência na pecuária leiteira tropical.
Alto impacto genético nas TOP 1000 fêmeas jovens
O Sumário revela que 379 filhas de Edank estão entre as TOP 1000 fêmeas jovens, representando 37,9% do total. Entre as cinco primeiras colocadas, três são filhas e uma é neta do reprodutor. Já entre as dez primeiras, seis são filhas e uma é neta, comprovando a força de transmissão e estabilidade genética de Edank.
Consistência comprovada e resultados genômicos
Edank lidera também o sumário ABCGIL/EMBRAPA há três anos consecutivos, com PTA Leite de +888 kg e resultados genômicos consistentes. Segundo Gabriel Godoy, gerente de Produto e Contas-Chave Leite da GENEX Brasil, o desempenho do touro evidencia o compromisso da GENEX em oferecer genética que alia produção, funcionalidade e longevidade, contribuindo para o progresso da pecuária leiteira tropical por gerações.
Papel estratégico para a pecuária leiteira tropical
“O desempenho do Edank no Sumário de Fêmeas Jovens demonstra a força de uma genética comprovada e consistente no campo, geração após geração. Ele é um dos touros mais influentes do Gir Leiteiro moderno, evidenciando o papel estratégico da raça para rebanhos produtivos e sustentáveis”, afirma Godoy.
O sucesso de Edank reforça o Padrão GENEX, que prioriza genética de alto desempenho com impacto duradouro na produção leiteira tropical.
Mais informações sobre a bateria Leite Zebu GENEX
Para conhecer toda a bateria Leite Zebu GENEX e entender como a GENEX impulsiona a evolução genética e produtiva da pecuária leiteira brasileira, acesse: www.genexbrasil.com.br.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Comércio entre Brasil e China cresce no início de 2026 com alta nas exportações e mudança nas importações
O comércio bilateral entre Brasil e China iniciou 2026 com desempenho positivo, marcado pelo avanço das exportações brasileiras e por mudanças relevantes no perfil das importações. Os dados do primeiro trimestre apontam crescimento de 21,7% nas vendas externas, que somaram US$ 23,9 bilhões, enquanto as importações recuaram 6%, totalizando US$ 17,9 bilhões.
China lidera como principal parceira comercial do Brasil
A China manteve sua posição como principal destino das exportações brasileiras, respondendo por 29% do total embarcado no período. Ao mesmo tempo, o país asiático segue como o maior fornecedor de produtos ao Brasil, com participação de 26,3% nas importações.
Esse desempenho reforça a relevância da relação comercial entre os dois países, especialmente em setores estratégicos para a economia brasileira.
Petróleo lidera exportações com valor recorde
O principal destaque das exportações foi o petróleo, que atingiu valor recorde de US$ 7,19 bilhões no primeiro trimestre. O resultado reflete o elevado volume de embarques, com destaque para cargas originadas no estado do Rio de Janeiro.
O aumento das compras chinesas está associado à busca por diversificação de fornecedores, em meio a incertezas geopolíticas no Oriente Médio.
Carne bovina também registra forte crescimento nas vendas
Outro produto de destaque foi a carne bovina, que somou US$ 1,8 bilhão em exportações para a China, também alcançando nível recorde no período.
A adoção de uma salvaguarda pelo país asiático no início do ano levou exportadores brasileiros a anteciparem embarques, com o objetivo de aproveitar cotas disponíveis sob tarifas reduzidas.
Importações mudam perfil com avanço de veículos eletrificados
No fluxo de importações, o destaque foi a mudança no perfil das compras brasileiras. As aquisições de veículos eletrificados — incluindo modelos híbridos plug-in e totalmente elétricos — atingiram US$ 1,23 bilhão no trimestre.
O valor representa um crescimento expressivo, cerca de 7,5 vezes superior ao registrado no mesmo período de 2025.
Esse avanço está relacionado à antecipação de embarques por parte de importadores, diante da previsão de aumento gradual das tarifas de importação, que devem chegar a 35% a partir de julho, superando os níveis atuais.
Perspectiva aponta continuidade da relevância da China no comércio exterior
O desempenho registrado no início de 2026 reforça a importância da China como principal parceiro comercial do Brasil, tanto nas exportações quanto nas importações.
A tendência é de continuidade dessa relação estratégica ao longo do ano, com destaque para commodities e produtos agropecuários nas exportações, além de bens industriais e tecnológicos no fluxo de importações.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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