Paraná
Teatro Guaíra oferece curso gratuito de técnicas corporais para artistas do movimento
Práticas de pilates e yoga, exercícios de consciência corporal e técnicas voltadas à exploração do movimento, ao autoconhecimento e à expressão artística são algumas das atividades desenvolvidas desde maio pelas turmas do curso de Técnicas Corporais, ministrado pelo bailarino, fisioterapeuta e coreógrafo Carlos Cavalcante, servidor de carreira do Teatro Guaíra.
A proposta deste ano amplia o trabalho realizado em 2025, quando o ministrante conduziu o curso de Consciência Corporal, e apresenta às novas turmas atividades práticas que articulam educação somática, preparação física e criação cênica. As aulas privilegiam a integração entre corpo, som e movimento, estimulando tanto o aprimoramento técnico quanto a pesquisa expressiva dos participantes.
A psicóloga e dançarina Leidiane Barbosa veio de Novas Laranjeiras, cidade localizada no Sudoeste do Paraná, a mais de 380 km de Curitiba, para participar do curso. “Logo que vi a abertura das inscrições, me inscrevi e deu tudo certo. O curso é somente um final de semana, mas é extremamente completo, valeu muito a pena, e estar aqui no Teatro Guaíra também é a realização de um sonho, de ter essa experiência de aulas com um profissional da dança do Teatro Guaíra, foi riquíssimo, com muita informação para aplicar na nossa arte e no nosso trabalho”.
Para Leidiane, essa é também uma oportunidade para que artistas tenham acesso ao trabalho desenvolvido no teatro. “Todo mundo se imagina fazendo algo no Guaíra e esta é uma chance de ampliar a arte produzida aqui e levar um pouco dela para todos os cantos”, destacou.
A artista performática Lauana Geremias participou no ano passado do curso de Integração Somática e Consciência Corporal e decidiu participar novamente neste ano. “Não importa se é a primeira ou a segunda vez: a gente sai extasiado daqui porque há muito aprendizado e o curso também é oportunidade não só para aprender com o professor, mas para a troca com os colegas que participam da atividade. É enriquecedor, magnífico”, disse.
Marcela Caroline, bailarina e fisioterapeuta, aproveitou também a oportunidade para matar saudades e relembrar do período que foi aluna da Escola de Dança Teatro Guaíra. “Foi uma experiência incrível e podemos levar essas abordagens trazidas no curso de formas diferentes para nossas práticas profissionais. É um lugar da cidade que é referência para os artistas e, para mim particularmente, tem um valor incrível. Fui aluna e retornar e rever os professores é algo muito recompensador”.
O curso ofertado pelo Centro Cultural Teatro Guaíra teve início em maio e é voltado a artistas de circo, bailarinos, grupos de dança, professores de dança e artistas independentes com mais de 18 anos. Com carga horária total de 12 horas, é gratuito, e as aulas são oferecidas em finais de semana, com encontros aos sábados, das 10h às 13h, e aos domingos, das 14h às 17h, nas dependências do Centro Cultural Teatro Guaíra. O próximo ocorre nos dias 18 e 19 de julho, e o encerramento está previsto para os dias 22 e 23 de agosto.
SOBRE O MINISTRANTE – Carlos Cavalcante tem trajetória consolidada nas artes cênicas e na educação somática. Formado pela Escola de Danças Maria Olenewa (RJ), foi bailarino do Balé Teatro Guaíra entre 1990 e 1997 e assinou coreografias no projeto Atelier Coreográfico. Atuou como professor na Escola de Dança do Teatro Guaíra, no Balé Teatro Guaíra e na G2 Cia de Dança. Trabalhou como arte-educador em importantes projetos sociais e integrou a equipe de implantação da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, onde também lecionou. Atualmente, além de sua formação em fisioterapia com especialização em práticas integrativas, Cavalcante atua como DJ, produtor musical e performer, unindo corpo, som e movimento em seus trabalhos pedagógicos e artísticos.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira
O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).
Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz
A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.
De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.
Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.
A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.
Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.
Processo 0001701-26.2025.8.16.0122
Matérias anteriores
09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
-
Esportes7 dias agoGrêmio vence o Internacional por 3 a 1 e avança às semifinais da Copa do Brasil
-
Política Nacional6 dias agoDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá
-
Agro6 dias agoDívida rural trava nos bancos e mais de 40 entidades cobram mudanças
-
Paraná6 dias agoMinistério Público do Paraná dá boas-vindas a 11 novos Promotores Substitutos e reforça atuação institucional
-
Brasil5 dias agoPopulação de Piraí (RJ) é atendida por carreta de saúde da mulher do Ministério da Saúde; veja como funciona
-
Entretenimento6 dias agoYudi Tamashiro exibe antes e depois de harmonização facial: ‘Muito mais jovem!’
-
Agro5 dias agoAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
Brasil5 dias agoPopulações de mais três municípios de Minas Gerais são atendidas por carretas de exames de imagem do Ministério da Saúde; veja como funciona
