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Economia

Superávit brasileiro alcança US$ 1,1 bi na terceira semana de outubro de 2025

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Na 3ª semana de outubro de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,1 bilhão e corrente de comércio de US$ 13,1 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,1 bilhões e importações de US$ 6 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 18,4 bilhões e as importações, US$ 15,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,3 bilhões e corrente de comércio de US$ 33,44 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 276,1 bilhões e as importações, US$ 227,4 bilhões, com saldo positivo de US$ 48,8 bilhões e corrente de comércio de US$ 503,5 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (20/10), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). 

Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês – 3º Semana de outubro/2025

Comparativo Mensal

Nas exportações, comparadas as médias diárias até a 3ª semana de outubro/2025 (US$ 1,411 bi) com a de outubro/2024 (US$ 1,331 bi), houve crescimento de 6,0%. Em relação às importações houve crescimento de 1,1% na comparação entre as médias diárias até a 3ª semana de outubro/2025 (US$ 1,157 bi) com a do mês de outubro/2024 (US$ 1,145 bi). 

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Assim, até a 3ª semana de outubro/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.569,57 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 253,67 milhões. Comparando-se este período com a média diária de outubro/2024, houve crescimento de 3,7% na corrente de comércio. 

Exportações e importações por Setor

No acumulado até a 3ª semana do mês de outubro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 32,54 milhões (12,7%) em Agropecuária e de US$ 67,24 milhões (23,4%) em Indústria Extrativa; houve queda de US$ 19,57 milhões (2,5%) em produtos da Indústria de Transformação. 

Já o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 27,01 milhões (2,6%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 0,11 milhões (0,5%) em Agropecuária e de US$ 15,38 milhões (22,0%) em Indústria Extrativa.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Retomada do diálogo comercial Brasil – EUA – Nota Conjunta MRE/MDIC

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Como consequência das conversas mantidas pelos Presidentes Lula e Donald Trump, os Ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços reuniram-se, de maneira virtual, na tarde de hoje, com o Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), Jamieson Greer, com o intuito de avançar nas negociações em torno de duas decisões recentes daquele país em aplicar novas tarifas sobre produtos brasileiros com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

O lado brasileiro reafirmou estar aberto ao diálogo com as autoridades norte-americanos, em linha com os históricos laços de amizade e de comércio mutuamente benéfico que marcam as relações entre os dois países.

Os Ministros reiteraram, ademais, que o governo brasileiro não concorda com as medidas unilaterais impostas contra o País, que não são compatíveis com as regras multilaterais de comércio. Uma vez mais, indicaram que as justificativas apresentadas pelo Governo dos Estados Unidos nas conclusões das investigações conduzidas ao amparo da Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana não correspondem às efetivas práticas brasileiras, sendo injusto o tratamento discriminatório adotado contra o Brasil.

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As partes concordaram em voltar a reunir-se em nível ministerial, em data oportuna, a fim de revisar o progresso alcançado nas tratativas bilaterais e nas reuniões técnicas que serão realizadas nas próximas semanas.

Admitiu-se, ainda, que as próximas reuniões sejam virtuais ou presenciais.
O governo brasileiro reitera que seguirá perseguindo um acordo equilibrado e mutuamente benéfico com os EUA, pautando-se sempre pelo respeito ao diálogo e à soberania nacional.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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