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Subestação Graça Aranha, no Maranhão, recebe licença para início das obras

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A expansão da infraestrutura de transmissão de energia elétrica no Brasil dará mais um passo estratégico com o início das obras da Subestação Graça Aranha, no Maranhão. O empreendimento faz parte das instalações do bipolo Graça Aranha – Silvânia, um dos maiores projetos do setor elétrico nacional voltado ao escoamento de geração de energia por fontes renováveis do Norte e Nordeste.

“A Subestação Graça Aranha é um projeto estruturante para o sistema elétrico brasileiro. Ela viabiliza a integração da energia renovável produzida no Norte e no Nordeste ao restante do país, fortalece a segurança do abastecimento e reduz perdas e desperdícios. É esse tipo de infraestrutura que garante uma transição energética segura, com desenvolvimento regional, empregos e sustentabilidade”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

O licenciamento vem sendo conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), responsável pela análise e emissão das licenças para a Subestação Graça Aranha e para a linha de transmissão – LT 800 kV CC (Bipolo) Graça Aranha – Silvânia.

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A nova subestação será um dos pontos de conexão do Bipolo Graça Aranha -Silvânia, uma linha de transmissão de cerca de 1.468 quilômetros de extensão, que atravessará os estados do Maranhão, Tocantins e Goiás. O sistema terá capacidade nominal de 5 gigawatts (GW), permitindo o escoamento de até 4.000 MW em operação contínua. O outro ponto de conexão é a subestação Silvânia, em Goiás, que já se encontra em obras.

Novo PAC impulsiona infraestrutura do setor elétrico brasileiro

O Bipolo Graça Aranha – Silvânia integra o Novo Programa de Aceleração e Crescimento (Novo PAC) e conta com um investimento estimado em R$ 18,1 bilhões, um dos maiores investimentos em infraestrutura do país. A previsão é que as obras sejam concluídas em março de 2030.

Considerado estratégico para o setor elétrico, o empreendimento busca ampliar o intercâmbio de energia das regiões Norte/Nordeste para o restante do país, impulsionar o desenvolvimento de novos projetos de geração renovável no Nordeste, além de fortalecer a segurança energética e reduzir o corte de geração (curtailment) em regiões produtoras.

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A nova subestação reforça a infraestrutura de transmissão do país e dá mais um passo para garantir uma matriz elétrica cada vez mais integrada, eficiente e sustentável.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil

Inaep amplia colegiado com especialistas de diferentes regiões do Brasil

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A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, realizou na última sexta-feira (14), em Brasília, a primeira reunião ordinária com a formação completa de seus membros. A composição foi definida por meio de edital público que selecionou 30 representantes da comunidade científica, sendo 15 titulares e 15 suplentes, com representantes de todas as regiões do país, com diferentes formações e conhecimentos nas diversas áreas do saber.

O acolhimento dos selecionados foi realizado no dia anterior (13) com a participação virtual do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que destacou a pluralidade de representantes que integra o colegiado. “Ela demonstra que a ética e pesquisa é uma política de Estado, construída por diferentes órgãos e instituições, com diálogo, dependência e compromisso com o interesse público.”

Instituída em 2024, a Instância integra o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Sinep) e é responsável por orientar e definir as diretrizes de ética em pesquisas científicas que envolvem pessoas. “Esse novo marco regulatório aproxima o país das melhores práticas internacionais, fortalece a confiança da sociedade na ciência e cria condições para que o Brasil amplie sua participação em estudos multicêntricos”, afirmou Padilha.

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O ministro ressaltou ainda os resultados já alcançados desde a implementação do Sinep. Entre novembro de 2025 e julho de 2026, mais de 59 mil pesquisas envolvendo seres humanos já foram aprovadas. Atualmente, o país conta com 915 Comitês de Ética em Pesquisa credenciados, reunindo mais de 16 mil profissionais.

Diálogo e diversidade

Além dos especialistas, a Inaep é composta por representantes dos Ministérios da Saúde; da Educação; e da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap); e do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

A articulação de um espaço diverso também foi evidenciada pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), Fernanda De Negri.  “A ética é uma construção coletiva que se faz no dia a dia do diálogo entre pessoas que pensam diferente, que têm seus pontos de vista diferentes”.

Com esse entendimento, explicou a secretária, a seleção dos participantes considerou critérios como a formação acadêmica, a qualificação técnico-científica, a experiência profissional em pesquisa com seres humanos e atuação em Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs).  A iniciativa estabeleceu ainda requisitos de representatividade, promoção da diversidade regional, étnico-racial e de gênero. Além disso, a participação no colegiado tem caráter voluntário e não remunerado.

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Ao destacar a atuação, a coordenadora da instância, Meiruze Freitas, reiterou que “a Inaep se fortalece ao congregar diferentes perspectivas e trajetórias, o que amplia o diálogo para o desenvolvimento da pesquisa científica”.

Rodrigo Eneas
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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