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Speech by Minister Marina Silva at the closing plenary session of COP30

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Thank you, Mr. President.

Excellencies, ladies and gentlemen,

Today, we are concluding the journey of this COP30.

I thank and congratulate Ambassador André, Ana Toni and the entire Presidency team for their important and dedicated leadership throughout this complex process; and Simon and the Secretariat team for the organization and their tireless efforts.

I would also like to congratulate Australia, Türkiye and Ethiopia on this plenary’s decision that these friendly countries will preside over COP31 and COP32. Together with my colleague, Ambassador Maurício Lyrio, and on behalf of the Government and the people of Brazil, we extend our best wishes for success in this noble undertaking.

If we could go back in time and speak with ourselves at Rio-92, what would those earlier versions of us say when looking at today’s outcomes?

They would certainly tell us, first of all, that we dreamed of achieving much more.

That we expected the environmental transition to be faster, that science would be sufficient to drive decisions, that urgency would speak louder than any other interest.

And, looking at the outcome we have reached, and at the vast and serious challenge we must confront, they would probably repeat the words of President Lula: “I am convinced that, despite our difficulties and contradictions, we need roadmaps so that, in a just and planned manner, we can reverse deforestation, overcome dependence on fossil fuels, and mobilize the resources needed to pursue these objectives.”

Although it was not yet possible to reach consensus for this fundamental call to be included in the decisions of COP30, I am certain that the support it received from many Parties and from civil society strengthens the commitment of the current Presidency to dedicate itself to developing two roadmaps: one on halting and reversing deforestation; the other on transitioning away from fossil fuels in a just, orderly and equitable manner. Both will be guided by science and will be inclusive.

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Ladies and gentlemen,

We have held this COP in the heart of the Amazon. We took an important step in recognizing the role of Indigenous Peoples, traditional communities and Afro-descendant peoples.

A just transition gained substance and voice with the presence of these groups.

We launched the TFFF, an innovative mechanism that values those who conserve and maintain tropical forests.

The text of the Global Mutirão opened an important door for advancing adaptation, with the commitment by developed countries to triple adaptation finance by 2035. This effort also included instruments to address the NDC ambition gap, such as the Global Implementation Accelerator; strengthened the alignment of NDCs with development and investment policies; and acknowledged the need to reform international mitigation finance.

One hundred and twenty-two Parties submitted their Nationally Determined Contributions, with commitments to reduce emissions by 2035. Some Parties are still missing, but these results represent fundamental gains for climate multilateralism.

Much more will be required to honor the 1.5 mission that we embraced at COP28 in Dubai.

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On global instruments for adaptation, we also made progress. There are challenges, but for the first time we have a set of global adaptation indicators, which will certainly need to be improved and expanded.

In short, we have progressed — even if modestly.

Friends,

Returning to our imagined dialogue with our younger selves, I believe we can show today that, despite delays, contradictions and disputes, there is continuity between the ambition of Rio-92 and today’s effort.

That we remain capable of cooperating, of learning, and of recognizing that there are no shortcuts — and that the courage to confront the climate crisis is the result of persistence and collective effort.

But even if those earlier versions of us were to say we have not gone as far as we once imagined we would — or needed to — they would nevertheless recognize something essential: we are still here.

And we continue steadfast in our commitment to undertake the journey necessary to overcome our differences and contradictions in urgently confronting climate change.

Thank you very much for visiting our home, the heart of the planet. We may not have received you as well as you deserved, but we received you in the way we believe expresses our gesture of love for humanity and for the balance of our planet.

Thank you.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Legados que transformaram a saúde brasileira: Ministério da Saúde homenageia 12 personalidades

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A cantora, compositora e enfermeira Dona Ivone Lara, que incorporou práticas de terapia ocupacional que inspiram o cuidado psicossocial; Anna Nery, pioneira da enfermagem no Brasil e símbolo do cuidado humanizado; e a psiquiatra Nise da Silveira, referência na humanização da assistência em saúde mental, estão entre as 12 personalidades homenageadas in memoriam pelo Ministério da Saúde, nesta quarta-feira (5), durante as celebrações do Dia Nacional da Saúde.

Instituída em homenagem ao médico e sanitarista Oswaldo Cruz, a data reforça a importância da saúde pública, do bem-estar, da prevenção de doenças e da valorização do SUS. A cerimônia ocorreu na Galeria de Honra da Saúde, no Edifício-Sede da Pasta, em Brasília, com a presença do ministro Alexandre Padilha, e de familiares dos homenageados.

“Os homenageados de hoje tiveram um papel decisivo na construção e na implementação prática do SUS, consolidando valores com o compromisso, com a vida, com o cuidado e com a reforma sanitária. Fizemos questão de reconhecer importantes nomes que abriram caminhos para o que aprendemos e aplicamos até hoje na saúde do país”, ressaltou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Durante a agenda, o ministro observou que a curadoria da galeria teve a missão de homenagear mais mulheres nesse grupo, já que a galeria possui mais homens entre as personalidades até hoje celebradas. “As mulheres são a maioria da população, as principais usuárias da nossa rede pública e as que mais acompanham a família nos atendimentos”, afirmou o ministro.

Além de relembrar o legado histórico, a data valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS), os profissionais que atuam na linha de frente do atendimento no país e reforça a necessidade contínua de investimentos em políticas públicas, vacinação e acesso universal aos serviços essenciais.

Memória e reconhecimento

A Galeria de Honra da Saúde está fixada no hall privativo do Edifício Sede do Ministério da Saúde, em Brasília, e é composta por grandes personalidades que contribuíram para a saúde pública no país. Os homenageados compõem um grupo de referências que ajudaram o Brasil a se tornar uma nação comprometida com a saúde do seu povo.

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A cerimônia contou com a presença de parentes, amigos e colegas de trabalho dos homenageados, entre eles Solange Fiori Nery, trineta de Anna Nery. “Estou aqui para receber esta homenagem em nome de Anna Nery, cuja maior preocupação sempre foi cuidar do outro e preservar a área da saúde. Esta homenagem exalta tudo o que ela fez em vida”, afirmou emocionada.

Outra participante no evento foi Ana Lima Cecilio, filha de Maria Haydée de Jesus Lima, que agradeceu a homenagem para quem tanto lutou pelo SUS. “Eu e meu irmão crescemos ouvindo-a falar sobre o SUS, que virou quase um parente da nossa família. Minha mãe tinha crença na igualdade entre as pessoas. Para ela, o tratamento desigual era insuportável”, observou.

Quem também esteve presente foi o neto de Dona Ivone de Lara, André Lara. “É uma homenagem maravilhosa à minha avó e a toda a nossa família. Considero essas figuras verdadeiros heróis, que revolucionaram o país e abriram portas. Na música e na saúde, minha avó deu acesso às pessoas, ao trabalhar com a Dra. Nise da Silveira, a um tratamento mais humanizado. Estamos muito orgulhosos e honrados”, agradeceu.

Dona Ivone Lara
Foto: Marlon Marx/MS

Confira os novos homenageados na Galeria de Honra da Saúde:

  • Anna Justina Ferreira Nery

Pioneira da enfermagem no Brasil e símbolo do cuidado humanizado, deixou um legado que inspira os princípios de acolhimento, assistência e valorização dos profissionais que sustentam o SUS.

  • Antônio Carlos Figueira

Referência no fortalecimento do SUS, destacou-se por modernizar a assistência materno-infantil, a formação de profissionais e a gestão da saúde pública brasileira.

  • Dona Ivone de Lara

Contribuiu para humanizar a saúde mental no Brasil, ao atuar na reforma psiquiátrica e na adoção de práticas de terapia ocupacional que inspiram o cuidado psicossocial promovido pelo SUS.

  • Hesio de Albuquerque Cordeiro
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Foi uma das principais lideranças da reforma sanitária brasileira. Atuou para a criar e consolidar o SUS e defendeu as políticas públicas e o acesso universal à saúde. 

  • Ivo de Oliveira Lopes

Defensor do SUS e pioneiro da humanização da assistência obstétrica, promoveu o acesso universal à saúde e trabalhou por um modelo de cuidado centrado na dignidade, no acolhimento e no respeito às mulheres e famílias.

  • Madel Therezinha Luz

Vanguardista da Saúde Coletiva no Brasil, atuou em defesa do SUS, valorizando Práticas Integrativas e Complementares e uma assistência mais humanizada e integral à saúde.

  • Maria Cecília Ferro Donnangelo

Referência da Saúde Coletiva brasileira, ajudou a consolidar as bases conceituais que orientam as políticas de saúde e os princípios do SUS.

  • Maria da Guarda Rocha

Marcou sua trajetória pela defesa dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde. Mesmo após se aposentar do serviço público, seguiu dedicando sua vida à luta social e a defesa dos direitos da pessoa idosa.

  • Maria Haydée de Jesus Lima

Destacou-se na defesa do SUS e da participação popular na saúde, além de contribuir para consolidar a gestão pública, a justiça social e os direitos dos usuários em Campinas.

  • Maria José von Paumgartten Deane

Se tornou referência na pesquisa de doenças que impactam a saúde pública brasileira e contribuiu para o avanço do conhecimento científico que fortalece o SUS.

  • Nise Magalhães da Silveira

Revolucionou o cuidado em saúde mental no Brasil ao defender práticas humanizadas que inspiraram a transformação da assistência psiquiátrica e os princípios de atenção psicossocial adotados pelo SUS.

  • Vera Maria Câmara Coelho

Referência na construção e fortalecimento do SUS, com destaque para a expansão da atenção básica, a regionalização da saúde e o aprimoramento da gestão pública no Ceará.

Victor Almeida
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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