Agro
Sipcam Nichino apresenta novo herbicida para milho e amplia soluções para cereais na Copercampos 2026
A Sipcam Nichino Brasil participa da 30ª edição do Show Tecnológico Copercampos, evento que ocorre entre os dias 24 e 27 de fevereiro, reunindo cerca de 210 expositores e mais de 20 mil visitantes em Campos Novos (SC). Reconhecida pela inovação em defensivos agrícolas, a companhia apresenta ao público seu mais recente lançamento para o cultivo do milho: o herbicida Click® Pro, além de uma linha completa de tecnologias voltadas à produção de cereais.
Click® Pro: nova solução pós-emergente para o controle de plantas daninhas
O Click® Pro combina as moléculas terbutilazina e mesotriona, oferecendo ação pós-emergente seletiva para o milho e eficiência comprovada no controle de monocotiledôneas e dicotiledôneas, inclusive em espécies resistentes ao glifosato e à atrazina.
Segundo o engenheiro agrônomo José de Freitas, da área de Desenvolvimento de Mercado da Sipcam Nichino, o produto se destaca pelo amplo espectro de controle, especialmente sobre folhas largas e gramíneas.
“O Click® Pro apresenta controle superior e longo efeito residual, garantindo proteção prolongada na pós-emergência”, destaca Freitas.
Produto testado e aprovado por instituições de pesquisa
O novo herbicida passou por extensos testes de campo conduzidos por instituições e consultorias de referência, como Fundação ABC, Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária, Crop Pesquisa, Dashen, Centro Agro e Desafios Agro.
“Os resultados demonstraram sinergia entre os ingredientes ativos e eficácia no manejo de plantas daninhas resistentes, fortalecendo a produtividade e sustentabilidade das lavouras de milho”, complementa Freitas.
Tecnologias para cereais ampliam portfólio da companhia
Além do lançamento do herbicida, a Sipcam Nichino também apresenta no Show Copercampos 2026 suas soluções para o manejo de cereais, com destaque para a tecnologia de tratamento de sementes Seed Pro, que reúne os fungicidas Torino® e Tiofanil®, e os fungicidas foliares Domark® Excell, Fezan® Gold e Support®.
O Torino®, registrado para tratamento de sementes de trigo e cevada, combina os compostos fluazinam e tiofanato metílico, atuando na eliminação de fungos e proteção das plântulas contra patógenos de solo.
“Além de manter o potencial germinativo, o produto contribui para o bom estabelecimento inicial das lavouras”, explica Freitas.
O Domark® Excell, voltado ao trigo, apresenta eficácia contra ferrugem da folha, mancha amarela e oídio, garantindo sanidade e produtividade ao cultivo.
Fungicidas ampliam proteção em diferentes culturas
Para culturas como aveia, centeio, cevada, milho e trigo, o destaque fica por conta do Fezan® Gold, indicado para o controle de diferentes tipos de ferrugens e da cercosporiose do milho.
Já o Support®, fungicida de formulação líquida voltado ao trigo e à cevada, oferece ação curativa e preventiva, com excelente desempenho no controle da giberela e da fusariose, doenças que afetam diretamente o rendimento das lavouras.
“O objetivo é oferecer soluções completas que integrem performance agronômica, praticidade de aplicação e segurança para o produtor”, ressalta Freitas.
Inovação e sustentabilidade como pilares da Sipcam Nichino
A presença da Sipcam Nichino na Copercampos 2026 reforça o compromisso da empresa em promover inovação tecnológica e sustentabilidade no campo, com soluções que atendem às demandas atuais da agricultura de precisão e ao manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Confiança da indústria brasileira sobe em maio e atinge maior nível em um ano, aponta FGV
A confiança da indústria brasileira voltou a avançar em maio e alcançou o maior nível dos últimos 12 meses, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas nesta quarta-feira. O resultado reflete a melhora da percepção dos empresários sobre o cenário atual da atividade industrial, embora ainda exista cautela em relação aos próximos meses.
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 1,1 ponto em comparação com abril, chegando a 97,1 pontos, o melhor desempenho desde maio de 2025.
O avanço foi puxado principalmente pelo Índice de Situação Atual (ISA), que mede a avaliação dos empresários sobre o momento presente da indústria. O indicador avançou 2,2 pontos e atingiu 98,7 pontos, também no maior patamar em um ano.
Demanda melhora e estoques voltam à normalidade
De acordo com o economista Stéfano Pacini, do FGV IBRE, a recuperação observada em maio está relacionada à melhora gradual da demanda e à reorganização dos estoques industriais após os impactos iniciais das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Segundo a análise da FGV, diversos segmentos da indústria perceberam uma normalização das operações após um período de maior instabilidade causado pela alta volatilidade no mercado internacional de energia e logística.
O movimento é acompanhado de perto pelo agronegócio e pela indústria de alimentos e bebidas, setores diretamente ligados ao comportamento do consumo interno, custos de produção e transporte.
Expectativas ainda mostram cautela no setor industrial
Apesar da melhora no cenário atual, o Índice de Expectativas (IE), que mede a percepção sobre os próximos meses, avançou apenas 0,1 ponto, chegando a 95,6 pontos.
A leitura indica que o setor industrial ainda mantém postura conservadora diante das incertezas econômicas globais e dos possíveis reflexos sobre a atividade produtiva brasileira.
Segundo Pacini, os empresários continuam atentos aos impactos das tensões no Oriente Médio, especialmente sobre os preços do petróleo e possíveis desarranjos nas cadeias globais de suprimentos.
Os segmentos ligados aos bens de consumo não duráveis aparecem entre os mais sensíveis ao cenário externo, devido à dependência de custos logísticos, energia e matérias-primas.
Petróleo, juros e política monetária seguem no radar da indústria
A preocupação do setor industrial também envolve o comportamento da política monetária brasileira. O ambiente internacional mais instável pode dificultar novos cortes na taxa básica de juros.
Recentemente, o Banco Central do Brasil reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, mas sinalizou cautela em relação aos próximos movimentos.
Para a indústria, juros elevados continuam sendo um fator de pressão sobre investimentos, consumo e expansão da atividade econômica.
No agronegócio, o cenário impacta diretamente setores ligados à industrialização de alimentos, produção de insumos, máquinas agrícolas, logística e transporte, que dependem de crédito mais acessível para ampliar operações e investimentos.
Cenário externo continua influenciando indústria brasileira
A avaliação da FGV mostra que o ambiente internacional seguirá como um dos principais fatores de influência sobre a indústria nacional nos próximos meses.
A volatilidade do petróleo, os riscos geopolíticos e os custos financeiros elevados permanecem no centro das atenções dos empresários, especialmente em cadeias produtivas ligadas ao agronegócio, alimentos, combustíveis e bens de consumo.
Mesmo com a melhora registrada em maio, o setor industrial ainda opera em um ambiente de incerteza, acompanhando de perto os desdobramentos econômicos globais e os efeitos sobre produção, demanda e investimentos no Brasil.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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