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Política Nacional

Senado torna crime abuso de autoridade; Militar de comitiva preso com cocaína

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BLOG DO MATHEUS LEITÃO

O Senado aprovou nesta quarta-feira (26) a criminalização do abuso de autoridade e o assunto entra em destaque nos principais jornais do país. O Estado de S.Paulo e O Globo comentam a aprovação em suas manchetes e enfatizam que o projeto foi aprovado em sete horas dentro do Senado, depois de ficar parado na Casa por dois anos.

O Estadão explica que a aprovação da proposta foi considerada uma reação dos senadores ao vazamento de mensagens que teriam sido trocadas entre o então juiz Sérgio Moro e procuradores da República, como o chefe da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol.

Entre outros pontos, o projeto prevê punição para juízes que expressarem suas opiniões, em qualquer meio de comunicação, sobre processos pendentes de julgamento. Outra questão polêmica do texto é a determinação de que juízes e membros do Ministério Público ficarão sujeitos a pena de seis meses a dois anos de detenção se, entre outras questões, atuarem com “evidente motivação político-partidária”.

Agora, o texto segue à Câmara para nova discussão, já que os senadores fizeram alterações na redação do projeto. “Após desgaste de Moro, Senado torna crime abuso de autoridade”, enfatiza a manchete do Estadão.

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O Globo também dá destaque ao assunto e afirma que a proposta foi inserida na pauta da Comissão de Constituição e Justiça há duas semanas.

Segundo o matutino carioca, a inclusão aconteceu a pedido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para tentar estancar a crise gerada pelas mensagens divulgadas pelo site “The Intercept”, envolvendo Moro, e evitar a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ou uma nova convocação do ministro para falar sobre o assunto.

Como informou o blog, o partido Rede Sustentabilidade avalia entrar na Justiça caso o projeto vire lei. “Senado aprova punição para abuso de autoridade de juiz”, sublinha o título principal do Globo.

Auxiliares de Bolsonaro acreditam que o episódio demonstra a falta de fiscalização de quem viaja em aeronaves de apoio ao presidente. Integrantes do governo ouvidos pela Folha afirmaram que raramente a tripulação de suporte passa por revista policial ou por detectores de metais antes de embarcar.

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Em sua rede social, Bolsonaro chamou o episódio de inaceitável e disse que exigiu “investigação imediata e punição severa” ao responsável pelo material encontrado. “Sargento preso com 39 quilos de cocaína constrange Planalto”, informa a manchete da Folha.

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Política Nacional

Celular do presidente Jair Bolsonaro também foi alvo de invasão por hackers

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O grupo hacker preso na terça-feira, 23, atacou celulares do presidente da República, Jair Bolsonaro. A informação foi transmitida pela Polícia Federal ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e já foi encaminhada ao presidente. Quatro pessoas presas sob suspeita de invasão de celular de autoridades estão custodiadas em Brasília.

Na nota, o Ministério da Justiça diz que, segundo a PF, “aparelhos celulares utilizados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, foram alvos de ataques pelo grupo de hackers preso na última terça feira (23)”.

“Por questão de segurança nacional, o fato foi devidamente comunicado ao presidente da República”, acrescenta a nota – que não informa se foi extraído conteúdo de conversas de aparelhos do presidente Jair Bolsonaro.

Leia a íntegra da nota:

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública foi, por questão de segurança nacional, informado pela Polícia Federal de que aparelhos celulares utilizados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, foram alvos de ataques pelo grupo de hackers preso na última terça feira (23). Por questão de segurança nacional, o fato foi devidamente comunicado ao presidente da República”.

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