Educação
Seminário debate acesso, permanência e êxito dos estudantes
O Ministério da Educação (MEC) vai promover, dia 14 de abril, o Seminário Nacional de Acesso, Permanência e Êxito dos Estudantes, no auditório do Instituto Serzedello Corrêa, em Brasília (DF). O evento que tem como tema “Educação Profissional e Tecnológica que transforma vidas”, conta com o apoio do Tribunal de Contas da União (TCU) e terá transmissão pelo canal do MEC no YouTube. As inscrições serão feitas pelas próprias instituições convidadas. A programação contempla palestra, mesas redondas e trocas de experiências.
O objetivo é reunir gestores e profissionais das redes federal e estaduais, bem como dos Serviços Nacionais de Aprendizagem, responsáveis pela formulação, implementação e monitoramento de políticas públicas para discussão sobre as ações voltadas ao acesso, permanência e êxito dos estudantes de Educação Profissional e Tecnológica (EPT). Além disso, busca-se o fortalecimento das ações institucionais e o compartilhamento de experiências das instituições com relação à temática.
Rede APE – Já nos dias 15 e 16 de abril, seguindo a mesma temática de discussões, o MEC realiza, no Centro Internacional de Convenções de Brasília, o Seminário Nacional Rede APE, com representantes da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. O projeto Rede APE foi iniciado em março de 2025, em parceria com o Instituto Federal Farroupilha (IFFar), e surgiu da necessidade de implementar ações sistemáticas institucionais, garantindo que os estudantes não apenas ingressem, mas também concluam seus estudos com sucesso.
Juros por educação – Também nos dias 15 e 16 de abril, no auditório do Inep, o MEC promove o “2º Seminário Juros por Educação: mais ensino técnico para o Brasil”, com o objetivo de apoiar gestores estaduais e equipes técnicas na implementação e execução do programa. Além do compartilhamento de experiências e boas práticas, o evento busca o alinhamento institucional sobre os instrumentos de planejamento, execução e monitoramento dos investimentos vinculados à expansão da Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Carteira Nacional Docente do Brasil: saiba como emitir o documento
Professores das redes pública e privada de ensino de todo o país que ainda não emitiram a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) podem solicitar gratuitamente o documento digital, que visa reconhecer oficialmente os profissionais do magistério e ampliar o acesso às políticas de valorização da carreira docente. Desde outubro de 2025, quando a emissão foi disponibilizada, já foram expedidas 860 mil carteiras.
Com validade de dez anos em todo o território nacional, a CNDB integra o programa Mais Professores para o Brasil e reúne, em um único documento, a identificação profissional do docente e o acesso a benefícios exclusivos oferecidos pelo programa e por instituições parceiras, como descontos em atividades culturais e educacionais.
Podem solicitar a CNDB professores em exercício com vínculo ativo em instituições de ensino reconhecidas, públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior. Para emitir a carteira, é necessário possuir CPF regular junto à Receita Federal e cadastro ativo no e-Social realizado pela instituição empregadora.
O documento funciona como identificação oficial, conferindo mais praticidade e segurança aos profissionais da educação.
Como emitir a CNDB:
A emissão é simples, gratuita e realizada de forma totalmente digital.
- O professor deve acessar a plataforma oficial do programa Mais Professores, utilizando uma conta Gov.br.
- Após o login, o sistema verifica automaticamente os critérios de elegibilidade, além de apresentar os dados cadastrais e o vínculo com a instituição de ensino.
- Em seguida, basta conferir as informações, preencher os dados de contato, tirar uma fotografia na própria plataforma e concluir a solicitação.
- Depois da validação, a versão digital da carteira fica disponível para acesso.
- Após a emissão da versão digital da CNDB, os solicitantes receberão a versão física em até 90 dias.
Caso seja identificada alguma divergência nas informações profissionais, o docente deverá solicitar a atualização dos dados junto à instituição de ensino onde mantém vínculo antes de concluir o processo.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE)
Fonte: Ministério da Educação
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