Brasil
Semana do Trabalhador e da Trabalhadora oferece serviços gratuitos à população na Esplanada dos Ministérios
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realiza, entre os dias 4 e 8 de maio, a “Semana do Trabalhador e da Trabalhadora”, iniciativa que integra as celebrações do Dia do Trabalhador e promove, ao longo da semana, uma série de atividades voltadas à promoção de direitos, saúde, qualificação profissional e ampliação do acesso a serviços públicos.
Na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no estacionamento do Bloco F, estarão concentradas as principais programações do evento, com oferta direta de serviços gratuitos à população.
O espaço contará com atendimentos para emissão da nova carteira de identidade, orientações sobre direitos trabalhistas e programas de diversos ministérios, atendimentos de saúde, perícias do INSS, oficinas, rodas de conversa e feiras, além de uma praça de alimentação com diversas opções gastronômicas e atrações musicais.
O evento reforça o compromisso do MTE com a valorização do trabalho digno, a geração de oportunidades e a ampliação do acesso às políticas públicas, aproximando a população dos serviços oferecidos pelo Governo do Brasil.
A iniciativa será realizada em articulação com uma ampla rede de parceiros institucionais, envolvendo órgãos do Governo do Brasil, entidades do Sistema S, instituições de ensino, organizações da sociedade civil e representações do setor produtivo e de trabalhadores.
Vacinação e doação de sangue
Durante a programação na Esplanada dos Ministérios, também haverá oferta de vacinação gratuita. Estarão disponíveis imunizantes contra febre amarela, tríplice viral, antitetânica, hepatite B e influenza, reforçando a importância da prevenção e do cuidado com a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras.
A programação contará, ainda, com mobilização para doação de sangue, incentivando a participação da população em uma ação solidária que contribui diretamente para o fortalecimento da rede de saúde.
Feira de Economia Solidária
Um dos destaques da programação é a Feira de Economia Solidária, com exposição e comercialização de produtos de empreendimentos coletivos, cooperativas e trabalhadores que atuam com produção sustentável e colaborativa. A iniciativa incentiva a geração de renda, fortalece redes locais e valoriza práticas econômicas baseadas na cooperação, na autogestão e na inclusão social.
Programação em todo o Brasil
Além das atividades realizadas em Brasília, a Semana do Trabalhador e da Trabalhadora contará com ações em diversos estados, em parceria com governos locais, instituições de ensino e entidades do setor produtivo. A iniciativa amplia o alcance das políticas públicas e promove a integração entre diferentes regiões, levando serviços, qualificação e oportunidades de emprego à população em todo o país.
Veja a programação completa da Semana do Trabalhador e da trabalhadora aqui.
Serviço
Semana do Trabalhador e da Trabalhadora
Data: 4 a 8 de maio
Local: Esplanada dos Ministérios, Bloco F, Ministério do Trabalho e Emprego – Brasília/DF
Brasil
Debate no Recife discute desafios para formação de recursos humanos em ciência, tecnologia e inovação
Promovida pela Associação dos Pós-Graduandos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a mesa redonda Desafios para a Formação de Recursos Humanos para a Ciência e Tecnologia reuniu, nesta terça-feira (28), governo, academia e entidades estudantis. O objetivo foi para discutir caminhos e entraves da formação científica no Brasil. O evento ocorreu na sede da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife (PE).
“A formação de recursos humanos para ciência e inovação estrutura o desenvolvimento nacional”, disse a titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos. Segundo ela, a formação científica é a base da inovação, e, sem continuidade, há risco de evasão de talentos.
A ministra destacou ainda que existe um quadro de escassez de profissionais qualificados em áreas estratégicas, sendo o setor de tecnologia o exemplo mais evidente desse descompasso. “O Brasil forma cerca de 46 mil profissionais de tecnologia por ano, mas a demanda chega a 70 mil. Ou seja, um déficit anual de aproximadamente 24 mil profissionais numa área em que a remuneração costuma estar acima da média”, colocou.
Luciana Santos destacou que o MCTI tem atuado para enfrentar esse desafio com uma série de iniciativas. De acordo com ela, a formação científica precisa começar na base, antes da universidade. Por isso, o MCTI lançou o Programa Mais Ciência na Escola, de letramento digital e educação científica, por meio da implementação dos laboratórios mão na massa, onde os estudantes de escolas públicas podem colocar em prática ideias e criações inovadoras.
Ela citou ainda iniciativas de formação pensando no futuro do trabalho, como os programas Residência em TIC, com mais de 60 mil profissionais formados nas áreas das tecnologias da informação e da comunicação; Hackers do Bem, que é a principal política pública brasileira para enfrentar o déficit global de talentos em segurança cibernética; ou Bolsa Futuro Digital, voltado à formação tecnológica de profissionais prontos para ingressar no mercado de trabalho.
Para o reitor da UFPE, Alfredo Gomes, não há soberania nacional, sem soberania científica. “E não há soberania científica, sem universidade pública forte, com financiamento estável, valorização da pós-graduação stricto sensu e políticas efetivas de inclusão e permanência”, disse. Ele destacou que a pós-graduação ocupa lugar estratégico na consolidação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. “É nela que se formam pesquisadores, docentes, técnicos e intelectuais necessários aos grandes desafios nacionais”, concluiu.
Ele reconheceu o apoio que o MCTI tem dado à sua instituição, informando que, na UFPE, por meio dos programas do ministério, já foram injetados mais de R$ 100 milhões nos últimos anos.
Representando a Associação Nacional de Pós-Graduandos, Elvis Arruda destacou avanços como o reajuste das bolsas concedido logo no início da atual gestão do Governo do Brasil e a aprovação de direitos previdenciários para pós-graduandos.
“Estamos avançando nos direitos dos pós-graduandos. Mas é preciso um desenvolvimento justo e soberano, e isso passa necessariamente pela ciência e tecnologia”, afirmou. Ele também defendeu maior integração entre universidade e setor produtivo para absorção de mestres e doutores.
O evento integrou uma agenda de diálogo institucional sobre financiamento da ciência, redução de desigualdades e fortalecimento da formação científica, com foco especial na realidade dos pós-graduandos brasileiros.
Também participaram da mesa redonda o presidente da Associação de Pós-Graduandos da UFPE, Renilson Jesus de Luna; o vice-presidente da Associação de Docentes da UFPE (Adufepe), Márcio Vilela; e o ex-vereador de Olinda, Vinicius Castello. Entre os demais temas abordados, estavam financiamento da ciência, permanência estudantil, redução das desigualdades regionais e integração entre ciência, desenvolvimento e sustentabilidade.
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