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Seis das 20 cidades com melhor saneamento básico do Brasil são do Paraná

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O Instituto Trata Brasil divulgou o novo Ranking do Saneamento do Brasil nesta segunda-feira (20) e seis das 20 cidades com os melhores indicadores são do Paraná. Em sua 15ª edição, o levantamento mostra que São José dos Pinhais, Cascavel, Ponta Grossa, Maringá, Curitiba e Londrina, todas atendidas pela Sanepar, estão entre os municípios com melhor saneamento do País. No relatório, não há nenhuma cidade paranaense entre aquelas com os piores indicadores para o segmento.

Entre os 20 melhores municípios no quesito saneamento, o Paraná só é superado pelo estado de São Paulo, que conta com oito cidades entre as 20 melhores do Brasil. Também figuram no topo do ranking uma cidade em cada um dos seguintes estados: Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Tocantins e Goiás, além da capital federal, Brasília.

Nos 345 municípios atendidos pela Sanepar a cobertura do sistema de abastecimento de água é de 100% no perímetro urbano, superando a média nacional de 84%, o que atende plenamente a meta do marco legal do saneamento. Na rede coletora de esgoto, a companhia realizou quase 66 mil novas ligações no ano passado, com um índice de 78,9% de atendimento, o que aproxima o Paraná da meta de 90% até 2033 estabelecida no novo marco. Do esgoto coletado pela Companhia, 100% é tratado.

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Os indicadores de saneamento do Paraná refletem o impacto dos investimentos da Sanepar nos municípios paranaenses na busca da universalização dos serviços de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto. Em 2022, o volume de recursos destinados a obras de água e esgoto superou R$ 1,7 bilhão, valor 32% maior do que em 2021, quando foram investidos R$ 1,32 bilhão.

A maior parte dos investimentos no último ano foram, inclusive, em esgotamento sanitário, com R$ 918 milhões, um aumento de 53% em relação a 2021 (R$ 596,4 milhões). Em abastecimento de água os recursos somaram R$ 688 milhões, o que aproximam a Companhia de Saneamento do Paraná das metas determinadas pelo novo marco legal de saneamento.

Nos próximos cinco anos, a Sanepar prevê mais R$ 10,7 bilhões em seu Plano Plurianual de Investimentos, dos quais R$ 2 bilhões deverão ser aplicados em 2023.

Segundo o diretor-presidente da Companhia, Claudio Stabile, o aumento gradativo dos investimentos visa manter a ampliação dos serviços à população. “O saneamento tem importante peso na saúde da população e o papel da Sanepar é contribuir com a melhoria da qualidade de vida das cidades, ampliando o atendimento com os sistemas de água e esgoto”, afirmou Stabile.

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RELATÓRIO – Desde 2009, o Trata Brasil monitora os indicadores dos maiores municípios brasileiros. O relatório faz a análise dos indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do ano de 2021, publicado pelo Ministério das Cidades. Em todas as edições, a Sanepar tem tido destaque positivo por seus indicadores.

Fonte: Governo do Paraná

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Da universidade para os gramados: UEPG terá curso de Tecnologia em Futebol

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De forma inovadora, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) criou um novo curso superior: Tecnologia em Futebol. A instituição é a primeira universidade pública do Brasil a ofertá-lo. Ele visa formar profissionais para atuar no planejamento tático, arbitragem, preparação física e gestão do futebol. A criação do curso partiu de uma demanda da Secretaria do Esporte do Paraná e foi aprovada na reunião do Conselho Universitário na quinta-feira (23). A primeira turma inicia já em agosto de 2026.

O curso será ofertado na modalidade híbrida, com aulas teóricas online e aulas práticas presenciais, por meio do Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância (Nutead), com duração de dois anos. Serão 150 vagas em três polos EAD.

Para Miguel Sanches Neto, reitor da UEPG, a criação do curso é simbólica, na medida em que contempla uma demanda da comunidade. “Mais uma inovação da UEPG, criar um tecnólogo voltado para formar profissionais do futebol, que atuam em cursos específicos, mas que precisam de uma habilitação”, enfatizou. “Com isso, ganha a comunidade, ganham os profissionais e ganha o ensino superior, que amplia sua área de atuação”.

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O professor Rodolfo André Dellagrana, coordenador do curso, explica que a formação será composta por quatro módulos: o primeiro, com disciplinas gerais; o segundo sobre formação de jovens e adultos no futebol; o terceiro sobre futebol de alto rendimento; e o quarto, sobre futebol para a vida toda, que vai abordar como trabalhar o futebol no lazer e como uma atividade física.

“Essa é uma demanda antiga do pessoal que trabalha com futebol e de várias entidades”, conta o professor. “Em alguns locais, o pessoal tem experiência com futebol, foi jogador ou trabalhou muito tempo com arbitragem, e quando eles vão atuar na área, eles não podem, porque não têm Cref”.

O registro no Conselho Regional de Educação Física (Cref), que é diferente do profissional de educação física, permite que os tecnólogos possam atuar na área. “Ele vai ter uma carteirinha que permite o trabalho especificamente com o futebol, seja em formação, em escolinha de futebol, seja em categoria de base ou até mesmo em clubes de futebol profissional”, enumera Rodolfo. Com a formação, será possível profissionalizar a atuação, além de ampliar o campo de trabalho para ex-atletas e profissionais do futebol.

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Fonte: Governo PR

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