Paraná
Secretaria das Cidades mantém convênios de R$ 1 bilhão para obras de equipamentos públicos
A Diretoria de Edificações da Secretaria de Estado das Cidades (Secid) responde pela fiscalização e acompanhamento técnico de obras que totalizam investimentos que superam R$ 1 bilhão em diversos municípios paranaenses. O montante refere-se ao período de 2023, quando foi criada, até abril de 2024. Na prática, são construções de edifícios para abrigar escolas, unidades de saúde, delegacias de polícia e presídios, por exemplo. No momento, as obras em execução em convênios com outras pastas somam R$ 411 milhões.
“Seguindo a orientação do governador Carlos Massa Ratinho Junior e após a reestruturação no início de 2023, a pasta atende outras secretarias do Governo, acompanhando e fiscalizando obras públicas. Em pouco mais de um ano, foram vários convênios, passando de R$ 1 bilhão em investimentos em obras que têm como objetivo melhorar os espaços para os servidores, oferecer melhor estrutura possível para os municípios e atendimento à população”, ressaltou o secretário de Estado das Cidades, Eduardo Pimentel.
Em execução em todo o Paraná, sem considerar projetos na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), são mais de R$ 284 milhões em 54 contratos. Destes, 23 já foram concluídos. O restante está em andamento, com cinco obras a serem finalizadas ainda no primeiro semestre deste ano. Entre elas está a Delegacia Cidadã em Londrina, no Norte, em convênio assinado com a Secretaria da Segurança Pública e investimento de R$ 9,8 milhões, com 68% da obra já executada.
No Noroeste, em Maringá, em convênio com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Família (Sedef), está em construção a sede de um Conselho Tutelar, com 78% da obra executada e investimento de R$ 1,2 milhão. Nos próximos dias, a cidade de Guaíra, no Oeste, receberá a sede da Delegacia Cidadã, com 98% do cronograma cumprido – o convênio é com Secretaria da Segurança Pública em um contrato de R$ 7 milhões.
Há, ainda, duas reformas a serem concluídas até julho: no Conselho Tutelar em Guarapuava, com 65% dos trabalhos executados e investimento de R$ 27,5 mil, e do Núcleo Regional da Secretaria de Estado de Agricultura e do Abastecimento em União da Vitória (88%), no valor de R$ 113,9 mil.
O diretor de Edificações, Dan Felipe Rocha Drummond Ayub, explica que a pasta atender todas as demandas das secretarias, viabilizando construções de qualidade para a população. “Além de novas obras, os convênios são também para reformas e reparos, que são tão importantes quanto novas construções, sendo fundamentais para manter em bom estado de conservação os equipamentos públicos. Todos os serviços são acompanhados de perto pela equipe, com foco na qualidade e cumprimento dos contratos”, afirmou.
GRANDE CURITIBA – As obras em andamento em Curitiba e Região Metropolitana, analisando o mesmo período, envolvem R$ 127 milhões conveniados em 17 contratos. Entre estes, nove já foram concluídos. Elas incluem os Conselhos Tutelares de Fazenda Rio Grande e Campo Largo, com investimento de R$ 2,4 milhões, em convênio com a Sedef; a Unidade de Jovens e Adultos em Piraquara (R$ 12,3 milhões); e a sede do Corpo de Bombeiros Militar em Colombo (R$ 6,4 milhões).
Outras três grandes projetos têm finalização prevista para o primeiro semestre deste ano. Na Capital, com 93% da obra concluída, a Diretoria de Edificações também atua na construção do Batalhão de Polícia Escolar Comunitária (BPEC), um investimento de R$ 24,5 milhões. Deve ser concluído nos próximos dias, ainda, o Centro Regional de Especialidades (CRE – Kennedy) com 96% dos trabalhos realizados através de contrato firmado entre a Secretaria da Saúde e Secid – o valor é de R$ 9,1 milhões.
Em outro convênio com a Segurança Pública, em São José dos Pinhais, a Escola do Corpo de Bombeiros está 97% executada e o valor total do investimento é de R$ 21,6 milhões. Essa estrutura terá capacidade para atender 300 alunos simultaneamente nos cursos de formação, especialização e aperfeiçoamento da corporação, tais como formação de praças (soldados), habilitação de sargentos, formação de socorristas, guarda-vidas, especialização em resgate veicular, salvamento em altura, espaços confinados, estruturas colapsadas e operações de combate a incêndios.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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