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Saúde destaca nova parceria com o Banco Mundial em evento em Brasília

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A Secretaria da Saúde apresentou nesta quarta-feira (24), em evento promovido pelo Banco Mundial, em Brasília, um panorama das experiências do Estado no enfrentamento da pandemia e destacou a nova parceria firmada com a instituição, que prevê modernização no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná.

O diretor-executivo da pasta, César Neves, participou do encontro “Prioridades para um SUS mais Resiliente” e apresentou as solicitações do Estado para ampliar os sistemas integrados de informação para reforçar o apoio na tomada de decisões em momentos de crise. “A pandemia nos demonstrou a necessidade de informação precisa e integrada para a tomada de decisões em tempo adequado e de forma assertiva. Isso melhora a governança e a prestação de serviços ao cidadão”, afirmou Neves.

Nos próximos meses, o Banco Mundial aportará US$ 130 milhões para investimentos no programa Paraná Eficiente, de modernização e inovação em gestão pública.

Deste total, US$ 86,72 milhões são para a área da saúde, abrangendo ampliação de leitos hospitalares, integração de sistemas digitais de gestão em saúde e do software de unificação virtual do Samu Mobile, a transformação de 40 Hospitais de Pequeno Porte (HPP) em Unidades de Cuidado Multiprofissionais para atendimento de condições crônicas, sistema de gestão de ambulâncias e política digital.

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Dentro deste montante, a integração de sistemas digitais recebe US$ 7,36 milhões. Os sistemas a serem implantados por este projeto permitirão a centralização e o acesso de dados de forma mais rápida e integrativa, garantindo um panorama mais real para a tomada de decisões na gestão em saúde. As áreas técnicas da secretaria já mapearam as demandas para a elaboração do termo de referência de aquisição do sistema.

A ideia para fortalecer a estratégia digital na área e é criar um sistema de informação gerencial que possa, a partir de um compilado de dados, permitir um monitoramento mais robusto das unidades do Estado, além de aumentar a produtividade e garantir maior apoio à decisão gerencial. Para isto, o valor empenhado deve ser de US$ 7,3 milhões.

“Temos vários projetos e reconhecemos a parceria com o Banco Mundial. Por orientação do governador Ratinho Junior, a missão é melhorar ainda mais a efetividade do sistema de saúde no Estado”, enfatizou Neves.

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A previsão para 2023, além do sistema de informação gerencial, é que o plano de ação tenha foco em transformação de dois Hospitais de Pequeno Porte (HPP) em Unidades de Cuidados Multiprofissionais (UCM), e do software de unificação virtual do Samu Mobile.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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