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Santos arranca empate heroico com Atlético-MG na Arena MRV e segue na luta contra o Z4

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Em uma partida carregada de drama e reviravoltas na Arena MRV, o Santos conquistou um empate crucial de 1 a 1 com o Atlético-MG neste domingo, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar de jogar com um homem a menos por quase todo o segundo tempo e sofrer a saída do goleiro Gabriel Brazão de ambulância, o Peixe demonstrou resiliência para buscar a igualdade com um gol de pênalti de Tiquinho Soares, respondendo ao tento inicial de Igor Gomes para o Galo.

O resultado, embora mantenha o Santos sem vitórias há quatro jogos no Brasileirão, garante um ponto valioso na difícil briga para se afastar da zona de rebaixamento. O Atlético-MG, por sua vez, lamenta ter deixado a vitória escapar em casa, mesmo com a vantagem numérica, e também permanece perigosamente perto das últimas posições.

Primeiro tempo

A etapa inicial foi de controle do Santos, que se mostrou mais incisivo e criou as melhores oportunidades. Logo aos 50 segundos, Neymar assustou, não pela bola, mas ao pisar em falso e precisar de atendimento médico, causando apreensão inicial. Recuperado, o camisa 10 teve chance clara ao receber de João Schmidt dentro da área, finalizando sem força para a defesa de Everson. Em seguida, foi atingido por Scarpa em lance na área, mas a arbitragem não assinalou pênalti.

A grande chance de abrir o placar para o Peixe veio aos 33 minutos. Lautaro Díaz, um dos estreantes ao lado de Victor Hugo, fez um desarme inteligente, avançou à linha de fundo e tocou para Neymar, que, com o gol aberto, acabou “furando” a bola e desperdiçando a oportunidade.

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Segundo tempo

O segundo tempo começou com um lance assustador. O goleiro Gabriel Brazão do Santos se chocou em uma disputa de bola com Igor Gomes e sofreu uma forte pancada na cabeça. Apesar de um visível galo na testa, ele tentou permanecer em campo. No entanto, o drama se aprofundou para o Peixe quando, aos dez minutos, Zé Ivaldo recebeu o segundo cartão amarelo por falta em Hulk, sendo expulso e deixando o Santos com um jogador a menos.

Com a vantagem numérica, o Atlético-MG não demorou a capitalizar. Aos 14 minutos, Igor Gomes recebeu um passe em profundidade, invadiu a área e tocou por baixo das pernas de Brazão, colocando o Galo em vantagem: 1 a 0.

O lance de Brazão teria um desfecho ainda mais preocupante. Aos 20 minutos, o goleiro santista voltou a cair, aparentemente inconsciente, e precisou ser retirado do gramado de ambulância, sendo substituído por Diógenes.

Reação heroica: Tiquinho Soares quebra jejum

Quando a derrota parecia inevitável para o Santos, a equipe mostrou uma incrível capacidade de reação. Aos 38 minutos, Tiquinho Soares foi derrubado por Lyanco dentro da área, e o árbitro assinalou a penalidade máxima. O próprio Tiquinho cobrou com categoria, não desperdiçou e quebrou um jejum de 14 jogos sem marcar, garantindo um empate valioso e arrancado com muita luta na Arena MRV.

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Apesar da turbulência, o ponto conquistado fora de casa, com desfalques e adversidades, pode ser um divisor de águas na campanha do Santos para se reerguer no Campeonato Brasileiro.


FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-MG 1 X 1 SANTOS

Competição: Campeonato Brasileiro – 23ª Rodada

Local: Arena MRV, Belo Horizonte (MG)

Data: 14 de setembro de 2025 (domingo)

Horário: 16h (de Brasília)


ARBITRAGEM

  • Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
  • Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Luiz Claudio Regazone (RJ)
  • VAR: Wagner Reway (SC)

GOLS

  • ATLÉTICO-MG: Igor Gomes (14′ do 2ºT)
  • SANTOS: Tiquinho Soares (42′ do 2ºT, de pênalti)

CARTÕES

  • Amarelos:
    • Santos: Zé Ivaldo, Escobar, Igor Vinícius
    • Atlético-MG: Hulk, Alexsander
  • Vermelhos:
    • Santos: Zé Ivaldo

ESCALAÇÕES

ATLÉTICO-MG

  • Goleiro: Everson
  • Defensores: Natanael, Lyanco, Victor Hugo e Arana
  • Meio-campistas: Fausto Vera (Alexsander), Alan Franco (Júnior Santos), Scarpa (Reinier) e Cuello (Dudu)
  • Atacantes: Rony (Igor Gomes) e Hulk
  • Técnico: Jorge Sampaoli

SANTOS

  • Goleiro: Gabriel Brazão (Diógenes)
  • Defensores: Igor Vinícius, Zé Ivaldo, Luan Peres e Escobar
  • Meio-campistas: Zé Rafael, João Schmidt (Thaciano), Victor Hugo (Caballero) e Neymar (Robinho Jr.)
  • Atacantes: Guilherme e Lautaro Díaz (Tiquinho Soares)
  • Técnico: Juan Pablo Vojvoda

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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