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Paraná

Sanepar usa fumaça para identificar problemas na rede de esgoto em Telêmaco Borba

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza nesta semana, em Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, o trabalho de inspeção das redes coletoras de esgoto da cidade por meio de testes de fumaça. O trabalho é feito para detectar infiltrações, rompimentos, ligações de água de chuva e outras irregularidades na rede.

O serviço será feito até 27 de fevereiro, na avenida Horácio Klabin e nas ruas Alberto Elerth Filho, Tiradentes, 1º de Maio, Antônio A. Martins, Edith Gordan e Reginaldo Guedes Nocera.

O gerente-regional da Sanepar em Telêmaco Borba, Francisco Icker Oroski, explica que o teste de fumaça não faz mal à saúde das pessoas, animais ou ao meio ambiente, nem causa prejuízo algum ao cliente. Ele é feito com o uso de um equipamento chamado termonebulizador, que gera um vapor atóxico injetado na tubulação através dos Poços de Visita (PV), que são estruturas cobertas por tampas de ferro, geralmente em esquinas.

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A fumaça colocada nos PVs percorre a tubulação e acaba saindo nas residências que estão com a ligação irregular de água de chuva na rede de esgoto. Por meio do teste, a Sanepar identifica essa situação, orienta e notifica o cliente para que seja regularizada. A rede de esgoto não pode receber água de chuva, ela é dimensionada para receber apenas o esgoto doméstico.

“Se a rede estiver íntegra, a fumaça não sai. Se houver rompimento na rede, a fumaça vai escapar por essa fissura. Se houver ligação indevida, a fumaça vai escapar por ralos, calhas, caixa de gordura, galerias pluviais. A saída da fumaça é que vai nos indicar o ponto exato de onde está a irregularidade para que seja corrigida”, explica o gerente.

Ele reforça que este é um procedimento-padrão da Sanepar, utilizado periodicamente para verificar a integridade e o uso correto dos mais de 40 mil quilômetros de redes de esgoto em todo o Estado, buscando garantir a eficiência do sistema de esgotamento sanitário.

“O teste é uma das ferramentas do Diagnóstico Operacional na Rede Coletora de Esgoto. Os resultados deste trabalho nos permitem tomar ações mais assertivas nas intervenções de melhoria operacional e realizar as obras necessárias para manter o bom funcionamento do sistema de coleta e tratamento de esgoto”, afirma.

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Em caso de dúvidas ou se quiser mais informações, o cliente pode entrar em contato com a Sanepar por meio de um dos canais oficiais de atendimento: WhatsApp (41) 99544-0115, telefone 0800 200 0115, Aplicativo Minha Sanepar, site sanepar.com.br/servicos ou diretamente na Central de Relacionamento com o Cliente, que em Telêmaco Borba fica na Rua Vice-Prefeito Reginaldo Guedes Nocera, 68, Centro.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Ministério Público do Paraná denuncia religioso por violação sexual mediante fraude e violência psicológica contra mulher

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, no Litoral do Estado, ofereceu denúncia criminal contra um religioso pela prática dos crimes de violação sexual mediante fraude, com abuso de autoridade religiosa, e violência psicológica contra uma mulher. De acordo com a denúncia, os fatos ocorreram entre 2017 e 2024, período em que o denunciado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da relação de confiança estabelecida com a vítima para praticar atos libidinosos e, posteriormente, submetê-la a sucessivas formas de violência psicológica.

Segundo a acusação, sob o pretexto de realizar orações de cura e libertação de males espirituais, entre 2017 e março de 2020, o denunciado teria utilizado falsos rituais para praticar atos libidinosos contra a mulher, em dependências da igreja e na residência paroquial. Ainda conforme a denúncia, quando a mulher passou a questionar os atos e tentou se afastar, o religioso teria adotado condutas para controlá-la e intimidá-la, como ligações e mensagens insistentes. Também teria utilizado a autoridade religiosa para desacreditá-la, além de ameaçá-la com supostas “pragas” que poderiam provocar o adoecimento dela e da família.

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As condutas de violência psicológica teriam se prolongado até aproximadamente a metade de 2024, por meio de ameaças, constrangimentos, manipulação, humilhação, chantagem e isolamento.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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