Paraná
Sanepar inaugura mais uma Central de Relacionamento em Colombo nesta quarta-feira
A Sanepar inaugura nesta quarta-feira (26) uma nova Central de Relacionamento para atendimento presencial dos clientes em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. A unidade fica na Rua XV de Novembro, 26, no Centro da cidade.
O horário de funcionamento será das 8h30 às 17h, de segunda a sexta-feira. Nesta quarta, abrirá ao público a partir do meio-dia.
O novo endereço facilitará o atendimento de moradores de bairros próximos ao Centro, como Arruda, Santa Tereza, Jardim Cezar Augusto, Parque Embu e Roça Grande. Esta é a segunda Central de Relacionamento de Colombo. A outra fica na Rua Kelvin, 50, no Maracanã.
A unidade de atendimento do Centro da cidade havia sido fechada durante a pandemia. No novo endereço, o espaço é maior, com mais acessibilidade, garantindo mais conforto aos moradores do município.
Fonte: Governo PR
Paraná
Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024
O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.
Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz
As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.
A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.
Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.
Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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