Paraná
Sanepar fará vistorias técnicas em imóveis de Reserva e Cândido de Abreu em março
Em março, a Sanepar dará início às Vistorias Técnico-Operacionais (VTOs) em imóveis das cidades de Reserva, nos Campos Gerais, e Cândido de Abreu, no Centro, a fim de verificar se as instalações hidrossanitárias estão de acordo com as normas da empresa e a Legislação Ambiental. As vistorias deverão durar o mês todo.
O objetivo do trabalho é orientar os moradores a fazerem a correta ligação do imóvel à rede coletora, de forma a assegurar o bom funcionamento do serviço de coleta e tratamento de esgoto para a preservação do meio ambiente e da saúde das pessoas.
Durante a vistoria, os técnicos conferem os pontos de lançamento de esgoto do banheiro, da cozinha, da lavanderia e onde há captação de água de chuva, como ralos. Também é verificada a existência de caixa de gordura. Os testes são feitos com corantes biodegradáveis à base de água, que não danificam as louças sanitárias, nem causam danos à saúde nem ao meio ambiente. Estando tudo de acordo, o morador receberá um certificado de regularidade do imóvel.
Nas situações irregulares, como ausência de caixa de gordura, ligação de água de chuva na rede de esgoto e lançamento de esgoto na galeria pluvial, o cliente recebe uma notificação e terá prazo de 60 dias para regularizar as pendências. Após esse período, será feita nova vistoria e, ao permanecer a irregularidade, será aplicada multa, conforme regulamentação da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar).
A vistoria é feita na presença de moradores ou responsáveis pelo imóvel, por técnicos da empresa terceirizada Engezzi Engenharia, capacitados e fiscalizados pela Sanepar. Eles estarão uniformizados e identificados. Em caso de dúvidas, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115 ou diretamente na Central de Relacionamento da Sanepar.
Em Cândido de Abreu, a central de atendimento fica na Travessa Guilherme Muller, 509. Em Reserva, na Rua José Adolfo Nemeck, 331.
Fonte: Governo PR
Paraná
Saúde alerta para importância da imunização contra a coqueluche em crianças e gestantes
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para a importância da vacinação contra a coqueluche, em especial em gestantes e crianças menores de cinco anos. O índice de cobertura vacinal definido no Plano Nacional de Imunização (PNI) é de 95%. No Paraná, a pentavalente, que tem aplicação em três doses entre os dois e seis meses de vida, registrou 92,92% de cobertura em 2025. A DTP, que é o reforço da vacinação, tem cobertura de 87,45%. Já a dTpa, que deve ser aplicada nas gestantes a partir da 20ª semana de gestação, está com cobertura de 65,85%.
“São vacinas que há anos estão disponíveis pelo SUS e têm contribuído para prevenir a doença e reduzir a mortalidade infantil. Fazemos um apelo para que os responsáveis levem as crianças para vacinar, em especial para as doses de reforço, que estão com adesão mais baixa. E reforçamos o pedido para que as grávidas se imunizem. Isso fará bem para elas, para seguirem saudáveis no período de gestação e também protegendo os bebês”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde do Paraná, Beto Preto.
Em 2024, o Brasil teve um aumento significativo dos casos de coqueluche. No Paraná, foram registrados 2.819 casos com cinco óbitos. Dos casos registrados, 548 foram crianças abaixo dos cinco anos de idade. Dados preliminares de 2025, apontam para uma redução nos casos – até o momento foram 299 casos da doença, sem óbitos.
A coqueluche é uma doença cíclica, podendo ter aumento de casos em intervalos de três a cinco anos, o que reforça a importância da vigilância contínua e do fortalecimento das ações de imunização. A vacina está disponível gratuitamente nas mais de 1.850 salas de vacinação em todo o Estado.
ESQUEMA VACINAL – Para as crianças é recomendada a vacina pentavalente, com três doses. As aplicações ocorrem aos dois, três e seis meses de vida. É preciso ainda dois reforços com a vacina DTP – contra difteria, tétano e coqueluche –, aos 15 meses e aos quatro anos de idade.
Já para as gestantes, a indicação é a vacina dTpa – versão acelular da vacina contra difteria, tétano e coqueluche – a partir da 20ª semana de gestação. A imunização deve ocorrer a cada gestação com o objetivo de fornecer proteção para os recém-nascidos antes de terem idade para receber as doses da pentavalente.
SINTOMAS – A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis e ocasiona infecção respiratória altamente contagiosa. Em determinados casos, pode ocorrer complicações graves, especialmente em crianças menores de seis meses.
Os sintomas são parecidos com o de um resfriado comum, com coriza, tosse seca e febre baixa. Mas a doença pode evoluir para casos mais graves, provocando vômitos, tosse intensa, podendo chegar até a uma parada respiratória.
TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO – A coqueluche é transmitida pelas gotículas de saliva liberadas ao tossir, espirrar ou falar, sendo altamente contagiosa. A transmissão ocorre pelo contato próximo e o infectado pode contaminar até 17 pessoas.
O período de contágio começa próximo ao quinto dia após a contaminação e pode durar até a terceira semana de tosse intensa. Ele se encerra após tratamento com antibióticos.
A vacinação é a principal forma de prevenção da doença, além de ações de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato com pessoas doentes. Os pacientes contaminados devem ficar em casa, usar máscara para evitar novos contágios.
Fonte: Governo PR
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