Paraná
Sanepar fará vistorias técnicas em imóveis de Reserva e Cândido de Abreu em março
Em março, a Sanepar dará início às Vistorias Técnico-Operacionais (VTOs) em imóveis das cidades de Reserva, nos Campos Gerais, e Cândido de Abreu, no Centro, a fim de verificar se as instalações hidrossanitárias estão de acordo com as normas da empresa e a Legislação Ambiental. As vistorias deverão durar o mês todo.
O objetivo do trabalho é orientar os moradores a fazerem a correta ligação do imóvel à rede coletora, de forma a assegurar o bom funcionamento do serviço de coleta e tratamento de esgoto para a preservação do meio ambiente e da saúde das pessoas.
Durante a vistoria, os técnicos conferem os pontos de lançamento de esgoto do banheiro, da cozinha, da lavanderia e onde há captação de água de chuva, como ralos. Também é verificada a existência de caixa de gordura. Os testes são feitos com corantes biodegradáveis à base de água, que não danificam as louças sanitárias, nem causam danos à saúde nem ao meio ambiente. Estando tudo de acordo, o morador receberá um certificado de regularidade do imóvel.
Nas situações irregulares, como ausência de caixa de gordura, ligação de água de chuva na rede de esgoto e lançamento de esgoto na galeria pluvial, o cliente recebe uma notificação e terá prazo de 60 dias para regularizar as pendências. Após esse período, será feita nova vistoria e, ao permanecer a irregularidade, será aplicada multa, conforme regulamentação da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar).
A vistoria é feita na presença de moradores ou responsáveis pelo imóvel, por técnicos da empresa terceirizada Engezzi Engenharia, capacitados e fiscalizados pela Sanepar. Eles estarão uniformizados e identificados. Em caso de dúvidas, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115 ou diretamente na Central de Relacionamento da Sanepar.
Em Cândido de Abreu, a central de atendimento fica na Travessa Guilherme Muller, 509. Em Reserva, na Rua José Adolfo Nemeck, 331.
Fonte: Governo PR
Paraná
Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.
Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César
Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.
A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.
Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.
Processo 0016498-43.2025.8.16.0013
Notícia anterior:
26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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