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Sanepar apresenta avanços e inovações em fórum empresarial de Ponta Grossa

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participou do Fórum Empresarial de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e detalhou o balanço de suas ações locais e os projetos focados em sustentabilidade, inovação e na universalização dos serviços no Estado. Promovido pelo Grupo Diário dos Campos em parceria com a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), o encontro foi realizado na sede da entidade, nesta terça-feira (30), e teve como tema o “Saneamento no Paraná: Desafios e Perspectivas”.

O diretor de Inovação e Novos Negócios da Sanepar, Anatalicio Risden Júnior, representando o diretor-presidente Wilson Bley, destacou que Ponta Grossa é um exemplo para o Brasil, pois conta com 100% de abastecimento com água tratada e 93% de coleta de esgoto, dos quais 100% são tratados. A cidade segue como uma das prioridades da Sanepar, que nos últimos dez anos investiu R$ 340,5 milhões nos sistemas de água e de esgoto.

Até 2030, estão programados ainda mais R$ 396,9 milhões a serem aplicados em ampliações e modernizações em sua infraestrutura de saneamento, com destaque para a nova captação a ser construída no Rio Tibagi, que aguarda outorga ambiental para lançamento da licitação da obra.

O modelo de Parcerias Público-Privadas (PPP), adotado recentemente no Paraná, foi outro tema abordado na palestra. De acordo com o diretor, por meio da modelagem dos contratos divididos entre três grandes consórcios, a empresa vem agregando novas tecnologias e oportunidades de aprendizado à sua operação, com o objetivo de antecipar as metas do Marco Regulatório do Saneamento no Estado.

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INOVAÇÃO – A empresa também se tornou referência por transformar os desafios do saneamento em incentivo a soluções inovadoras, desenvolvimento sustentável e novos negócios. Risden explicou que a Sanepar vem buscando soluções que melhorem a performance, a eficiência e a eficácia da empresa, agregando valor e buscando receitas acessórias. “Afinal, somos uma empresa de mais de 60 anos, e queremos chegar aos 120 anos com pleno sucesso”, reforçou o diretor.

Entre as novidades, Risden destacou o incentivo à economia circular e à “inovabilidade” (inovação com sustentabilidade), tendo como exemplo um projeto-piloto da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Belém, focado na purificação do lodo de esgoto para a produção de biometano. O diretor também ressaltou o sucesso do programa de transformação digital Sanepar 5.0 – Conectada ao Futuro.

A empresa tem mapeado seus desafios internos e lançado vários editais para startups, em áreas como redução de perdas e eficiência energética. Entre os exemplos, uma parceria que utiliza Inteligência Artificial (IA) para detectar vazamentos ocultos nas redes, reduzindo consideravelmente o tempo de identificação e correção do problema.

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Uma melhor relação com os usuários também tem sido foco da Sanepar. Está em estudo o lançamento de editais para a instalação de medidores digitais com telemetria, sistema que permitirá aos clientes acompanharem o próprio consumo em tempo real. Outra fonte de inovação deve ser a utilização de água de reúso em processos industriais, com estudos em andamento para a aplicação de um projeto-piloto em Ponta Grossa.

FÓRUM EMPRESARIAL – O Fórum Empresarial de Ponta Grossa consolidou a aproximação entre a Sanepar e o setor na cidade. O evento é uma iniciativa que reúne lideranças, empresários e especialistas para falar sobre inovação, competitividade e desenvolvimento. Em sua 16ª edição, já recebeu palestrantes como o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, e o empresário Mário Gazin.

Wilson Oliveira, organizador do evento, destacou que o Fórum, mais uma vez, conseguiu trazer temas de grande relevância para a cidade, como o saneamento. “A nossa presença na Associação Comercial de Ponta Grossa foi uma excelente oportunidade para apresentar nosso planejamento, os investimentos em andamento e reforçar a prioridade que a cidade tem para a Sanepar. Para a diretoria da empresa, é sempre importante ampliar o diálogo e acolher as demandas da comunidade”, concluiu Risden.

Fonte: Governo PR

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MPPR ajuíza ação civil pública para que Município de Quatro Barras adote medidas para sanar irregularidades no atendimento a pessoas com deficiência

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, ajuizou nesta quarta-feira, 1° de julho, ação civil pública para que o Município adote medidas para a garantia de direitos de pessoas com deficiência acolhidas em instituição situada no bairro Jardim Menino Deus. A ação decorre de apuração conduzida em inquérito civil sobre possíveis irregularidades estruturais e assistenciais no atendimento prestado às pessoas acolhidas pela instituição, que é de natureza privada, mas recebe recursos públicos.

Áudio do Promotor de Justiça André Luiz de Araújo

Durante a apuração, relatório de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) apontou a ausência de condições adequadas de acessibilidade no imóvel, e relatório do Serviço Social do próprio Ministério Público registrou a superlotação da instituição, a falta de vinculação à Rede de Atenção Psicossocial e a inexistência de Projetos Terapêuticos Singulares, instrumentos de cuidado individualizado em saúde mental para os moradores que apresentem quadros como esquizofrenia, demência e doença de alzheimer.

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Antes de ingressar com a medida judicial, o Ministério Público expediu recomendação administrativa ao Município, sem, entretanto, obter resposta satisfatória por parte da administração pública, que alegou, para o não cumprimento das medidas recomendadas, o fato de a entidade ser privada, com fins lucrativos. Na ação civil, entretanto, a Promotoria de Justiça demonstrou que o dever de fiscalizar os serviços de saúde e de assistência social e de garantir atenção psicossocial às pessoas com deficiência é do poder público municipal, ainda que a instituição que preste o serviço seja de natureza privada, sobretudo porque o Município custeia vaga de acolhimento no local.

Em caráter de urgência, o Ministério Público requer que o Município promova em até 30 dias, por meio do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), a vinculação, a triagem, a avaliação e o acompanhamento psiquiátrico de todos os moradores acolhidos, com a elaboração do respectivo Projeto Terapêutico Singular. Na análise do mérito da ação, pede a condenação do Município à obrigação de fazer a fiscalização contínua das adequações de acessibilidade da instituição e manter acompanhamento ininterrupto pela rede pública de atenção psicossocial.

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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