Paraná
Sanepar amplia em 30% a capacidade de tratamento de água em Sapopema
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vai ampliar em 30% a capacidade de tratamento de água no município de Sapopema, no Norte Pioneiro. Isso será possível graças à instalação de um novo módulo floco-decantador na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade com investimento de R$ 145 mil. O trabalho começou na quarta-feira (13) e deve ser concluído sábado (16).
A estrutura, segundo o gerente da Sanepar na região de Cornélio Procópio, Adelir Antonio Trentin Junior, é mais moderna e robusta e trará impacto positivo direto no abastecimento. “É uma intervenção relevante que traz mais segurança hídrica ao município. Teremos um acréscimo de 30% na capacidade de produção”, afirma.
O serviço especializado inclui a retirada do antigo módulo, transporte do novo equipamento, adequações e todas as interligações hidráulicas necessárias para a operação. O gerente ressalta, ainda, que a melhoria é fundamental para garantir a estabilidade do sistema e o atendimento aos padrões de qualidade.
“A substituição do módulo antigo representa maior confiabilidade ao processo de tratamento, reduzindo custos de manutenção e eliminando riscos de instabilidade no fornecimento de água para a cidade. É mais uma obra que reforça o compromisso da Sanepar em bem atender a população de Sapopema, investindo continuamente na infraestrutura para assegurar que a cidade possa crescer com saúde e qualidade de vida”.
AVISO AO CLIENTE – Durante os trabalhos, devido a paralisações necessárias para a adequada e segura execução, pode haver oscilação de pressão nas redes de distribuição e falta de água pontual. Para reforçar o abastecimento da cidade é utilizada uma carreta-pipa com capacidade de 39 mil litros. ““Devido à complexidade da obra, pedimos a colaboração da população fazendo uso consciente da água, adiando serviços que não são essenciais durante os próximos dias”, reforça Trentin Junior.
Em situações como esta, a Sanepar ressalta que a água tratada deve ser priorizada para higiene e alimentação. A população deve evitar desperdícios, adiar a lavagem de roupas pesadas e veículos e fazer uso racional até que as obras sejam concluídas e o sistema esteja normalizado.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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