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Sanepar amplia atendimento com serviço de esgoto em Almirante Tamandaré

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A Sanepar está executando obras de ampliação do serviço de esgotamento sanitário em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Os investimentos são de R$ 28,8 milhões e vão incluir mais 2.236 imóveis ao sistema de coleta e tratamento de esgoto, passando a atender 65% da população.

Estão sendo implantados 58,2 quilômetros de rede coletora na cidade e mais 1,2 quilômetro de coletor, no Bairro Pilarzinho, em Curitiba, que irá receber efluente também de Almirante. O esgoto coletado em Almirante Tamandaré é tratado nas Estação de Tratamento São Jorge, na própria cidade; na ETE Atuba Sul e na ETE Santa Quitéria, em Curitiba.

A previsão é de que a obra seja concluída em dezembro de 2024. Estão sendo gerados cerca de 550 empregos diretos e 290 indiretos ao por meio da implantação das estruturas.

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Na última segunda-feira (24), o prefeito de Almirante Tamandaré, Gerson Colodel, e o presidente da Câmara, vereador Claudinho Zoinho, estiveram na Sanepar para assinatura da ordem de serviço da obra. Foram recebidos pelo diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, e pelo diretor Comercial, Toco Zanetti.

Stabile disse que a Companhia tem acelerado os investimentos para ampliar o atendimento à população com saneamento, com reflexos na melhoria da saúde preventiva. “Essa obra é importante para avançarmos com rede coletora de esgoto para a população. Cada 1 real investido em saneamento gera economia de 3 reais em saúde pública. Vamos aumentar o índice de população atendida e atingir a meta do marco legal do saneamento”, disse o prefeito Colodel.

Fonte: Governo PR

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Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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