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Brasil

Revista da ENIT conquista Qualis A4 e reforça excelência acadêmica da Inspeção do Trabalho

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A Revista da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho (ENIT) conquistou a classificação Qualis A4 na avaliação trienal 2021–2024 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O resultado certifica a qualidade da produção científica publicada pela Revista e a reconhece como um periódico de alto impacto acadêmico em âmbito nacional.

A conquista é motivo de celebração, especialmente em 2026, ano em que a Revista completa 10 anos de existência. A classificação A4 reforça o papel do periódico como um espaço qualificado para o debate acadêmico e para a difusão do conhecimento relacionado à Inspeção do Trabalho.

Entenda o Qualis

O Qualis é o sistema brasileiro de avaliação de periódicos científicos, mantido pela CAPES, que classifica as revistas de acordo com critérios de qualidade e impacto acadêmico. Embora as classificações da faixa B já indiquem relevância científica, os estratos da faixa A representam periódicos de alto nível, amplamente buscados por pesquisadoras e pesquisadores com elevada titulação acadêmica.

A obtenção do Qualis A4 tende a ampliar a visibilidade acadêmica da Revista da ENIT e a fortalecer ainda mais a carreira da Auditoria Fiscal do Trabalho no meio científico.

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Sobre a Revista da ENIT

A Revista da ENIT é uma publicação anual que recebe artigos científicos e relatos de boas práticas produzidos por auditores-fiscais do Trabalho, em diálogo com a comunidade acadêmica. Todos os trabalhos passam por rigoroso processo de avaliação dupla cega.

Em 2026, será publicada a edição comemorativa dos 10 anos da Revista.

Acesse o site da Revista da ENIT: https://revistaenit.trabalho.gov.br

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

MPA participa da 3ª Cúpula da Pesca de Pequena Escala em Roma

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou, neste domingo (6), da 3ª Cúpula da Pesca Artesanal (SSF Summit 2026), realizada na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, Itália. O encontro reuniu governos, organizações de pescadores e pescadoras, sociedade civil e organismos internacionais para discutir a implementação das Diretrizes Voluntárias para a Sustentabilidade da Pesca em Pequena Escala.

O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou da mesa de alto nível ao lado do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, e de ministros de outros países. Em sua intervenção, destacou que a sustentabilidade da pesca deve caminhar junto com a conservação dos recursos pesqueiros e a garantia de condições dignas de vida para as comunidades que vivem da atividade.

Edipo apresentou iniciativas brasileiras voltadas à pesca artesanal, incluindo o reconhecimento dos territórios pesqueiros tradicionais, políticas para mulheres e jovens, a integração entre conhecimentos científico e tradicional, a extensão pesqueira e a ampliação do acesso ao crédito. Também ressaltou a importância do pescado para a segurança alimentar e nutricional e o combate à fome.

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“Não existe futuro para a pesca sem a conservação dos recursos pesqueiros, assim como não existe pesca sustentável sem garantir condições de vida dignas para as mulheres e os homens que vivem das águas. Incentivar o consumo de pescado é também uma estratégia de segurança alimentar e de combate à fome”, afirmou.

Plano Nacional da Pesca Artesanal

O diretor do Departamento de Territórios Pesqueiros e Ordenamento do MPA, Cristiano Quaresma, apresentou o Plano Nacional da Pesca Artesanal (PNPA) como principal instrumento brasileiro para transformar as Diretrizes-SSF em políticas públicas. Construído com a participação de pescadores e pescadoras de diferentes regiões do país, o Plano estabelece uma estratégia para os próximos dez anos e contempla temas como territórios tradicionais, gestão sustentável dos recursos pesqueiros, trabalho digno, igualdade de gênero, juventudes e mudanças climáticas.

“A nossa experiência demonstra que as Diretrizes tornam-se mais fortes quando transformamos participação em decisão, direitos em políticas públicas e pescadores e pescadoras em protagonistas de seu próprio futuro”, destacou Quaresma.

Reuniões bilaterais

Paralelamente à Cúpula da Pesca de Pequena Escala, a delegação realizou reuniões bilaterais com a Representação Permanente do Brasil e com a Direção de Pesca e Aquicultura da FAO. Entre os temas abordados, destacaram-se a reconstrução da estatística pesqueira marinha brasileira, projetos de cooperação internacional, mecanismos de financiamento e implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto (PSMA), voltado ao combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.

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A participação brasileira reforça a estratégia do MPA de ampliar a cooperação internacional e fortalecer a presença do Brasil nos debates globais sobre pesca, aquicultura, segurança alimentar e sustentabilidade.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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