Agro
Retomada da Rússia impulsiona exportações brasileiras de carne bovina em maio
A retomada das vendas para a Rússia ajudou a impulsionar as exportações brasileiras de carne bovina no mês de maio, quando foi registrado o melhor resultado do ano. No mês passado, o volume total embarcado atingiu 149.960 toneladas, crescimento de 9,3% em relação ao mês de abril, de acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC). Em relação ao faturamento, as exportações somaram US$ 575,98 milhões com altas de 11,4% ante o mês de abril. Quando se observa o desempenho da Rússia, cujo os embarques foram retomados em outubro do ano passado, o país, que em 2018 foi o 26º mercado para a carne brasileira, fechou o mês de maio na 8º posição entre os principais destinos, com um volume de 7.362 toneladas e receita de US$ 24.2 milhões. Desde janeiro, os embarques para o mercado russo cresceram 137% em volume e 140% em faturamento.
Já no acumulado de janeiro a maio, os embarques para aquele país somaram 24.978 toneladas e faturamento de US$ 81,34 milhões, um crescimento de 1.595% e 1.224%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.
O avanço da Rússia também impactou no crescimento da categoria “Miúdos”, que registrou seu maior volume exportado desde o início da série histórica em 1997, com um total de 15.271 toneladas em maio.
Nos primeiros cinco meses do ano, as exportações totais de carne bovina do Brasil registraram um volume de 692.829 toneladas, avanço de 16,7% no comparativo com o mesmo período de 2018. Em faturamento, as vendas foram de US$ 2.60 bilhões, crescimento de 7,7%.
Fonte: Agrolink
Agro
Combustível marítimo recua com trégua no Golfo Pérsico e alivia custos logísticos globais
Os preços do combustível marítimo voltaram a registrar queda após semanas de forte volatilidade no mercado internacional, em meio à redução das tensões geopolíticas no Golfo Pérsico. O movimento marca uma correção importante após o pico de preços provocado pelo início do conflito na região.
Segundo dados da AMR Business Intelligence, a escalada começou em 28 de fevereiro de 2026, quando o mercado passou a precificar os riscos da guerra e seus impactos sobre o comércio global e as rotas marítimas estratégicas.
Conflito dispara preços e eleva custos do transporte marítimo
Antes do início das tensões, o combustível marítimo de baixo teor de enxofre era negociado em torno de US$ 580 por tonelada métrica. Com o agravamento do conflito, os preços chegaram a atingir US$ 1.823 no início de abril, refletindo o aumento do risco e da incerteza logística.
O combustível de alto teor de enxofre também acompanhou o movimento de alta, alcançando cerca de US$ 770 por tonelada métrica no fim de março.
Trégua mediada e reversão das cotações
A reversão do movimento ocorreu após o anúncio de uma trégua mediada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O acordo inicial previa uma pausa de duas semanas, posteriormente prorrogada por tempo indeterminado, reduzindo a pressão geopolítica na região.
Com o arrefecimento das tensões, o mercado reagiu rapidamente, iniciando um processo de correção nos preços e devolvendo parte da valorização acumulada durante o período de conflito.
Cotações recuam, mas permanecem elevadas
Em 27 de abril, os preços já indicavam alívio nos custos logísticos globais:
- Combustível marítimo de baixo teor de enxofre: US$ 1.116 por tonelada métrica
- Combustível de alto teor de enxofre: US$ 681 por tonelada métrica
Apesar da queda, os valores ainda permanecem significativamente acima dos níveis registrados antes do início da guerra, evidenciando que o mercado segue sensível a riscos geopolíticos.
Impacto direto no comércio global e no agronegócio
O recuo dos preços representa um alívio parcial para os custos de transporte marítimo, setor essencial para o escoamento global de commodities agrícolas como soja, milho e carnes.
Rotas internacionais seguem monitoradas, já que o Golfo Pérsico é uma das regiões estratégicas para o fluxo energético mundial, influenciando diretamente fretes e cadeias de suprimentos.
Mercado reage a cenário mais estável, mas cautela permanece
A trégua reduziu parte da incerteza e trouxe estabilidade momentânea ao mercado de combustíveis marítimos. No entanto, analistas destacam que o setor ainda opera com cautela, dado o histórico de volatilidade recente.
O comportamento dos preços reforça a sensibilidade do comércio global a eventos geopolíticos e a importância da estabilidade no Oriente Médio para o equilíbrio dos custos logísticos internacionais.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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