Paraná
Resumo da Semana traz apanhado de informações sobre atuação do MPPR em 11 cidades paranaenses
Na edição desta sexta-feira, 23 de junho, o informativo semanal do MPPR traz informações sobre o trabalho dos agentes ministeriais nas cidades de Atalaia, Campo Largo, Curitiba, Jaguariaíva, Jandaia do Sul, Londrina, Maringá, Quarto Centenário, Ponta Grossa, Porecatu e São João do Ivaí.
O Resumo da Semana é enviado aos jornalistas inscritos nos mailings mantidos pela Assessoria de Comunicação do MPPR e busca aprimorar o diálogo com a população paranaense a partir dos veículos de comunicação. Todas as matérias foram noticiadas no site institucional, onde podem ser acessadas na íntegra.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4469
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
A pedido do MPPR, Tribunal de Justiça aumenta para 22 anos e 9 meses pena de homem condenado por homicídio qualificado cometido em 2005 em Imbituva
A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná deu provimento parcial a recurso interposto pelo Ministério Público do Paraná e aumentou para 22 anos e 9 meses de reclusão a pena imposta a um homem condenado pelo Tribunal do Júri de Imbituva em 30 de abril último pelo homicídio qualificado de sua ex-companheira. A decisão reformou a sentença inicial, fixada em 14 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão.
Áudio do Promotor de Justiça Felipe Miguel de Souza
O crime ocorreu em 28 de abril de 2005, na residência do sogro da vítima (pai do homicida). Na ocasião, o acusado agrediu a vítima com golpes de tijolo e faca, causando-lhe lesões graves que a levaram à morte. O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do delito, bem como a qualificadora de emprego de meio cruel.
Recurso – Em suas razões recursais, a Promotoria de Justiça pleiteou a revaloração das circunstâncias judiciais na primeira fase da dosimetria da pena (artigo 59 do Código Penal), sustentando que elementos concretos do processo justificavam o aumento da pena-base.
Ao analisar o recurso, os desembargadores acolheram os argumentos do MPPR quanto a três pontos: a) culpabilidade – o acórdão destacou o maior grau de reprovabilidade da conduta, uma vez que o crime foi praticado no ambiente residencial na presença de crianças (filhos da testemunha ocular), que ouviram toda a ação violenta; b) conduta social – o histórico probatório apontou o reiterado comportamento agressivo e intimidatório do acusado no meio familiar e comunitário, inclusive com ameaças a vizinhos; c) motivos do crime – ficou demonstrado que a ação delituosa esteve vinculada a ciúme e sentimento de posse, fatores de especial reprovabilidade no contexto de violência contra a mulher.
Com o acolhimento das teses ministeriais, a 1ª Câmara Criminal refez o cálculo da dosimetria, fixando a sanção definitiva em 22 anos e 9 meses de reclusão. Foi mantido o regime inicial fechado para o cumprimento da sentença. O réu esteve foragido por cerca de 20 anos, pois havia fugido da prisão poucos dias depois do crime. Preso novamente em 2025, foi a julgamento e permanece detido.
Apelação Criminal 0000189-02.2005.8.16.0092
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
-
Esportes3 dias agoPalmeiras inicia preparação para jogo de volta contra o Fortaleza; Gómez treina no gramado e Paulinho vira preocupação
-
Política Nacional4 dias agoConselho aprova recomendações para regulação de plataformas de streaming
-
Brasil4 dias agoTurismo na Caatinga destaca a diversidade do único bioma exclusivamente brasileiro
-
Entretenimento4 dias agoLauana Prado exibe momento mágico em que Dom veio ao mundo: ‘Um sonho lindo’
-
Brasil4 dias agoMinistério da Saúde incia curso nacional para ampliar o diagnóstico de doenças raras no SUS
-
Política Nacional4 dias agoMP reforça crédito e habitação e altera Desenrola e Minha Casa, Minha Vida
-
Esportes2 dias agoAtlético-MG marca nos acréscimos, vence o Juventude e avança às quartas da Copa do Brasil
-
Política Nacional4 dias agoBrasil avançou no aleitamento materno, mas enfrenta desafios, dizem especialistas
