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Agro

Reposição bovina deve ganhar força no outono com alta demanda por terneiros

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Demanda aquecida impulsiona mercado de reposição

As perspectivas para a pecuária de corte no Brasil indicam um cenário favorável ao longo do outono, especialmente no segmento de reposição. A avaliação é do leiloeiro e diretor da Trajano Silva Remates, Marcelo Silva, que destaca o aumento consistente na procura por terneiros.

Segundo ele, o movimento de mercado aponta para uma temporada de vendas aquecida, sustentada pelo interesse crescente de compradores em animais jovens.

Terneiros de qualidade lideram valorização

De acordo com Silva, a demanda atual tem favorecido principalmente os produtores que oferecem animais de padrão superior. Esses lotes têm apresentado maior liquidez e negociações mais rápidas.

Animais com melhor genética e qualidade vêm sendo comercializados com facilidade, refletindo o interesse dos compradores por reposição mais eficiente e produtiva.

Preços chegam a R$ 15/kg no Sul

No Sul do país, os valores pagos por terneiros de primeira linha já atingem cerca de R$ 15,00 por quilo à vista. No caso das fêmeas, os preços ficam em patamares um pouco menores, variando entre R$ 13,50 e R$ 14,00 por quilo.

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Os números reforçam o cenário de valorização, especialmente para animais com maior padrão de qualidade.

Região Central registra cotações ainda mais elevadas

O comportamento de alta não se restringe ao Sul. Em outras regiões do Brasil, como o Centro do país, os preços dos terneiros já alcançam níveis ainda mais expressivos, chegando a cerca de R$ 18,00 por quilo.

Esse movimento indica um mercado firme e homogêneo, com valorização disseminada em diferentes praças pecuárias.

Expectativa é de uma temporada positiva no outono

Diante desse cenário, a expectativa do setor é de uma temporada de outono bastante favorável para a reposição na pecuária de corte.

A combinação entre oferta qualificada e demanda aquecida deve sustentar os preços em níveis elevados, garantindo boas oportunidades de comercialização para os produtores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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