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Renan Filho chega ao Rio de Janeiro para vistoriar obras importantes no estado com a caravana ‘Na Boleia do Brasil’

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Após percorrer Minas Gerais, a caravana ‘Na Boleia do Brasil’, capitaneada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, chega ao Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (15), a comitiva parte de Itaipava, Região Serrana do estado, rumo a obras fundamentais para o país, como a duplicação da Serra das Araras, que liga o Rio a São Paulo pela Via Dutra.

Com investimento de R$1,5 bilhão, o novo traçado da serra contemplará oito faixas (quatro para cada sentido) além dos acostamentos (um em cada sentido). Com essa expansão, a velocidade passará a ser de 80 km/h, permitindo a redução de até 50% do tempo no percurso. Cerca de 390 mil veículos circulam pelo local mensalmente.

Entre as paradas de Renan Filho no estado também consta a vistoria de uma intervenção fundamental para a Baixada Fluminense: as obras de duplicação da BR-493/RJ, conhecida como Magé-Manilha. O projeto, que recebeu investimento de R$ 600 milhões, é aguardado há décadas pela população e irá eliminar importantes gargalos.

“Na Boleia do Brasil” é uma iniciativa do Ministério dos Transportes que leva a agenda ministerial diretamente às obras em andamento pelo país e promove, junto à sociedade, diálogos sobre os desafios e as prioridades no setor de infraestrutura. Na sexta-feira (16), a comitiva desembarca em São Paulo.

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Cobertura de imprensa
Não há necessidade de credenciamento prévio para os jornalistas interessados na cobertura das visitas.

Serviço
Caravana ‘Na Boleia do Brasil’
Data: Quinta-feira, 15 de janeiro
Horário: 7h30
Local: Villa Itaipava Resort & Conventions – BR-040, km 62 – Itaipava (RJ)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Brasil

Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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