Paraná
Regionais do IAT promovem ações de conscientização ambiental em todo Paraná
As 21 regionais do Instituto Água e Terra (IAT) promoveram uma série de ações dedicadas à conscientização ambiental entre a sexta-feira (2) e quarta-feira (7) para celebrar a Semana do Meio Ambiente – o Dia Mundial do Meio Ambiente foi comemorado na segunda-feira (5). Teve limpeza da Baía de Guaratuba, de manguezais, distribuição de mudas, estímulo à reciclagem e muita educação ambiental nas escolas, entre outras atividades, para aproximar a população da natureza.
“Queremos usar o patrimônio natural do Paraná como ferramenta de educação e, assim, ajudar na melhoria da vida dos paranaenses. Com essa união com a população, conseguiremos também melhorar a qualidade ambiental do nosso Estado”, ressaltou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.
Em Paranavaí, na região Noroeste, por exemplo, foram recolhidos para reciclagem mais de 2,5 mil sucatas eletrônicas, entre televisores, computadores, celulares e outros equipamentos inutilizáveis. A ação foi no centro de eventos da cidade e contou com o apoio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Cooperativa de Prestadores de Serviço de Reciclagem de Paranavaí (Cooperavai).
“A população tem interesse, quer participar, busca um local apropriado para descartar esses resíduos. O nosso objetivo é justamente esse, de evitar o descarte irregular, não causar danos ao meio ambiente”, afirmou o fiscal ambiental do escritório do IAT de Paranavaí, Antônio Carlos Terto.
No Norte Pioneiro, o IAT de Jacarezinho também fez um mutirão de limpeza na Estrada da Água Feia e deu início ao projeto Arboreto no viveiro da cidade, com o plantio de 209 mudas nativas. Para o chefe do escritório local do instituto, Marcos Antônio Pinto, as atividades fazem parte de um esforço contínuo para criar nos participantes conscientização ambiental. “Estas ações ajudam a disseminar boas práticas, incentivo ao uso racional do meio ambiente e auxilia na melhoria das condições de toda a região”, disse.
O escritório regional de Paranaguá, no Litoral, atuou em parceria com o Instituto Guaju em um grande mutirão de limpeza. A ação reuniu no sábado (3) mais de 500 voluntários e promoveu a retirada de 4,5 toneladas de lixo da Baía de Guaratuba – limpeza que também se estendeu aos manguezais da região.
“Ao criar o lanço de pertencimento, sentimos que somos parte integrante desse grande ecossistema e que é de nossa responsabilidade cuidar e zelar por esses ambientes”, destacou Renata Cristine Temoteo Travassos, uma das coordenadoras da ação pelo IAT de Paranaguá.
Ela reforçou a necessidade de se estimular a conscientização da população para o descarte correto dos resíduos. “Devemos, de uma vez por todas, mudar a ideia de que lixo descartado na Costa não chegará ao mar ou a um manguezal. Se cada um reciclar o seu lixo conseguiremos, em um futuro próximo, visitar nossos manguezais e desfrutar apenas das suas belezas e de sua importância ecológica”, afirmou.
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Consciência que, de certo modo, começa a ser despertada. Gerente de Biodiversidade do IAT, Patrícia Calderari destacou que o mutirão de 2023 ficará marcado por, pela primeira vez em mais de 15 anos de atuação do Instituto Guaju, ter havido diminuição no lixo recolhido na Baía de Guaratuba. “A ação é gratificante e deixa as pessoas felizes por poder colaborar com o meio ambiente”, disse.
“O volume ainda assusta, então precisamos continuar investindo em ações e gestos concretos de amor por este ambiente tão importante para nosso planeta”, acrescentou o pesquisador do Instituto Guaju, Edgar Fernandez.
Fonte: Governo PR
Paraná
Combate às arboviroses no Paraná conta com monitoramento por sistema inteligente e de baixo custo
O combate às arboviroses no Paraná ganhou um aliado tecnológico e estratégico que tem apresentado resultados práticos na saúde pública. Diferente das ações tradicionais de limpeza e monitoramento, a ovitrampa funciona como uma armadilha inteligente e de baixo custo. O sistema é formado por um vaso plástico preto preenchido com água, onde é inserida uma palheta de madeira áspera. Esse ambiente simula o local ideal para a reprodução do mosquito Aedes aegypti. Atraída pela água, a fêmea deposita seus ovos na palheta de madeira.
As armadilhas são instaladas em residências e comércios, distribuídas de forma homogênea, respeitando a distância de 300 a 400 metros entre elas. Após um período de cinco a sete dias, a equipe técnica municipal recolhe o material para análise.
“Desde 2019, a Sesa capacita as equipes de combate a endemias para utilizar e fazer o trabalho com as ovitrampas e, desta forma, fomos o primeiro Estado a estar 100% capacitado para o método que tem apresentado resultados bastante significativos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
“A ovitrampa não elimina o mosquito diretamente. Na prática, ela funciona como um sensor que possibilita o cálculo de índices mais precisos quanto à presença e quantidade do mosquito naquela região”, explicou o secretário.
Na análise das palhetas, que é feita em laboratório, é possível calcular a positividade, ou seja, a indicação da presença do mosquito, a densidade de ovos, que mede a quantidade de fêmeas depositando ovos na região e ainda determina a média geral de infestação do território. Com essas informações, é possível direcionar, com maior precisão, as ações práticas de controle vetorial.
MUDANÇA – O sistema de ovitrampas substitui o LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti) como principal metodologia de monitoramento do Aedes aegypti.
A diferença do LIRAa e das ovitrampas é que o LIRAa era realizado no máximo em ciclos de monitoramento bimestrais e a abrangência ocorria por amostragem de sorteio, o que levava a resultados momentâneos. Já a frequência das ovitrampas é quinzenal e abrange 100% do território urbano, gerando dados constantes.
Porém, o LIRAa permanece, com aplicação uma vez ao ano (entre outubro e novembro), como atividade complementar para identificar os tipos de criadouros predominantes no município, uma vez que esta metodologia busca encontrar de larvas do vetor nos depósitos presentes no ambiente.
CONTROLE – O monitoramento e controle dos mosquitos do gênero Aedes (A. aegypti e A. albopictus) previnem a circulação dos vírus que causam dengue, chikungunya, zika e até febre amarela urbana. Por isso, o monitoramento sistemático com as ovitrampas permite ao município determinar quais são as áreas de maior risco vetorial e assim priorizar as ações de controle do mosquito, que é a principal forma de prevenção das arboviroses.
Esta conduta inclui, no ambiente privado (residências, comércios, edifícios públicos, entre outros), a eliminação dos criadouros e, no domínio público, a oferta de coleta de lixo, saneamento e abastecimento regular de água. Monitoramento e controle do vetor, dentre outras ações, quando bem implementadas e executadas, permitem reduzir o número de casos de arboviroses.
Fonte: Governo PR
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