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Referência na certificação de produtos e sistemas, Tecpar passa marca de 20 mil auditorias

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O Tecpar Certificação – unidade de certificação do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) – chegou à marca de 21 mil auditorias em sua atuação no Estado e no Brasil, iniciada em 1997. As auditorias são as avaliações que fazem parte do processo de certificação, seja de sistemas de gestão da qualidade de empresas ou de produtos.

Por ser referência neste segmento, empresas de todos os portes, de diversas áreas de atuação e diferentes regiões do País buscam o Instituto para terem seus sistemas e produtos certificados. O reconhecimento ajuda as organizações a se tornarem mais competitivas, oferecendo ao mercado um diferencial que atesta o seu compromisso com a qualidade.

O gerente do Tecpar Certificação, Fábio Corrales, explica que os programas de avaliação e certificação da conformidade do Instituto estão estruturados em padrões internacionais reconhecidos e seguros, e que seguem rígidos processos de auditoria.

“O Tecpar possui um time altamente qualificado, com cerca de 50 auditores e auditoras, internos e externos. Durante as auditorias, eles verificam se sistemas, produtos, processos ou serviços estão em conformidade com requisitos nacionais, estrangeiros ou internacionais”, diz.

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EXCELÊNCIA – A empresa Via Facilities passou pelo segundo processo de auditoria mais recente em junho deste ano, para manutenção da certificação do Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001, obtida em 2022. Com sede em Curitiba, ela oferece serviços terceirizados para clientes em vários segmentos e indústrias.

Para o diretor-financeiro, Gesler Alves de Oliveira, ter a certificação ISSO 9001 inclui a empresa em um seleto grupo daquelas com sistema de qualidade, o que a torna apta a atender diversos clientes nos segmentos de terceirização.

“Depois de uma ampla pesquisa no mercado, optamos em fazer a certificação pelo Tecpar pois constatamos que possui um vasto conhecimento em certificação de qualidade no serviço e se trata de uma empresa genuinamente paranaense. Os auditores para nós designados realizaram a tarefa de forma eficaz, passando confiança e credibilidade para toda a empresa”, afirma.

ABRANGÊNCIA – O Tecpar é acreditado pelo Inmetro desde 1997 como organismo de certificação de sistemas da qualidade. Em 1999, conquistou a acreditação como organismo de certificação de sistemas de gestão ambiental e de certificação de produtos. Foi o primeiro a obter o credenciamento junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para fazer auditorias de certificação de orgânicos.

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Atualmente, o Tecpar oferece a certificação de produtos orgânicos, integrando o programa estadual Paraná Mais Orgânico.

Entre as certificações de sistemas disponíveis para as empresas estão os Sistema de Gestão da Qualidade (NBR ISO 9001); de Gestão Ambiental (NBR ISO 14001); de Gestão da Qualidade para Empresas da Construção Civil (PBQPh); de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional (ISO 45001); de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade (SASSMAQ – Módulo Rodoviário); e de Gestão de Segurança Viária (ISO 39001).

Na relação de produtos que podem ser certificados pelo Tecpar estão componentes elétricos e de telecomunicações, eletrodomésticos e unidades armazenadoras.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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