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Paraná

Teatro Zé Maria recebe em outubro a peça “Girassóis”, inspirada em Van Gogh

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O público paranaense vai conhecer o trabalho da Cia Druw, grupo premiado de São Paulo, com o espetáculo infantojuvenil “Girassóis”. Serão quatro apresentações gratuitas, de 06 a 08 de outubro, além de uma oficina também gratuita, no Teatro Zé Maria.

Mergulhando na alma do pintor Van Gogh, suas histórias, obras e paixão pela natureza, o espetáculo traz um cenário leve, lúdico e poético, em que a vida se mostra em toda sua força, como as pinceladas que marcaram a vida do pintor. Com narrativa potencializada por vídeos projetados no espaço, a conexão com o público é certeira.

“É interessante observar a percepção das crianças e a dos adultos sobre o espetáculo. Tem coisas que dialogam mais com um ou com outro. É uma experiência rica e emocionante para todos. Sinto que conseguimos humanizar essa figura tão emblemática que é o Van Gogh”, comenta Miriam Druwe, responsável pela direção, concepção e roteiro.

A Cia Druw vem à capital paranaense pela primeira vez para participar na Semana da Criança da Curitiba Cia de Dança, que também promoveu o espetáculo “Memória de Brinquedo” no Teatro Zé Maria. A companhia vem desenvolvendo sua trajetória no cenário artístico da dança contemporânea por meio de uma intensa atividade que tem como foco de pesquisa, criação, difusão e formação cultural.

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Criada em 1996 pela bailarina e coreógrafa Miriam Druwe, a Cia Druw desenvolve um trabalho cujo principal objetivo é experimentar novas possibilidades de pesquisa e criação dentro de uma linguagem própria.

Serviço:

“Girassóis” (espetáculo infantojuvenil)

Datas e horários: 6/10, às 9h e às 15h; dias 7/10 e 8/10, às 18h

Dia 8/10, às 14h – oficina de dança gratuitas para crianças de 7 a 12 anos, no Teatro Zé Maria. Inscrições no local, com 1h de antecedência.

Local: Teatro Zé Maria – Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco – Curitiba – PR

Entrada franca

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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