Paraná
RECEITA FEDERAL No Paraná, apenas 29,3% dos contribuintes entregaram a declaração do Imposto de Renda
A Receita Federal recebeu 608.045 declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2020 no Estado do Paraná até as 11h desta segunda-feira
(13/4). Esse volume representa 29,3% do total de 2.070.000 documentos esperados no Paraná. No Brasil foram enviadas 10.324.134 declarações de Imposto de Renda da Pessoa Física. A expectativa é que 32 milhões de contribuintes entreguem declaração neste ano.
Devido à pandemia de covid-19, a Receita prorrogou o prazo final de entrega do dia 30 de abril para o dia 30 de junho de 2020.
O cronograma de pagamento das restituições do Imposto de Renda Pessoa Física foi mantido, mesmo com o adiamento em dois meses do prazo de entrega da declaração. Já aqueles que têm que pagar o imposto, o prazo do pagamento da primeira cota ou da cota única do Imposto de Renda foi adiado para junho.
O órgão revogou a exigência de que a declaração seja entregue com o número do recibo da declaração anterior, para evitar que contribuintes que perderam o recibo tenham que se deslocar a uma unidade da Receita.
Entre os obrigados a declarar estão os contribuintes que receberam, em 2019, rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70, rendimentos de atividades rurais acima de R$ 142.798,50 ou rendimentos isentos – não tributáveis ou tributados somente na fonte –, cuja soma seja superior a R$ 40 mil.
Paraná
Gaeco cumpre 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses na terceira fase da Operação Rota 466, que apura crimes envolvendo policiais
O Núcleo Regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 8 de outubro, a terceira fase da Operação Rota 466. A ação dá continuidade às investigações sobre a suposta prática dos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, concussão, falsidade ideológica e lavagem de ativos envolvendo policiais, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.
Acesse imagens do cumprimento dos mandados
Nesta fase, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses: Guarapuava, Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Pitanga, Bituruna, Castro, Palmeira e Wenceslau Braz. Os mandados, expedidos pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual, tiveram como alvo endereços ligados a 15 policiais militares e quatro civis investigados.
Policiais afastados – A Justiça também determinou o afastamento cautelar dos 15 policiais militares investigados nesta fase das atividades operacionais e ostensivas. Com a medida, eles passam a exercer exclusivamente funções administrativas. Foi determinado, ainda, o recolhimento de armamentos funcionais e particulares.
Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa foi presa por posse irregular de arma de fogo, e o armamento foi apreendido. Também foram recolhidos aparelhos eletrônicos com indícios de descaminho, celulares para análise e documentos.
Condutas reiteradas – A nova etapa da operação decorre da análise de materiais eletrônicos e documentos apreendidos nas fases anteriores, que permitiu identificar indícios de reiteração das condutas investigadas e novos possíveis envolvidos. As apurações apontam para a existência de um esquema de corrupção em postos da Polícia Rodoviária Estadual, incluindo o de Telêmaco Borba, no qual a atividade de fiscalização de trânsito teria sido utilizada para a obtenção de vantagens indevidas.
Entre as irregularidades investigadas estão acordos financeiros fixos e o fornecimento contínuo de combustíveis por empresas transportadoras em troca da suposta isenção de fiscalizações de seus caminhões, fraudes na classificação de avarias veiculares em Boletins de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado (Bateu) e direcionamento de serviços de guincho mediante pagamento.
Lavagem de ativos – As investigações também identificaram possíveis mecanismos de dissimulação e lavagem dos recursos ilícitos. Segundo as apurações, os valores supostamente arrecadados nas rodovias eram movimentados por meio de transferências eletrônicas que envolviam contas bancárias de terceiros, entre eles familiares de agentes públicos, além de empresas dos setores de transporte e guincho, que teriam atuado como intermediárias nas movimentações financeiras.
Operações – Consideradas as três fases da Operação Rota 466, as investigações já alcançaram 30 policiais militares, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.
A apuração tem três investigados em comum com a Operação Via Pix, conduzida pelo Gaeco de Ponta Grossa, embora as duas operações sejam desenvolvidas de forma independente. Consideradas conjuntamente, as operações já investigaram 50 policiais militares, dos quais 42 foram afastados das funções operacionais.
Entrevista coletiva – Representantes do Gaeco e da Polícia Militar concederão entrevista coletiva à imprensa nesta quinta-feira, 8 de outubro, às 10h30, na sede do MPPR em Ponta Grossa (Rua Ermelino de Leão, 2533 – Olaria)
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
-
Esportes5 dias agoSantos vence o São Paulo no Morumbis e emenda quinta vitória seguida
-
Paraná6 dias agoMPPR celebra termo de ajustamento de conduta para organizar acolhimento de crianças e adolescentes em Joaquim Távora, Guapirama e Quatiguá
-
Agro7 dias agoChuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra
-
Agro4 dias agoChuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul
-
Política Nacional3 dias agoPiauí elege Marcelo Castro e Júlio César para o Senado
-
Educação3 dias agoPodMEC debate neurociência e educação
-
Política Nacional3 dias agoFlávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno das eleições para presidente
-
Esportes5 dias agoBrasil vence a Índia por 4 a 0, mas atuação segue abaixo do esperado
