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Ratinho Junior e equipe testam negativo para covid-19 após evento em Maringá

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O governador Ratinho Junior, o chefe da Casa Civil Guto Silva e o secretário da Saúde Beto Preto apresentaram resultado negativo para infecção do novo coronavírus. A informação foi divulgada pelo Governo do Estado nesta terça-feira (28), depois da equipe ter tido contato com o deputado federal Ricardo Barros num evento em Maringá. Barros testou positivo para a doença.

Também realizaram o teste para o coronavírus o superintendente de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona e o superintendente de Esportes, Hélio Wirbiski, além de servidores do estado que trabalharam para a realização do evento em Maringá. Todos testaram negativo para a covid-19.

O evento em Maringá realizado nesta sexta-feira (24) inaugurou 108 novos leitos no Hospital Universitário de Maringá, que dobrou sua capacidade para atender os pacientes de coronavírus. O investimento foi de R$ 15,3 milhões, sendo R$ 7,8 milhões para custeio para os próximos seis meses e R$ 7,5 milhões em equipamentos, mobília e insumos médicos.

Segundo exame

O governador Ratinho Junior testou para coronavírus no dia 13 de março. O exame foi feito após o governador realizar uma viagem ao Estados Unidos a convite do presidente Jair Bolsonaro. Um dos assessores do presidente testou positivo para a doença e fez tratamento domiciliar. Na época, o exame de Ratinho Junior testou negativo para a infecção de coronavírus.

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção e posse ilegal de armas em delegacia de Bandeirantes três pessoas investigadas na Operação Fim da Trilha

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O Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná ofereceu nesta quarta-feira, 9 de setembro, duas denúncias criminais contra três pessoas investigadas no âmbito da Operação Fim da Trilha. A ação apura o recebimento de vantagens indevidas e outros ilícitos envolvendo servidor lotado na 39ª Delegacia Regional de Polícia Civil, localizada em Bandeirantes, no Norte Pioneiro do estado.

Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado

As apurações que culminaram no oferecimento das denúncias tiveram origem a partir de um relatório encaminhado pelo 18º Batalhão de Polícia Militar. Ao longo das investigações, o Gaeco constatou que um investigador de polícia se valia da atuação de advogados para intermediar o recebimento de propina. Em um dos episódios detalhados pelo MPPR, o servidor teria cobrado e efetivamente recebido R$ 10 mil para franquear o acesso de um advogado a um aparelho celular que havia sido apreendido e estava sob custódia da unidade policial. A manobra ilícita tinha como objetivo permitir a exclusão dos dados probatórios armazenados no dispositivo.

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Outros crimes – Além dos crimes contra a administração pública, os fatos denunciados englobam delitos previstos no Estatuto do Desarmamento. No dia 23 de abril deste ano, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão expedidos no contexto da mesma operação nas cidades de Bandeirantes e Cambará, o investigador foi flagrado mantendo sob sua guarda no interior da delegacia, de forma irregular, um revólver e dezenas de munições de calibres variados, contemplando armamento de uso permitido e de uso restrito.

Os três investigados foram denunciados pela prática dos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Junto aos pedidos de condenação criminal, o Ministério Público solicitou à Justiça a decretação da perda do cargo público do policial civil. O MPPR requereu ainda o perdimento dos valores ilicitamente auferidos com o esquema criminoso e o arbitramento cumulativo de dano moral coletivo no valor de R$ 100 mil, montante que deverá ser revertido aos cofres do Estado do Paraná.

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Notícia anterior:

23/04/2026 – Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Bandeirantes e Cambará na Operação Fim da Trilha, que investiga possíveis crimes cometidos por policial civil

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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