Agro
Rasip Agro investe em 300 milhões de abelhas para aumentar produtividade e qualidade da safra de maçã 2025
A Rasip Agro, unidade da RAR Agro & Indústria e uma das maiores produtoras de maçãs do Brasil, anunciou um investimento de destaque para a florada da safra 2025: o aluguel de 300 milhões de abelhas para a polinização de 1,5 mil hectares de pomares.
Serão instaladas mais de 5,5 mil caixas ninho, com cerca de cinco colmeias da espécie Apis mellifera por hectare, garantindo eficiência no pegamento das flores e qualidade superior na formação das frutas. O ciclo de florescimento das macieiras terá início na segunda quinzena de setembro, considerado um dos períodos mais críticos do processo produtivo.
Polinização como diferencial de qualidade
Para Sergio Martins Barbosa, presidente executivo da RAR Agro & Indústria, o investimento reforça a estratégia da empresa em inovação e excelência agrícola.
“Investimos na expansão dos pomares em 10% em relação a 2024. A polinização é fundamental não apenas para produtividade, mas também para garantir frutos de padrão superior, consolidando a Rasip Agro como referência nacional e internacional em maçãs de qualidade”, afirma Barbosa.
Abelhas impulsionam produtividade e sustentabilidade
Segundo Celso Zancan, diretor da Rasip Agro e engenheiro agrônomo, a presença das abelhas aumenta o pegamento das flores, influenciando diretamente no calibre e uniformidade das maçãs.
“Essa interação natural resulta em frutos mais uniformes e de maior valor agregado. O investimento não só garante eficiência, como também fortalece práticas sustentáveis no manejo dos pomares”, explica Zancan.
Expansão dos pomares fortalece presença da empresa
Além do uso estratégico das abelhas, a Rasip Agro ampliou em 20% suas áreas de cultivo em relação ao ano anterior. Para Barbosa, a expansão dos pomares, aliada à polinização natural, reforça a liderança da empresa no mercado e contribui para o desenvolvimento econômico da região de Vacaria (RS).
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Exportações de carne bovina de Mato Grosso batem recorde em maio, mas China acende alerta para o segundo semestre
As exportações de carne bovina de Mato Grosso alcançaram resultados históricos em maio de 2026, registrando os maiores volumes embarcados e o maior faturamento do ano para o período. Impulsionado pela forte demanda internacional, especialmente da China, e pela valorização da proteína no mercado externo, o estado consolidou sua posição como um dos principais exportadores de carne bovina do país.
No entanto, apesar do cenário positivo, especialistas alertam para possíveis desafios no segundo semestre. O avanço da utilização da cota de salvaguarda chinesa pode aumentar os custos de acesso ao principal mercado comprador da carne brasileira, afetando a competitividade das exportações nos próximos meses.
Embarques crescem mais de 32% em um ano
De acordo com levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), Mato Grosso exportou 87,10 mil toneladas de equivalente carcaça (TEC) em maio.
O volume representa crescimento de 3,55% em relação a abril e expressiva alta de 32,27% na comparação com maio de 2025. O resultado estabelece um novo recorde para o mês e também o maior volume mensal exportado pelo estado em 2026.
O desempenho reflete a manutenção da demanda internacional por carne bovina brasileira, em um momento de forte interesse dos principais mercados importadores e boa competitividade do produto nacional.
Receita avança mais de 64% e atinge patamar histórico
O crescimento dos embarques foi acompanhado por forte valorização da receita gerada pelas exportações.
Em maio, o faturamento alcançou US$ 440,72 milhões, aumento de 7,83% frente ao mês anterior e expressivos 64,53% acima do registrado no mesmo período do ano passado.
Além do aumento no volume comercializado, a receita foi favorecida pela valorização da carne bovina no mercado internacional. O preço médio das exportações atingiu US$ 5.060,12 por tonelada equivalente carcaça, reforçando a rentabilidade das operações externas.
Segundo o Imea, tanto o volume embarcado quanto a receita obtida configuram os melhores resultados do ano e recordes históricos para os meses de maio.
China responde por mais de 60% das compras
A China manteve sua posição de principal destino da carne bovina produzida em Mato Grosso.
O país asiático foi responsável por 60,43% de todos os embarques realizados em maio, consolidando sua relevância estratégica para a pecuária exportadora brasileira.
A forte participação chinesa tem sido um dos principais motores do crescimento das exportações nos últimos anos, contribuindo diretamente para a valorização dos preços e para a expansão das receitas do setor.
Salvaguarda chinesa pode pressionar exportações
Apesar dos resultados positivos, o mercado acompanha com atenção a evolução da cota de salvaguarda aplicada pela China às importações de carne bovina.
Segundo o Imea, a utilização da cota já se encontra próxima do limite estabelecido, situação que poderá elevar os custos de acesso ao mercado chinês durante o segundo semestre.
Caso a tarifa adicional seja acionada, exportadores brasileiros poderão enfrentar aumento de custos e perda de competitividade frente a concorrentes internacionais, reduzindo parte do ritmo observado nos embarques ao longo da primeira metade do ano.
Perspectivas seguem positivas, mas exigem atenção
O desempenho recorde registrado em maio reforça a força da pecuária mato-grossense no mercado global e evidencia a importância da demanda chinesa para a cadeia produtiva.
Entretanto, a dependência do mercado asiático e a proximidade do preenchimento da cota de salvaguarda exigem monitoramento constante por parte do setor exportador. A evolução das relações comerciais e das condições de acesso ao mercado chinês será determinante para o comportamento das exportações brasileiras de carne bovina na segunda metade de 2026.
Com demanda internacional aquecida, preços valorizados e volumes recordes, o cenário permanece favorável para a pecuária de corte. Ainda assim, o mercado já começa a avaliar os possíveis impactos regulatórios que poderão influenciar a competitividade da carne bovina brasileira nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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