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Agro

Radar Agtech Summit 2026 abre inscrições e reunirá especialistas em inovação no agronegócio

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Estão abertas as inscrições para o Radar Agtech Summit 2026, evento que acontecerá no dia 24 de março, no Cubo Itaú, em São Paulo (SP). A iniciativa chega à segunda edição com o objetivo de promover debates sobre o ecossistema de inovação voltado ao agronegócio brasileiro e marcar o lançamento da nova edição do Radar Agtech Brasil.

Os interessados podem participar presencialmente ou acompanhar a transmissão on-line, mediante inscrição pela plataforma Sympla.

Como participar do Radar Agtech Summit 2026

As inscrições para o evento já estão disponíveis ao público. Os interessados podem garantir vaga por meio da plataforma Sympla.

  • Participação presencial: R$ 129,90
  • Participação on-line: R$ 79,90

Valores sujeitos à taxa da plataforma de inscrição.

O encontro será realizado das 13h30 às 18h, reunindo especialistas, empreendedores, investidores e representantes de instituições ligadas à inovação no agronegócio.

Programação terá três painéis sobre inovação no agro

A programação do Radar Agtech Summit contará com três painéis temáticos, cada um dedicado a uma das áreas analisadas pelo Radar Agtech Brasil.

Ecossistemas e ambientes de inovação

O primeiro painel discutirá os ambientes e ecossistemas de inovação ligados ao agronegócio.

O debate será moderado pelo pesquisador da Embrapa Vitor Mondo e contará com a participação de representantes de ambientes de inovação de diferentes regiões do país.

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Agtechs e o desenvolvimento de startups do agro

O segundo painel abordará o papel das agtechs, startups que desenvolvem tecnologias voltadas para o agronegócio.

A mediação será feita por Luiz Sakuda, da Homo Ludens, com participação de agtechs que fazem parte da comunidade do Cubo Itaú.

Investimentos e venture capital no agronegócio

O terceiro painel terá foco no financiamento de inovação no setor agropecuário.

O debate será moderado por Felipe Guth, da SP Ventures, e reunirá investidores de venture capital, que discutirão oportunidades e desafios no financiamento de startups do agro.

Evento marca lançamento da nova edição do Radar Agtech Brasil

O Radar Agtech Summit também marcará o lançamento da nova edição do Radar Agtech Brasil, estudo que apresenta um panorama detalhado do ecossistema de inovação no agronegócio nacional.

A publicação é produzida pela Embrapa, em parceria com a Homo Ludens e a SP Ventures, e reúne dados atualizados sobre:

  • startups agtechs no Brasil
  • ambientes de inovação
  • investimentos no setor
  • tendências e desafios do ecossistema

Segundo Aurélio Favarin, coordenador do Radar Agtech Brasil e analista da Embrapa, o levantamento é fundamental para compreender o desenvolvimento da inovação no agro.

“O grande valor desse tipo de estudo é oferecer informações mais precisas e confiáveis sobre o ambiente de inovação. Esse mapeamento ajuda a entender a composição do ecossistema, suas dificuldades e a visão dos diferentes atores. Assim, é possível posicionar melhor o ecossistema de inovação agropecuário brasileiro e criar novas oportunidades”, destaca.

Novo estudo mapeia mais de 2 mil agtechs no Brasil

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A nova edição do Radar Agtech Brasil identificou 2.075 agtechs em operação no país, além de 390 ambientes de inovação relacionados ao agronegócio.

O levantamento apresenta:

  • dados quantitativos e distribuição geográfica das startups
  • análise qualitativa sobre atuação das empresas
  • percepções do ecossistema de inovação
  • tendências, desafios e prioridades do setor

A publicação também traz casos de inovação aberta, envolvendo a participação da Embrapa e de órgãos públicos como o Ministério da Agricultura e Pecuária e o governo do Espírito Santo.

Nova edição será divulgada em três idiomas

A nova edição do Radar Agtech Brasil será disponibilizada no dia 24 de março, simultaneamente em português, inglês e espanhol, no site oficial do projeto.

No mesmo portal também estão disponíveis as edições anteriores do estudo, que reúne dados e análises sobre a evolução do ecossistema de inovação no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar recua com avanço nas negociações entre EUA e Irã e inflação americana abaixo do esperado

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Dólar cai com redução das tensões geopolíticas

O dólar registrou queda nos mercados internacionais, pressionado pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.

Segundo o analista Rich Asplund, da Barchart, a moeda americana perdeu força após notícias indicarem a possibilidade de extensão do cessar-fogo de duas semanas, com negociações podendo ser retomadas nos próximos dias.

Como reflexo, o índice do dólar (DXY) recuou 0,33%, atingindo o menor nível em seis semanas.

Inflação nos EUA abaixo das expectativas pressiona moeda

Outro fator relevante para a queda do dólar foi a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado.

Os dados indicam que:

  • O PPI cheio subiu 0,5% no mês e 4,0% em relação ao ano, abaixo das projeções de 1,1% e 4,6%
  • O núcleo do PPI (excluindo alimentos e energia) avançou 0,1% no mês e 3,8% no ano, também abaixo das expectativas

Apesar de ainda indicar pressão inflacionária, o resultado mais fraco reforça a percepção de desaceleração, contribuindo para a desvalorização do dólar.

Expectativa de juros também pesa sobre a moeda americana

O dólar segue pressionado também por perspectivas menos favoráveis para os diferenciais de juros globais.

De acordo com o analista, o Federal Reserve (Fed) pode realizar cortes de pelo menos 25 pontos-base em 2026, enquanto outros bancos centrais relevantes, como o Banco Central Europeu e o Banco do Japão, podem seguir caminho oposto, com possíveis elevações de juros no mesmo período.

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Esse cenário reduz a atratividade relativa da moeda americana frente a outras divisas.

Euro e iene avançam diante da fraqueza do dólar

Com o enfraquecimento do dólar, outras moedas ganharam força no mercado internacional.

O euro apresentou valorização, com o par EUR/USD atingindo a máxima em seis semanas, em alta de 0,37%. O movimento também foi favorecido pela queda de cerca de 5% nos preços do petróleo, fator positivo para a economia da zona do euro, que depende de importação de energia.

Já o iene japonês também se valorizou, com o par USD/JPY recuando 0,48%. Além da fraqueza do dólar, a moeda japonesa foi sustentada pela revisão positiva da produção industrial do Japão e pela queda nos preços do petróleo, importante para um país altamente dependente de energia importada.

Ouro e prata sobem com dólar fraco e busca por proteção

Os metais preciosos registraram forte valorização no dia, acompanhando o recuo do dólar.

O ouro e a prata avançaram, com destaque para a prata, que atingiu o maior nível em três semanas e meia.

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A queda do dólar tende a favorecer esses ativos, tornando-os mais atrativos globalmente. Além disso, a redução das preocupações inflacionárias pode abrir espaço para políticas monetárias mais flexíveis, outro fator de suporte para os metais.

Incertezas seguem sustentando demanda por ativos de segurança

Apesar do otimismo com possíveis avanços diplomáticos, o cenário internacional ainda apresenta riscos relevantes.

Entre os fatores que mantêm a demanda por ativos de proteção estão:

  • Tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã
  • Incertezas sobre políticas comerciais e tarifas americanas
  • Turbulências políticas internas nos EUA
  • Níveis elevados de déficit público

Além disso, medidas como o bloqueio naval no Estreito de Ormuz reforçam a percepção de risco global, sustentando o interesse por metais preciosos como reserva de valor.

Mercado global segue sensível a dados e geopolítica

O comportamento recente do dólar reflete um ambiente global altamente sensível tanto a indicadores econômicos quanto a eventos geopolíticos.

Nos próximos dias, a trajetória da moeda americana deve continuar atrelada à evolução das negociações no Oriente Médio, aos dados de inflação e atividade nos Estados Unidos e às expectativas sobre a política monetária das principais economias do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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