Brasil
PRT em Ação reforça compromisso federal com o desenvolvimento do turismo na Paraíba
O primeiro dia do “PRT em Ação: Mapa do Turismo Até Você” em Campina Grande, na Paraíba, foi marcado por uma grande capacitação técnica com foco no fortalecimento da atividade turística e no desenvolvimento regional. As ações do Ministério do Turismo no estado nordestino tiveram início nessa segunda-feira (13.10), no Centro de Convenções da cidade, e seguem até quarta-feira (15.10).
O foco é fortalecer o turismo nas 80 cidades paraibanas, com acesso direto a ferramentas e recursos do governo federal. A coordenadora-geral de Definição de Áreas Estratégicas para o Desenvolvimento do Turismo do Ministério do Turismo, Ana Carla Moura, apontou benefícios do trabalho conjunto com municípios.
“Os desafios da regionalização são alcançados com união de esforços e ações integradas. O PRT mais uma vez mostra a esfera federal próxima aos municípios, com apoio e suporte para programas e projetos”, explicou Ana Carla Moura.
Na oportunidade, os critérios e diretrizes para adesão e permanência no Mapa do Turismo Brasileiro foram apresentados e discutidos com gestores municipais e demais representantes do segmento no estado.
Outro tema de destaque no dia foi a participação social no turismo, com uma palestra técnica da chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério do Turismo, Juliana Oliveira, que enfatizou: “é muito importante criar esse elo com os gestores e interlocutores municipais. A partir do diálogo, podemos sanar dúvidas e construir soluções juntos, tendo sempre o turismo como a base do desenvolvimento social e econômico das comunidades”.
IMPULSO – A escolha do Centro de Convenções de Campina Grande como palco do PRT em Ação na Paraíba reforça a importância do espaço ao avanço da regionalização do turismo. O local, que contou com um investimento de cerca de R$ 49 milhões do Ministério do Turismo, é estratégico para impulsionar o segmento de negócios e favorecer o desenvolvimento local.
A estrutura do complexo, que tem 18 mil m² de área construída, sendo 13 mil m² dedicados a feiras e congressos, proporciona que Campina Grande e o estado integrem a rota dos grandes eventos nacionais e internacionais no Brasil.
Por Elder Barros
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Caminhos de Trajano de Moraes: a trilha fluminense que une a herança colonial aos encantos da Mata Atlântica
A Região Serrana do Rio de Janeiro abriga um destino repleto de belezas naturais e um rico passado histórico: a trilha regional Caminhos de Trajano de Moraes. Com uma extensão total de 37 quilômetros e projetada para ser percorrida em cerca de dois dias, a rota é um convite para conhecer o coração da Mata Atlântica.
O traçado da trilha promove a valorização histórica e cultural da região. Durante o percurso, os visitantes caminham por cenários que representam o Período Colonial do Brasil, passando por ruínas de antigas igrejas, fazendas seculares e áreas tradicionais de cultivo de café e de flores ornamentais. A conservação ambiental é um pilar da travessia, que cruza áreas naturais protegidas de grande importância, a exemplo da Floresta Estadual José Zago.
Inserida no contorno da tradicional pegada preta e amarela, que orienta os trilheiros pelo Brasil, a sinalização de Trajano de Moraes traz a silhueta de um beija-flor, ave que simboliza a fauna da Mata Atlântica.
O Traçado
A versatilidade é a grande marca dos Caminhos de Trajano de Moraes. O roteiro abrange cinco distritos e conta com seis circuitos independentes. Essa diversidade permite atender desde os adeptos da caminhada em trilha (trekking) e da corrida de montanha até cicloturistas e praticantes de voo livre e parapente. Os níveis de dificuldade variam do leve ao pesado, garantindo que diferentes perfis de viajantes aproveitem a experiência com tranquilidade.
Entre os trechos de maior destaque, está a Trilha Pedra da Torre, com um percurso de quase quatro quilômetros, que culmina no Mirante da Pedra da Torre e exige um esforço moderado do visitante. Para quem busca relaxar, o Circuito de Cachoeiras de Sodrelândia oferece uma caminhada leve e rápida, que deságua em belíssimas quedas d’água e piscinas naturais, como a da Cachoeira do Graças a Deus.
Os cicloturistas, por sua vez, encontram o cenário ideal na ligação entre São Francisco de Paula e Visconde de Imbé, uma rota moderada, de quase catorze quilômetros, com antigas ruínas e mirantes. Outras opções incluem a caminhada histórica entre a Estação e o Túnel de Leitão da Cunha, além da trilha leve que margeia as águas da Represa de Tapera.
Tecnologia a favor do visitante
Para garantir que os viajantes planejem e desfrutem das atrações com comodidade, o município desenvolveu o aplicativo Caminhos de Trajano, disponível gratuitamente para os sistemas Android e iOS. A ferramenta digital detalha as características técnicas e as variações de altitude de cada trilha, e ainda conecta diretamente os turistas aos prestadores de serviços locais, facilitando reservas em pousadas, hotéis, restaurantes e a contratação de pacotes com agências de turismo cadastradas.
Como chegar
O município de Trajano de Moraes fica em uma localização privilegiada na Região Serrana do Rio, facilitando o acesso logístico por vias terrestres para os viajantes que partem da capital fluminense ou de outras cidades do Sudeste. Ao chegar à cidade, a melhor forma de iniciar a aventura é se dirigir ao Centro de Atendimento ao Turista. Localizado na Praça Nilo Peçanha, bem no centro do município, o espaço é dedicado a acolher e informar os visitantes e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, oferecendo todo o suporte necessário para que a expedição pelos caminhos fluminenses seja inesquecível.
Trilhas de Longo Curso
Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 Unidades de Conservação (UC). Juntas, têm mais de 25.000 km planejados, com cada trilha identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que pode ser personalizada com sua logomarca, inserindo um desenho próprio que a represente, dentro do formato de pegada.
As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, mas não se limitando a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outras.
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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