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Prova do concurso da Adapar acontece neste domingo em seis cidades do Paraná

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Os cerca de 1,6 mil candidatos inscritos no concurso público para a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) fazem a prova objetiva do certame neste domingo (17). Essa etapa é fundamental para o processo seletivo, que visa preencher sete vagas para o cargo de Assistente de Fiscalização da Defesa Agropecuária. 

As provas acontecerão em Cascavel, Curitiba, Londrina, Guarapuava, Pato Branco e Paranavaí, todas no período da tarde. Os portões dos locais de prova abrirão às 13h e fecharão pontualmente às 14h. A organização do concurso orienta que os candidatos cheguem com antecedência aos locais de prova para evitar transtornos.

Para a realização da prova, é imprescindível que os candidatos levem caneta esferográfica transparente, com tinta azul ou preta, documento oficial de identificação com foto (original e físico) e o Cartão de Informação do Candidato, devidamente impresso. Este último está disponível para impressão no site oficial do concurso, onde também estão disponíveis informações detalhadas sobre o certame. A prova objetiva terá 50 questões, sendo dividida entre Conhecimentos Gerais (20 questões) e Conhecimentos Específicos (30).

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O concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois, o que significa que mais candidatos poderão ser chamados durante esse período.

FUNÇÕES – O cargo de Assistente de Fiscalização da Defesa Agropecuária requer o desempenho de diversas responsabilidades fundamentais para a manutenção da sanidade agropecuária. Entre elas estão a execução de atividades em estabelecimentos industriais, comerciais, de serviços e agropecuários para apoiar a execução dos programas, cadastros, contenção e vacinação de animais, captura de morcegos, inspeção de documentos e veículos que transportam animais, vegetais e produtos de interesse da fiscalização do trânsito agropecuário em rodovias, entre outras.

ADAPAR – Nos últimos anos, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná tem desempenhado um papel importante para o crescimento e defesa da produção agroindustrial do Paraná. Entre suas conquistas estão o trabalho pelo fim da vacinação contra a febre aftosa, a conquista de certificados internacionais para a expansão das vendas dos frigoríficos e a implementação do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf).

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Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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