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Promotor de Justiça fala sobre a importância do controle social e da participação popular no Sistema Único de Saúde (SUS)

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O MP no Rádio desta semana trata do controle social do Sistema Único de Saúde, o SUS. O Promotor de Justiça Márcio Soares Berclaz, do Ministério Público do Paraná, fala, entre outros pontos, sobre a importância da participação popular nos Conselhos de Saúde e explica como é possível tomar parte nas decisões relacionadas às políticas públicas nessa área.

Acesse o programa:

• Edição completa

• Bloco um

• Bloco dois

Tornozeleira eletrônica – O Promotor de Justiça Eric Prete Vasconcelos explicou na edição da semana passada do MP no Rádio detalhes sobre o uso e o funcionamento da monitoração com tornozeleira eletrônica. Entre outros pontos ligados ao tema, ele falou sobre os objetivos da monitoração eletrônica, em que situações ela pode ser utilizada, suas vantagens e riscos e questões legais relacionadas a seu uso.

Podcasts – O MP no Rádio é disponibilizado também nas plataformas Spotify e Apple.

Gratuito – As entrevistas podem ser baixadas gratuitamente por qualquer rádio interessada. O programa, produzido pela Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Paraná, também pode ser editado, desde que mantido no contexto e devidamente creditado.

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Contato – Para envio de sugestões (inclusive de temas), críticas e comentários sobre os programas, os contatos são o e-mail [email protected] e os telefones (41) 3250-4469 e (41) 3250-4249.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Regularização fundiária em áreas de preservação é tema de oficina

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Regularização fundiária em áreas de preservação é tema de oficina do MPPR para órgãos municipais em Curitiba

Os desafios relacionados à regularização de ocupações em áreas de preservação ambiental foram debatidos durante uma oficina promovida pelas Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo de Curitiba e pela SubPlan, que contou com a presença de gestores de diferentes secretarias e órgãos do Município.

O encontro, promovido em 27 de agosto no edifício Carta de Curitiba, na capital, abordou a aplicação do Decreto Municipal 390/2026, que estabelece novos parâmetros para a regularização fundiária em situações que envolvem áreas de preservação permanente (APP), drenagem e riscos de inundação.

Participaram representantes da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), das Secretarias Municipais do Meio Ambiente, de Obras Públicas e de Urbanismo, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e da Procuradoria-Geral do Município.

Casos concretos

Com a mediação da Promotora de Justiça Aline Bilek Bahr e do Promotor de Justiça Robertson Fonseca de Azevedo, durante a oficina, foram analisados três casos reais de comunidades de Curitiba – Bom Menino, Estrada Velha do Barigui e Nossa Senhora da Paz Norte. A partir de mapas, simulações e das listas de verificação previstas nos Anexos I a V do novo decreto, os participantes discutiram os diferentes aspectos técnicos envolvidos na avaliação das possibilidades de regularização.

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Entre os temas abordados destacam-se a conciliação entre o direito à moradia digna e a proteção das APPs; os critérios para redução e compensação de áreas de preservação; a delimitação das áreas passíveis de regularização; e a necessidade de elaboração de estudos técnicos ambientais e hidrológicos.

Também foram discutidos os riscos de inundação e os critérios relacionados às obras de drenagem e contenção, considerando tanto as intervenções necessárias dentro das comunidades quanto aquelas que dependem de obras externas. Nesse contexto, o grupo avaliou os custos, a viabilidade técnica e a capacidade operacional e orçamentária do Município para a execução das intervenções necessárias.

Integração para soluções

Outra atividade foi o mapeamento das divergências e dos pontos de convergência entre os diferentes órgãos municipais. A partir de um painel de trabalho, foram identificadas questões burocráticas e jurídicas que podem dificultar os processos de regularização, com o objetivo de buscar entendimentos comuns e conferir maior agilidade e segurança aos procedimentos.

Fonte: Ministério Público PR

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