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Projeto inédito fortalece o manejo clínico e valoriza a Atenção Primária no Paraná

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em parceria com o Hospital Albert Einstein, iniciou nesta quarta-feira (10) em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, o curso de aperfeiçoamento no Manejo Clínico na Atenção Primária à Saúde (APS). O curso tem como objetivo central formar multiplicadores capacitados no manejo clínico de condições crônicas prevalentes, como hipertensão e diabetes, e no cuidado integral às gestantes por meio do pré-natal, condições de alta prevalência e relevância no sistema de saúde pública.

Destinado a médicos, enfermeiros e demais profissionais das equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF), a iniciativa será implementada prioritariamente no território da 3ª Regional de Saúde de Ponta Grossa, incluindo os 12 municípios de abrangência. O projeto pretende alcançar aproximadamente 1.900 profissionais da região.  

“Com esse projeto, os resultados concretos na qualificação do cuidado poderão ser expandidos para outras regiões do Estado. Isso significa ampliar o acesso, melhorar o cuidado e garantir um impacto positivo nos indicadores de saúde da região”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

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O projeto integra o esforço contínuo do Governo do Estado para fortalecer a Atenção Primária por meio da qualificação de profissionais da saúde e da valorização das linhas de cuidado. Com o curso, espera-se melhorar os indicadores dessas áreas e contribuir diretamente para a prevenção, o controle de doenças crônicas e a redução de internações por causas sensíveis e óbitos maternos e infantis no Paraná.

Essa qualificação para manejo clínico na Atenção Primária é uma iniciativa demandada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e acompanhada pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde.

Será executada pelo Hospital Israelita Albert Einstein, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), que reúne hospitais de referência no país para apoiar e qualificar o SUS por meio de projetos voltados à capacitação.

PARTICIPANTES – Participaram da abertura do curso Márcio Anderson Cardozo Paresque, coordenador de Projetos e Novos Serviços da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein; Elaine Cristina Vieira de Oliveira, coordenadora de Promoção da Saúde da Sesa; Fernanda Garcia Vieira, diretora da 3ª RS; Lilian Brandilise, secretária da Saúde de Ponta Grossa e representante do Conselho Regional das Secretarias Municipais; e Mário Rodrigues Montemor Netto, coordenador do Projeto Global Health Prevention e presidente da Associação Médica do Paraná – Seção Ponta Grossa.

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Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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