Paraná
Operação Sinergia III: 26 pessoas são presas no 1º dia de ação no Norte do Paraná
Lançada segunda-feira (15), a terceira edição da Operação Sinergia, parte da Missão Paraná II, já resultou na prisão de 26 pessoas em flagrante na região Norte do estado até a manhã desta terça-feira (16). O objetivo principal da operação é reforçar o policiamento e a repressão de crimes em uma área que abrange mais de 1,5 milhão de pessoas em cerca de 66 municípios.
As ações também resultaram na apreensão de 223,9 quilos de drogas e R$ 7,4 mil em espécie. Durante as fiscalizações, as equipes abordaram 660 veículos, dos quais seis foram recuperados e devolvidos aos proprietários.
A operação é coordenada pela Secretaria da Segurança Pública (SESP) e conta com efetivos da Polícia Militar do Paraná (PMPR), Polícia Civil do Paraná (PCPR) e Polícia Penal do Paraná (PPPR). Todo o efetivo disponível, tanto operacional quanto administrativo, foi mobilizado para fortalecer a presença do Estado nas ruas.
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O secretário de Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, destacou que a operação integrada demonstra a presença real do Estado e a força das polícias do Paraná. “É mais uma edição que reforça a nossa estratégia de enfrentamento ao crime, com atuações táticas e integradas entre as forças de segurança. A presença ostensiva nas ruas e as abordagens direcionadas são parte do nosso compromisso de garantir a segurança e a tranquilidade da população”, afirmou. ”Nossos trabalhos continuam e o nosso foco permanece na desarticulação de organizações criminosas e na manutenção da ordem pública em todas as cidades atendidas”, completou.
A Operação Sinergia chega a Londrina nesta terça-feira (16). O lançamento será às 17h, na Av. Duque de Caxias, 635, ao lado da prefeitura. As ações concentram esforços nos municípios de Cambé, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho e Ibiporã.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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