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Programa Nota Paraná reforça canais de fiscalização sobre documentos fiscais cancelados

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Um levantamento realizado pelo Programa Nota Paraná, vinculado à Secretaria de Estado da Fazenda, em colaboração com a Receita Estadual, revelou que quase meio milhão de notas fiscais são canceladas todos os meses por fornecedores de mercadorias ou serviços no Estado. Em geral, as notas são canceladas quando há erro de cálculo, tributos, data ou preenchimento. Mas é preciso que o consumidor e as empresas prestem atenção para as regras.

O cancelamento é permitido apenas quando ocorre antes do fato gerador de imposto, ou seja, antes da circulação da mercadoria. Mesmo nestes casos, a nota fiscal de consumidor (NFC-e) só pode ser cancelada em até 30 minutos contados a partir da sua emissão e autorização. Nos casos em que um produto é devolvido, o comerciante deve emitir nota fiscal de devolução, sem cancelamento da nota original da venda.

Quando o cancelamento é irregular deve ser denunciado pelos consumidores. Entre outros fatores, a prática resulta em prejuízos para os contribuintes, que ficam sem receber créditos do imposto pago na compra e os bilhetes referentes à transação para concorrer aos prêmios mensais do Nota Paraná. O cancelamento de notas fiscais de mercadorias que já circularam pode acarretar em auto de infração e, eventualmente, penalidades por parte do Fisco.

Entre janeiro e novembro de 2023, uma média de 492.160 notas fiscais foram canceladas por mês no Paraná. Julho registrou o maior volume de cancelamentos: 552.979 documentos fiscais. Em média, o Estado observa a emissão de 85 milhões de notas fiscais com CPF ou doadas para entidades sociais todos os meses.

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“É alto o número de notas fiscais canceladas pelos fornecedores. O consumidor deve ficar atento a essa situação, consultando no sistema do Nota Paraná se há notas fiscais canceladas vinculadas ao seu CPF. Se houver suspeita de alguma irregularidade, o consumidor pode abrir uma denúncia”, afirma Marta Gambini, coordenadora do Nota Paraná.

COMO FAZER – Para verificar a existência de notas fiscais canceladas, os consumidores podem acessar o site do Nota Paraná com seu CPF e senha, e clicar na aba ‘Minha Notas’. Na parte inferior esquerda, é possível selecionar a opção ‘Exibir documentos rejeitados ou cancelados’. As notas fiscais canceladas são sinalizadas com a expressão ‘(C)’ ao lado do número do documento.

Contribuintes participantes do Nota Paraná podem fazer denúncias por meio do site ou do aplicativo disponível para Android e iOS. A opção “Denunciar Loja” pode ser acionada por consumidores que constatarem a ausência de uma nota fiscal em seu extrato do programa, mesmo após terem solicitado o CPF na compra, ou em caso de cancelamentos irregulares.

Tanto os estabelecimentos que não emitem a nota fiscal quanto aqueles que não a transmitem para a Receita Estadual estão sujeitos a multa de R$ 1.350, independentemente do valor da compra. Marta ressalta que o fornecedor não é punido pelo Fisco sem uma prova inequívoca da infração. “Quando há dúvida, prevalece a suposição da lisura”, explica a coordenadora do programa.

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PROCESSO – A partir do momento em que o consumidor faz a reclamação por meio do site ou aplicativo, o fornecedor tem 15 dias para se manifestar ou fazer a autorregularização. A partir daí o consumidor tem outros 10 dias para checar a conformidade. Após esse prazo, se a irregularidade for verificada e comprovada, há a punição.

A recomendação aos consumidores é manter comprovantes de transação que incluam o CNPJ do fornecedor, como cupons de máquinas de cartão de crédito ou débito. “Sem o CNPJ, não há como lavrar um auto de infração. Se o pagamento foi em dinheiro, serve um recibo ou outro comprovante da compra que sirva como prova de que houve transação comercial sem emissão de nota”, afirma Marta.

Para casos em que o fornecedor não tenha transmitido a nota fiscal para a Secretaria da Fazenda ou se o consumidor recebeu uma nota fiscal falsa, a coordenadora aconselha manter o comprovante até que uma nota válida apareça no extrato do Nota Paraná. “Se não aparecer, é porque houve alguma irregularidade”, conclui Marta.

Diante desse cenário, o Programa Nota Paraná reforça a importância da transparência e do cumprimento das obrigações fiscais por parte dos fornecedores, garantindo assim a integridade do sistema e a confiança dos consumidores.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná e PUCPR firmam parceria para fortalecer pesquisa, inovação e capacitação

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MPPR e PUCPR firmam parceria para fortalecer pesquisa, inovação e capacitação

O Ministério Público do Paraná e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) firmaram nesta segunda-feira, 15 de junho, Termo de Cooperação Técnica e Científica voltado ao intercâmbio de conhecimento entre as instituições por meio do desenvolvimento de pesquisas, soluções inovadoras, capacitação de recursos humanos e transferências de tecnologias.

O acordo foi firmado pelo procurador-geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, e pelo reitor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Irmão Rogério Renato Mateucci, na sede da universidade, em Curitiba.

A parceria estabelece a cooperação científica e tecnológica permanente com o Hotmilk PUCPR, considerado um dos principais ecossistemas de inovação do Brasil, que permitirá a construção conjunta de soluções e estudos de interesse público, fortalecendo a aproximação entre o meio acadêmico e o Ministério Público. O termo de cooperação também prevê a prestação de serviços educacionais de pesquisa e extensão e a utilização de instalações e equipamentos.

“Entendemos que o diálogo com a academia é fundamental. Em vez de dependermos exclusivamente das soluções generalistas das Big Techs, apostamos em uma integração extremamente frutífera com a Pontifícia Universidade Católica. A universidade traz a vocação de fazer a diferença na sociedade e o rigor técnico-científico que qualifica a nossa atuação”, destacou Francisco Zanicotti. “Essa parceria é uma via de mão dupla que enriquece os campos de pesquisa e a prática dos alunos, mas que, em última análise, tem um único grande beneficiário: a população, especialmente os mais necessitados, que terão um serviço público cada vez mais ágil, humano e eficiente”, afirmou.

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O reitor da PUC destacou o amplo potencial da parceria com o Ministério Público do Paraná e defendeu a definição de objetivos claros e prioridades para garantir resultados efetivos. Segundo ele, a aproximação entre as instituições pode fortalecer a inovação, aproximar estudantes e pesquisadores de demandas concretas e ampliar o impacto social das iniciativas desenvolvidas em conjunto.

Representando o MPPR, também participaram da formalização do acordo o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, Maximiliano Ribeiro Deliberador, o Promotor de Justiça Ronaldo Mion, coordenador de Assuntos Institucionais, a promotora de Justiça adjunta da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos de Planejamento Institucional, Cláudia Juliana Erbano, e o coordenador de Serviços de Rede da Divisão de Infraestrutura, Marco Simas. 

MPPR e PUCPR firmam parceria para fortalecer pesquisa, inovação e capacitação

Hotmilk

O Hotmilk PUCPR é um ambiente colaborativo que reúne startups, grandes empresas, instituições, mentores, investidores e pesquisadores com o objetivo de fomentar a inovação e o desenvolvimento de novas tecnologias, produtos e serviços. Além de desenvolver pesquisas, presta consultoria e capacita empresas em inovação e conecta startups a grandes empresas a fim de criar soluções de negócio. 

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O Hotmilk também conecta a pesquisa científica e a infraestrutura de laboratórios da universidade às necessidades das organizações e oferece programas de capacitação e imersão para transformar profissionais e equipes em agentes de inovação.

Na última sexta-feira, 12 de junho, representantes da Administração Superior e da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos de Planejamento Institucional (SubPlan) visitaram as instalações do Hotmilk PUCPR e conheceram o trabalho do Centro Integrado de Soluções em Inteligência Artificial

Participaram da visita a diretora-secretária da Procuradoria-Geral de Justiça, Nayani Kelly Garcia, os promotores de Justiça Ronaldo Mion e Cláudia Juliana Erbano e os servidores da SubPlan Henrique Ahrens, Marcus Benevides da Costa e Elaine Mara Vistuba Kawa.

Fonte: Ministério Público PR

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