Paraná
Programa de inovação aberta da Copel apresenta soluções para o setor elétrico
Com propostas de soluções voltadas ao futuro do setor elétrico, englobando temas promissores como eletromobilidade e produção de hidrogênio verde, a Copel concluiu nesta quinta (21) a segunda edição do Copel Volt, o programa de inovação aberta da companhia. Esta edição chegou ao fim com a realização do Demoday, momento em que as finalistas do programa fizeram uma apresentação do foi colocado em prática na prova de conceito e dos resultados obtidos.
As startups selecionadas destacaram-se entre 284 empresas que se inscreveram para o programa. O Copel Volt recebeu inscrições de startups de 52 países de quatro continentes: América, Europa, Ásia e África. O Brasil foi o país com o maior número de inscrições, 103. No entanto, a maior parte dos inscritos (181 no total) veio de outros países, como Estados Unidos, Alemanha, Índia, Espanha, Canadá, Itália, Reino Unido, Portugal e Israel, dentre outros.
Antes de apresentar os resultados, as cinco startups finalistas do Copel Volt passaram pela fase de desenvolvimento das provas de conceito, as PoCs, com demonstrações práticas em ambiente real de aplicação das soluções.
“Hoje é um dia de coroação de vários meses de trabalho. A partir de agora o programa passa a ter um caráter perene”, anunciou o diretor de Desenvolvimento de Negócios da Copel, Cássio Santana. “O nosso objetivo com o Copel Volt é colocar a Copel na vanguarda do futuro do setor elétrico”, afirmou.
Além do Copel Volt, ele destacou que a companhia lançou, recentemente, um fundo de investimentos CVC (Corporate Venture Capital), que visa fomentar projetos e soluções voltadas às necessidades da Copel e ao mercado de energia como um todo. A expectativa é que ao menos um aporte seja realizado ainda em 2023. “Temos uma grande expectativa de ainda este ano comunicar o primeiro e talvez o segundo investimento do fundo em startups que já estão próximas do ecossistema da Copel.”
SOLUÇÕES PARA O FUTURO – Nesta edição do Copel Volt, as cinco finalistas apresentaram projetos relacionados aos seguintes temas: digitalização e melhorias em gestão e processos, gestão de ativos e instalações, relacionamento com clientes e soluções em serviços, eletromobilidade e redes inteligentes, e hidrogênio verde, armazenamento de energia e demais energias limpas.
Conheça cada projeto apresentado pelas cinco startups finalistas do Copel Volt 2022/2023:
LexaTexer: startup alemã que se desafiou a trabalhar com o desafio de gestão de ativos e instalações. Propõe desenvolver uma solução de monitoramento em tempo real de turbinas de hidrelétricas, com aplicações de inteligência artificial pré-construídas para manutenção e produção preditivas e gerenciamento de energia.
Overstory: startup holandesa que também se inscreveu no desafio de gestão de ativos e instalações e pretende prover um sistema para visibilidade, análise de risco e recomendações de otimização para manejo de vegetação, em uma solução que combina imagens de satélite com aprendizagem de máquina (machine learning) e dados em tempo real.
Repenso: startup brasileira que se propôs a atuar no desafio de relacionamento com clientes e soluções em serviços. Desenvolverá uma plataforma de engajamento em causas climáticas para gestão profissional de emissões de gases de efeito estufa.
Shipay: startup brasileira que também se inscreveu no desafio de relacionamento com clientes e soluções em serviços. Propõe um centro de pagamentos digitais que integra as operações ao ponto de venda, em um único processo de registro com automatização em todos os meios de pagamento.
Solenium: startup colombiana que se propôs a atuar no desafio de soluções com hidrogênio verde, armazenamento de energia e demais energias limpas. Propõe um piloto para produção, armazenamento e reeletrificação de hidrogênio verde, diretamente integrado com a produção de energia solar, com um sistema para gerenciar o consumo e a geração de eletricidade em tempo real.
Fonte: Governo PR
Paraná
Alunos de 88 colégios da rede estadual participam do Parlamento Jovem
Estudantes participaram, nesta terça-feira (2), das eleições do projeto Parlamento Jovem em 88 colégios da rede estadual, distribuídos em 64 municípios paranaenses. A iniciativa, desenvolvida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), por meio da Escola Judiciária Eleitoral (EJE-PR), conta com a parceria da Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) e proporciona aos alunos vivência prática do processo democrático e do funcionamento das eleições.
Em todo o Paraná, cerca de 26 mil estudantes atuaram como eleitores e 988 concorreram como candidatos-mirins. Para a realização da votação, foram disponibilizadas 238 urnas eletrônicas, entre equipamentos utilizados e de contingência.
Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, o projeto contribui para a formação cidadã dos estudantes ao aproximá-los das instituições democráticas. “A participação no Parlamento Jovem é uma oportunidade singular para que os estudantes vivenciem, na prática, o funcionamento do sistema democrático e do Poder Legislativo. Incentivamos fortemente a adesão dos alunos porque iniciativas como essa fortalecem o protagonismo juvenil, ampliam a compreensão sobre o processo eleitoral e contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes e participativos”, afirmou o secretário.
Para o chefe da Seção de Educação para a Cidadania Política (SECP) do TRE-PR, Frederico Rafael Martins de Almeida, o projeto representa uma oportunidade de aproximar jovens da Justiça Eleitoral e incentivar a participação cidadã. “Ao conhecer na prática o funcionamento das eleições e do Poder Legislativo, os estudantes desenvolvem competências relacionadas à cidadania, ao diálogo, à ética pública e à participação política responsável”.
CIDADANIA – Segundo ele, o Parlamento Jovem é uma das principais ações de educação para a cidadania política desenvolvidas pelo TRE-PR. “Contribuímos para a formação de novas gerações de eleitores conscientes, participativos e comprometidos com os valores democráticos”, declarou Almeida.
A coordenadora dos Programas Especiais da Seed-PR, Adriana Rigon Wille, destacou que a iniciativa complementa o trabalho desenvolvido pelas escolas na formação cidadã dos estudantes. “É uma experiência muito rica porque os estudantes vivenciam uma eleição de verdade dentro da escola. Eles organizam as chapas, apresentam propostas, fazem campanha e utilizam a urna eletrônica no processo de votação. Tudo isso ajuda a aproximá-los da democracia e torna o aprendizado muito mais significativo”, afirmou.
NOVIDADES – “A edição de 2026 marca uma nova fase do Parlamento Jovem, resultado de um amplo processo de modernização”, destacou Almeida. Entre os avanços implementados recentemente pelo TRE-PR, estão a criação do Regulamento Oficial do Parlamento Jovem e o lançamento de um hotsite que reúne informações sobre todas as etapas do projeto, incluindo cronogramas, materiais pedagógicos, vídeos explicativos, manuais operacionais, modelos de documentos e orientações destinadas às escolas, Cartórios Eleitorais e Câmaras Municipais.
Também foram promovidas capacitações para servidores, professores, equipes pedagógicas e representantes das Câmaras Municipais, além da disponibilização de vídeos, checklists, cartilhas e manuais para consulta permanente. Neste ano, as instituições participantes passaram a formalizar a adesão ao projeto por meio de termos específicos, ampliando a integração entre a Justiça Eleitoral e os parceiros envolvidos.
VEREADORES – O Parlamento Jovem permite aos estudantes vivenciarem todas as etapas de uma eleição, de forma semelhante ao que ocorre nas disputas para cargos políticos. Nos meses que antecederam a votação, os alunos participaram de atividades como registro de candidaturas, campanhas eleitorais, apresentação de propostas e debates, utilizando as mesmas regras e procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral.
Os estudantes eleitos serão diplomados e empossados como vereadores-mirins em seus respectivos municípios, passando a desenvolver atividades legislativas ao longo do ano. A proposta busca estimular o protagonismo juvenil e ampliar o conhecimento sobre o funcionamento dos poderes públicos e os mecanismos de participação democrática.
Fonte: Governo PR
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