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Profissionais da Portos do Paraná concluem formação ministrada por entidade internacional do setor

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Foi concluído nesta quarta-feira (28) o 1º Programa de Formação em Gestão Estratégica de Portos oferecido pela Portos do Paraná a seus funcionários e ministrado pela Fundación Valenciaport, da Espanha. Participaram do curso 40 empregados da empresa pública, que puderam aprimorar conhecimentos técnicos, habilidades e ferramentas específicas para a atividade portuária.

A Fundación Valenciaport é um centro de pesquisa, inovação e formação do setor logístico portuário, com sede no porto de Valência, e atuação em portos da Europa, América Latina, Ásia e Oriente Médio. A parceria da Portos Paraná e a instituição espanhola foi assinada em 2020 com o objetivo de modernizar os portos de Paranaguá e Antonina, com estratégias que são referência nos mais importantes e eficientes portos do mundo.

O Programa de Formação em Gestão Estratégicas abrangeu 42 horas de estudos, com dois blocos de aulas, em abril e junho. Sete profissionais, um brasileiro e seis espanhóis, estiveram em Paranaguá transmitindo experiências europeias, principalmente as do porto espanhol de Valência.

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Para a agente portuária Camila Teodoro, participar da capacitação foi interessante por dois motivos. “Ganhar uma visão mais abrangente em relação ao setor portuário, em proporção mundial, através de todos os tópicos abordados nas duas fases do curso e pela oportunidade da imersão durante alguns dias em outro idioma”, disse ela. “O conhecimento adquirido durante essa capacitação é importante para o macro, no processo de melhoria da cultura organizacional da Portos do Paraná, pois nos deu a oportunidade de ampliar a percepção de pontos que são essenciais para a atividade”, afirmou.

Jonas Mendes Constante, diretor de projeto e consultor sênior em Estratégia e Inovação Portuária da Valenciaport, disse que foi desenvolvido para a Portos do Paraná um programa de formação especifico, pensado nas melhores práticas de gestão portuária moderna. Segundo ele, foram abordados temas como a relação porto e cidade, eficiência nas operações, transformação digital, inovação e estratégias para o porto do futuro, por exemplo.

“Trouxemos um conjunto de especialistas, das mais diversas áreas, para garantir que os profissionais paranaenses, que já são muito bem qualificados, possam estar em contato com outras realidades”, completou Constance, que ministrou as aulas de Gestão de Sistemas e Tecnologias da Informação em Portos.

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Também estiveram em Paranaguá o chefe de Planejamento Estratégico e Inovação da Autoridade Portuária de Valência, Juan Manuel Díez, que falou sobre Gestão Estratégica e Planejamento Portuário, e o chefe de Políticas Ambientais, Raúl Cascajo, que analisou a Relação Porto e Cidade e a Responsabilidade Social dos Portos.

Juan Díez explicou que foi conduzida uma reflexão sobre a estratégia portuária atual e as diferentes tendências que estão afetando as operações nos portos do mundo. “Creio que tecer redes de conhecimento entre portos é uma das chaves do sucesso, por exemplo, os portos de Valência e de Paranaguá compartilharem essa visão e aprenderem que os rumos dos outros é muito relevante”, destacou Díez. “A experiência no Porto de Paranaguá pode nos ajudar e, juntos, podemos aprender e estabelecer uma série de interações com a comunidade, conforme as diferentes circunstâncias e particularidades”, complementou Cascajo.

Fonte: Governo PR

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Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

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O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.

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“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

Fonte: Governo PR

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