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Economia

Procura por locação por imóveis para estudantes deve crescer até 30% entre junho e julho

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Julho é o mês de férias escolares e também o mês em que muitos estudantes preparam a mudança para cidades universitárias, já que começarão as aulas de um novo semestre. Segundo estimativa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a procura por aluguel pelo público universitário cresce até 30% entre junho e julho quando comparado com outros meses.

É durante esse período que muitos jovens se deparam com a dificuldade de apresentar uma garantia locatícia no momento de fechar o contrato de aluguel. Entre os principais problemas estão em não possuir conhecidos com imóvel próprio naquela região para serem fiadores e a disponibilidade imediata do dinheiro para o famoso “depósito antecipado”. Por conta disso, a Porto Seguro possui o produto Aluguel Universitário, que atua como garantia ágil e descomplicada para o cumprimento do contrato e possui benefícios e serviços específicos para os universitários.

Com serviços de assistências emergenciais à residência, quem podem ser acionados 24 horas, a modalidade garante a tranquilidade que os universitários precisam em casos de imprevistos. O produto oferece uma série de benefícios, como mão de obra de encanador, eletricista, chaveiro e assistência para equipamentos eletrônicos, como celulares , smartphones, computadores, notebooks, tablets, TVs com acesso à internet, videogames.

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“Uma das prioridades da Porto Seguro é conseguir personalizar e atender as necessidades de diferentes públicos. Com os universitários não é diferente. Nosso objetivo é fornecer todo o suporte necessário para que os estudantes possam focar no seu curso, podendo contar, quando precisarem, com os serviços de nossa companhia”, afirmou Luiz Henrique, superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro.

Por – Redação Barulho Curitiba

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Economia

Caixa reduz juros e anuncia R$ 33 bi em estímulos para economia

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A Caixa Econômica Federal reforçou, em R$ 33 bilhões, as linhas de crédito para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. O dinheiro se somará aos R$ 78 bilhões anunciados na semana passada, o que totalizará R$ 111 bilhões em recursos injetados.

Os R$ 33 bilhões adicionais serão destinados a linhas de capital de giro para empresas, que ganharam reforço de R$ 20 bilhões; para a compra de carteiras (R$ 10 bilhões); para o crédito a Santas Casas (R$ 2 bilhões) e para o crédito agrícola (R$ 1 bilhão).

A Caixa também cortou as taxas de juros do cheque especial para pessoa física, do parcelamento da fatura do cartão de crédito, de capital de giro, de empréstimos para hospitais, para o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e para o penhor. Os juros reduzidos entrarão em vigor em 1º de abril para o cheque especial e o cartão de crédito. Para os demais produtos, as taxas já estão em vigor.

Os juros do cheque especial passaram de 4,95% para 2,90% ao mês. As taxas do parcelamento da fatura do cartão caíram de 7,7% ao mês (em média) para juros a partir de 2,90% ao mês. Para o capital de giro, as taxas máximas passaram de 2,76% para 1,51% ao mês. As taxas do CDC caíram de 2,29% para 2,17% ao mês. Os juros do penhor foram cortados de 2,1% para 1,99% ao mês. Nas linhas de crédito para hospitais, as taxas passaram de 0,96% para 0,8% ao mês

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O período em que o cliente pode ficar sem pagar as parcelas passou de 60 para 90 dias. A medida abrange o crédito a pessoas físicas, a pessoas jurídicas, a hospitais e o crédito habitacional para pessoas físicas e empresas.

Estados e municípios

O banco reforçou o volume de empréstimos para estados e municípios. A medida abrange os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Financiamento à Infraestrutura e Saneamento Ambiental (Finisa). De 2 a 17 de março, a Caixa empestou R$ 3,35 bilhões a governos locais, em 246 operações com 195 tomadores. Ainda estão em estudo outras 324 operações, no total de R$ 1,81 bilhão.

Conforme a Medida Provisória 927, o banco suspendeu o recolhimento do FGTS pelos empregadores em março, abril e maio. Quem não recolher pode parcelar o valor em até seis vezes, tendo o certificado de regularidade do FGTS prorrogado por 90 dias. O empregador que precisar suspender o pagamento precisará declarar as informações dos trabalhadores no aplicativo Sefip.

Micro e pequenas empresas

A Caixa anunciou uma linha de capital de giro para manutenção da folha de pagamento das micro e pequenas empresas. O valor não foi divulgado. O banco firmou parcerias para ampliação de linhas de crédito e para o suporte a pequenos negócios por meio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A antecipação de recebíveis, quando o comerciante recebe adiantado o valor de compras com cartão de crédito, terá taxas reduzidas.

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